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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qua Dez 16, 2009 10:20     Assunto : As facções monárquicas . Uma falácia. Responder com Citação
 
Apresento uma crítica que foi feita no facebook a um texto da minha autoria no nosso espaço.

Creio que o mesmo é interessante de debater.

José Andrade in Movimento Monárquico do Ribatejo escreveu:
As facções monárquicas . Uma falácia.

A questão da conciliação das facções monárquicas é uma autêntica falácia.
Existem algumas questões, para as quais tenho grande dificuldade de entendimento.
Esta das facções monárquicas é uma delas.
De que facções estão a falar?
Do PPM? Isso é um partido político e não uma facção. Deixem-no estar sossegado na luta política partidária, muito contente com a sua “enorme” expressão eleitoral. Os portugueses já lhe responderam repetidamente. Os monarquicos são livres de escolherem os seus partidos ou de votar nos diversos partidos e ponto final.
Duma recente e ténue pretensão do Duque de Loulé? Não conheço nenhum argumento válido justificativo da legitimidade da sua pretensão. Acho muito estranho que só agora apareça, empurrado para uma aventura sem qualquer consistência, muito menos com qualquer receptividade. O apoio que parece ter de Nuno da Câmara Pereira, o presidente do tal partido tão popular, tratará de o convencer a desistir rapidamente. Não vale de todo a pena incomodarmo-nos por tão evidente fragilidade e com tanta evidência de oportunismo político e pessoal.
Com um senhor Italiano? Que comprou uns pretensos direitos. Bom, esta é a mais ridícula de todas as pretensas facções. Não queremos aprender a falar italiano, não queremos pura e simplesmente conhecer esse senhor estrangeiro. Não se representa mais do que a si próprio. Portugal não esteve, nem nunca estará no mercado. Pura e simplesmente é uma fantasia italiana bacoca, que nem merece a nossa atenção.
Aparece então um senhor Paulo Especial, que cria um Blog e levanta uma tese.
“Reconheço os direitos legítimos de D. Duarte Pio de Bragança, reconheço-o como Duque de Bragança, reconheço que a maioria o apoia como Herdeiro Presumptivo do Rei D. Manuel II, mas para que tudo isso fique claro e haja a conciliação de todas as facções monárquicas, será indispensável que as Cortes procedam a uma escolha definitiva e inequívoca.”
Ora eu não tenho dúvidas, que uma aparente polémica e a sua alimentação, pode levar algumas pessoas a visitar e até a frequentar o Blog, mencionado.
Não sei se é este facto que pesa decididamente, na manutenção de uma polémica destituída de qualquer sentido.
Primeiro, já o afirmamos consideramos que não há facções monárquicas e que tudo não passa de invenções que têm como base ansiedades de protagonismo, sem qualquer expressão de adesões.
Nesta perspectiva é absolutamente desnecessária a manutenção de qualquer polémica, pois pura e simplesmente é uma invenção.
Segundo, é inequívoca e indiscutível a legitimidade de D, Duarte de Bragança, como Chefe da Casa Real Portuguesa. Como também é indiscutível esse reconhecimento por parte da esmagadora maioria dos portugueses, monárquicos, republicanos, ou população em geral. Em consequência disto, também não tem qualquer justificação a tese levantada, nem os monárquicos aceitarem, que ela tem qualquer sentido, entrando ou alimentando uma polémica.
Terceiro, a tese é absolutamente intencional como perspectiva de tentativa de paralisação da acção monárquica. Quando ela exige a convocação prévia das Cortes…que Cortes?
É evidente, que o que se pretende, é evitar a capacidade de D. Duarte exercer a sua função histórica de mobilização da afectividade da população portuguesa e de O limitar no seu discurso político.
A tese é assim apenas e somente, uma falácia, que pretende apenas o bloqueio da acção monárquica, dos apoiantes de D, Duarte de Bragança.
Qualquer alimentação de polémicas à sua volta, terá apenas o efeito de a promover.
A conclusão final só pode ser uma…não há facções monárquicas, não há qualquer polémica, pois não há sequer argumentos sustentáveis que justifiquem a contra argumentação…nem há nenhuma adesão, que justifique qualquer alarme.
O único e legítimo Chefe da Casa Real Portuguesa é D. Duarte Pio de Bragança.
Todos os portugueses que desejam a mudança do regime, todos os monárquicos, o que têm de fazer é empenhar-se no apoio ao legítimo herdeiro da nossa história e lutar empenhadamente num trabalho permanente político e social, criando as condições objectivas da Transição para a Monarquia.
Sem olhar ou ligar a tentativas de criar empecilhos, destituídos de sentido.

José J. Lima Monteiro Andrade

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Nuno Cardoso da Silva
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Mensagem Enviada: Qua Dez 16, 2009 11:31     Assunto : Responder com Citação
 
Citação:
É evidente, que o que se pretende, é evitar a capacidade de D. Duarte exercer a sua função histórica de mobilização da afectividade da população portuguesa e de O limitar no seu discurso político.


Se não fosse tão triste daria vontade de rir. Capacidade? Afectividade? Discurso político? Se eu fosse republicano do mais puro jacobinismo estaria a dar graças ao Grande Arquitecto por ter levado os monárquicos (?) a adoptar D. Duarte como "legítimo" herdeiro do Trono português. A escolha ideal para garantir que a Monarquia nunca mais seria restaurada em Portugal. Quando é que os monárquicos se decidem a ligar o cérebro?...
 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Qui Dez 17, 2009 15:53     Assunto : Responder com Citação
 
Caros amigos, tomo a liberdade de citar e comentar esta crítica aqui gentilmente trazida pelo caro iznoguud, e efectuada pelo caro Sr. José Andrade que gentilmente autorizou a sua colocação à nossa disposição para caso assim o entendamos a comentemos e que eu ao comentá-la não quero de maneira nenhuma que se leve para outra intenção que não seja o de uma mera e muito pessoal crítica construtiva sempre com a melhor das intenções e não sendo por isso minha intenção o de ofender ninguém:

iznoguud escreveu:


Apresento uma crítica que foi feita no facebook a um texto da minha autoria no nosso espaço.

Creio que o mesmo é interessante de debater.

José Andrade in Movimento Monárquico do Ribatejo escreveu:
As facções monárquicas . Uma falácia.

A questão da conciliação das facções monárquicas é uma autêntica falácia.
Existem algumas questões, para as quais tenho grande dificuldade de entendimento.
Esta das facções monárquicas é uma delas.
De que facções estão a falar?
Do PPM? Isso é um partido político e não uma facção. Deixem-no estar sossegado na luta política partidária, muito contente com a sua “enorme” expressão eleitoral. Os portugueses já lhe responderam repetidamente. Os monarquicos são livres de escolherem os seus partidos ou de votar nos diversos partidos e ponto final.
Duma recente e ténue pretensão do Duque de Loulé? Não conheço nenhum argumento válido justificativo da legitimidade da sua pretensão. Acho muito estranho que só agora apareça, empurrado para uma aventura sem qualquer consistência, muito menos com qualquer receptividade. O apoio que parece ter de Nuno da Câmara Pereira, o presidente do tal partido tão popular, tratará de o convencer a desistir rapidamente. Não vale de todo a pena incomodarmo-nos por tão evidente fragilidade e com tanta evidência de oportunismo político e pessoal.
Com um senhor Italiano? Que comprou uns pretensos direitos. Bom, esta é a mais ridícula de todas as pretensas facções. Não queremos aprender a falar italiano, não queremos pura e simplesmente conhecer esse senhor estrangeiro. Não se representa mais do que a si próprio. Portugal não esteve, nem nunca estará no mercado. Pura e simplesmente é uma fantasia italiana bacoca, que nem merece a nossa atenção.


Por tudo aquilo que escreveu, e segundo subentendi, perdoe-me se estou errada, se denota que para si não haverá monárquicos portugueses com posições e visões diferentes uns dos outros, ou pelo menos com posições dignas de credibilidade ou viabilidade, o que poderá haver serão grupos sem legitimidade alguma e portanto sem bases para existirem, desde que não sejam afectas à pretensão do Sr. D. Duarte Pio.

Pessoalmente, acho que, chamemos-lhes facções, movimentos, ou seja lá o que for melhor para si... Todos são posições diversas tidas por monárquicos que têm o direito à existência e a serem respeitadas pois existem e terão de ser tidas em conta quando chegar a altura da importantíssima decisão de aclamar um Rei para Portugal, por muito que as achemos “estranhas” ou escusadas...

A união entre Todas as posições ou fações não será por certo um erro, seria isso sim um acto de respeito, humildade e inteligência se é que queremos fazer alguma coisa para implantar o regime monárquico. Como costumo dizer: Todos somos sempre poucos para qualquer coisa...


José Andrade escreveu:


Aparece então um senhor Paulo Especial, que cria um Blog e levanta uma tese.
“Reconheço os direitos legítimos de D. Duarte Pio de Bragança, reconheço-o como Duque de Bragança, reconheço que a maioria o apoia como Herdeiro Presumptivo do Rei D. Manuel II, mas para que tudo isso fique claro e haja a conciliação de todas as facções monárquicas, será indispensável que as Cortes procedam a uma escolha definitiva e inequívoca.”


...Senhor esse e monárquico, digo eu, que tem todo o direito a ter a posição que tem e a ser respeitado como tal. Que tem também todo o direito, com o respeito que lhe tem sido inerente para com todos, a dar e debater as suas opiniões com os interessados e estudiosos que assim o desejem...

Direitos esses, que até agora e segundo o que é do meu conhecimento, nunca lhe foi negado a não ser nos espaços já acima mencionados e porque expôs as suas críticas a certas posições tomadas pela pretensão ligada à pessoa do Sr. D. Duarte Pio.

Se por ventura o Sr. Paulo Especial tivesse algum outro qualquer interesse mesmo lucrativo que fosse, comportar-se-ia como o conhecido séquito de pagens que pululam em redor do Sr. D. Duarte Pio e respectiva família, que se digladiam entre si para ver quem cai melhor nas boas graças de “SS AA RR”.

Como deve ser também do seu conhecimento caro Sr. José Andrade, nessa situação, o Sr. Paulo Especial teria o futuro garantido, ou pelo menos, auferiria de uma enorme “simpatia” geral.

Este mesmo espaço teria a participação aberta dos apoiantes do Sr. D. Duarte Pio, haveria entrevistados na secção do site de individualidades também afectas a essa mesma pretensão como por certo saberá ou terá conhecimento, volto a dize-lo, a administração não seria aborrecida com pressões para apagarmos pretensões indesejáveis, etc., etc.. E olhe que até seria muito simples! Era só cedermos às diversas pressões e tentativas chantagistas vindas de muitos lados e deixássemos de ter consciência, um mínimo de honra de se ser português e de se pensar que pelo menos, pela nossa parte se está a colocar um grãozinho minúsculo de honestidade e honra no imenso "lamaçal" em que nos encontramos, que se está a tentar dar à nossa tão exaurida e enxovalhada pátria e à sua população que merecem um mínimo de dignidade, brio, democracia, honra e humanidade, como já disse.

Costumo dizer: “tenhamos um mínimo de consciência e de vergonha na cara!” pois é Portugal, a Monarquia e a democracia que estão em jogo.

Apesar de tudo isto, ainda penso que haverá alguns monárquicos que pensando nos verdadeiros interesses de Portugal e do seu povo tenham a força de dar o verdadeiro exemplo e de tentarem "lavar a face" da nossa Monarquia tão ensombrada e amesquinhada por alguns outros…

José Andrade escreveu:


Ora eu não tenho dúvidas, que uma aparente polémica e a sua alimentação, pode levar algumas pessoas a visitar e até a frequentar o Blog, mencionado.
Não sei se é este facto que pesa decididamente, na manutenção de uma polémica destituída de qualquer sentido.


A opinião é do caro Sr. José Andrade e tem todo o direito de a ter.

Quanto à “polémica destituída de qualquer sentido”, acho que são as pessoas com uma visão idêntica à sua que a terão e que volto a dizer com todo o direito a tê-la, mas que, falando por mim, não será por certo a minha.

Pessoalmente, acho que as posições de abertura a todas as posições monárquicas que têm sido o apanágio deste espaço, estão de tão boa saúde e estão a ter tal impacto que se assim não fosse, o caro amigo não se importariam tanto com a nossa existência. Não sei portanto, o porquê de tanto “alarido”, quiçá “alarmismo” ao nosso espaço e às nossas posturas.

Portugal é um país onde impera a liberdade de expressão e onde há a democracia para podermos eleger aqueles que queremos que nos governem, os portugueses tiveram tempo demais sob o jugo da ditadura sem se poderem manifestar, portanto não será por certo a Monarquia que se deseja democrática que a irá de novo fomentar, impondo a lei da “rolha” e impondo um monarca que não foi aclamado por umas Cortes por muito previsível que seja a sua pretensão. Em Monarquia, essa situação (Cortes) é premente e desejável visto estarmos em vacatura à quase cem anos sem descendência directa do nosso último Rei.

Para mim, e com o devido respeito, esta aparente polémica que aqui é focada parte só de um reduzido número de pessoas na sua maioria com tempo suficiente para o fazerem e dedicarem em quase exclusividade por temores de várias ordens.

A manutenção ou o manter pelo menos deste site/fórum que é do que posso falar e tenho conhecimento, que muita dor de cabeça provoca a alguns monárquicos, é na sua totalidade mantido pela administração que compõe este espaço, sem apoios seja lá de quem for, aliás, só assim nos podemos manter o mais isentos o possível. Não tendo outra finalidade senão única e exclusivamente o de se poder debater e falar sobre TODAS as posições e pensamentos da Monarquia em Portugal na sua maioria.

Todos nós (pelo menos a administração), saímos de outros espaços nos quais só se poderia ser afecto, apadrinhar e aplaudir o Sr. D. Duarte Pio e respectiva família e nada mais...

Hoje, na sociedade em que vivemos tudo pode ser comentado, debatido, aplaudido e criticado, podendo ser visados desde o Presidente da República ao mais humilde português e ninguém vê nisso nada de anormal. Acho que o Sr. D. Duarte Pio não estará por certo acima de todos os portugueses para se tornar intocável...não somos o império japonês que até há relativamente pouco tempo o seu imperador era considerado um deus.

José Andrade escreveu:


Primeiro, já o afirmamos consideramos que não há facções monárquicas e que tudo não passa de invenções que têm como base ansiedades de protagonismo, sem qualquer expressão de adesões.
Nesta perspectiva é absolutamente desnecessária a manutenção de qualquer polémica, pois pura e simplesmente é uma invenção.


Normalmente costumamos olhar os outros à nossa imagem e semelhança, o que muitas vezes nos pode induzir em erro…além disso, como reduzidos que são tais opositores não existem pura e simplesmente… estranha forma de fuga…

José Andrade escreveu:


Segundo, é inequívoca e indiscutível a legitimidade de D, Duarte de Bragança, como Chefe da Casa Real Portuguesa. Como também é indiscutível esse reconhecimento por parte da esmagadora maioria dos portugueses, monárquicos, republicanos, ou população em geral. Em consequência disto, também não tem qualquer justificação a tese levantada, nem os monárquicos aceitarem, que ela tem qualquer sentido, entrando ou alimentando uma polémica.


Folgo que esteja assim tão certo do que afirma, é sinal que está confiante, embora não me pareça, devido ao que escreveu, que é essa efectivamente a sua visão sobre a posição do Sr. D. Duarte Pio.

Efectivamente, o Sr. D. Duarte Pio teria tudo para ser tudo e o que mais quizesse, se tivesse tido o cuidado de se rodear de pessoas dignas com carácter e que respeitassem os portugueses. Faço esta afirmação porque não denoto a preocupação primeira por parte desta posição e dos que a compõem de com humildade, respeitarem Todos e Todas as posições por muito inverosímeis que estas possam ser aos seus olhos. Não denoto a mínima intenção e preocupação de Unir Todos os monárquicos e a Todos Ouvir.

Volto a referir: nunca partiu da pretensão do Sr. D. Duarte Pio o mínimo cuidado e atenção para pelo menos, Ouvir Todos os monárquicos e tentar compreender o porquê da existência das diversas pretensões que se calhar até foram aparecendo devido a isso mesmo: um enorme desprezo e arrogância pela parte desta pretensão por quem não lhe seja afecto. É pena, e eu sou mais uma que assim se manifesta…

José Andrade escreveu:


Terceiro, a tese é absolutamente intencional como perspectiva de tentativa de paralisação da acção monárquica. Quando ela exige a convocação prévia das Cortes…que Cortes?


Esta é a defesa de quem tem a sua posição fragilizada: a culpa é sempre exterior ao próprio…nunca é o próprio o culpado…

“Que Cortes?”…Meu caro Sr. José Andrade é só fazer uma visitinha pela nossa História e pelas suas Leis. Por muito óbvia que nos pareça uma pretensão monárquica, devido à situação em que se encontra a mesma e Portugal, é o que deverá de ser feito para aclamar o novo monarca para nunca haver margenm para dúvidas.

José Andrade escreveu:


É evidente, que o que se pretende, é evitar a capacidade de D. Duarte exercer a sua função histórica de mobilização da afectividade da população portuguesa e de O limitar no seu discurso político.
A tese é assim apenas e somente, uma falácia, que pretende apenas o bloqueio da acção monárquica, dos apoiantes de D, Duarte de Bragança.


Acho interessante este comentário. Primeiro não somos nada nem temos crédito, depois já fazemos perigar a posição desta pretensão….lol…volto a dizer: O que esta pretensão não consegue é só e exclusivamente devido à sua própria incapacidade, pois com o que esta pretensão tem à sua disposição, incluindo a representatividade da Casa Real Portuguesa teria Todas as possibilidades se tivesse capacidade para tal o que até à data não notei.

Quanto a alguns dos apoiantes desta pretensão é bom nem falar, é notada publicamente e sempre que se manifestam as suas atitudes de grande “dignidade”, “respeito” e “educação” em espaços que invadem para criar instabilidades. É também conhecida a sua tentativa de boicotar, silenciar e anular espaços que lhes possam fazer sombra.

José Andrade escreveu:


Qualquer alimentação de polémicas à sua volta, terá apenas o efeito de a promover.


Ficaria feliz por si com essa situação se fosse a realidade e se os princípios fossem outros do que os que têm vindo à luz do conhecimento público…

José Andrade escreveu:


A conclusão final só pode ser uma…não há facções monárquicas, não há qualquer polémica, pois não há sequer argumentos sustentáveis que justifiquem a contra argumentação…nem há nenhuma adesão, que justifique qualquer alarme.
O único e legítimo Chefe da Casa Real Portuguesa é D. Duarte Pio de Bragança.


É somente a sua opinião que é tão digna de respeito como a minha.

E a minha é que: há facções ou movimentos monárquicos, polémicas a existirem são só fruto da pretensão do Sr. D. Duarte Pio que como argumentações usam e abusam do desrespeito pelos restantes monárquicos que não lhes sejam favoráveis, as adesões não deveriam de ser as prioridades, mas isso sim, a intenção de demonstrar um maior interesse e respeito por pelo menos, Todos os monárquicos.

José Andrade escreveu:


Todos os portugueses que desejam a mudança do regime, todos os monárquicos, o que têm de fazer é empenhar-se no apoio ao legítimo herdeiro da nossa história e lutar empenhadamente num trabalho permanente político e social, criando as condições objectivas da Transição para a Monarquia.
Sem olhar ou ligar a tentativas de criar empecilhos, destituídos de sentido.

José J. Lima Monteiro Andrade


Meu caro Sr. José Andrade com todo o respeito que todas as posições me merecem, mas não deixando por isso de dar a minha modesta opinião, tenho a dizer que Todos os portugueses anseiam por respeito, anseiam por governantes que velem por eles e pelos seus interesses, anseiam por um mínimo de democracia e a serem ouvidos.

Os portugueses não são burros que não saibam escolher o regime ou aquele, rei ou presidente, que lhes dê o que acabei de dizer, por isso têm o direito de dar a sua opinião e para isso terá de se lhes pedir quando for caso disso, o seu parecer.

Pretensões, facções, movimentos, visões, posições, sejam lá os termos que lhes quiser dar e que não firam sensibilidades, existem, e como tal têm de ser aceites e respeitadas e não são como diz, "empecilhos" e "vazias de sentido"...isso é reduzir a problemática sucessória monárquica. Pois todos os monárquicos não são só afectos à pretensão do Sr. D. Duarte, assim como não são só afectos às restantes pretensões, assim como haverá monárquicos para os quais lhes será indiferente quem seja o futuro rei de Portugal desde que se esteja em monarquia.

Para já, caberia aos monárquicos, independentemente de que facções ou movimentos sejam, de dar o exemplo de união e respeito entre si, apesar, como é óbvio, das diferentes visões, e para que tal aconteça nunca será abafando ou anulando opositores, eles também monárquicos, mas sim ouvindo-se entre si, pois enquanto houver divisões nunca iremos a lado nenhum.

Tomo a liberdade de referir, para não haver dúvidas, que não estou ligada a nenhuma pretensão mas sou uma monárquica que deseja o melhor para a Monarquia em Portugal e é com pesar que denoto vindas de uma pretensão com tantas oportunidades a ser uma forte e única pretensão até devido ao seu próprio historial de família, e volto a repetir-me, o sempre e repetido lema de: "Orgulhosamente sós", no qual não existe mais nada no horizonte senão o que está sob o seu nariz...

Os monárquicos têm de cair na realidade actual. Têm de aprender o significado dos termos "Democracia", "Respeito" e "União"mesmo dentro da diversidade de posições.

Sei que sou uma monárquica utópica, mas tenho esperança...

Com consideração e desculpando-me pelas minhas diversas repetições.

Beladona
 
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Paulino B. Fernandes
Monárquico
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Mensagem Enviada: Qui Dez 17, 2009 22:37     Assunto : Responder com Citação
 
Beladona

Peço perdão de só comentar este parágrafo.
O que o Senhor José Andrade escreve, é tão laudatório que nem vou pensar ou escrever mais sobre o que diga e li tudo com atenção.
Só espero que o novo/futuro Jornal Monárquico que anunciou lutar pela união de todos os Monárquicos, não dê acolhimento exclusivo a pensamentos semelhantes e redutores a um ponto tão preocupante.
Terão cabeça para pensar?

[i]"[i] Por tudo aquilo que escreveu, e segundo subentendi, perdoe-me se estou errada, se denota que para si não haverá monárquicos portugueses com posições e visões diferentes uns dos outros, ou pelo menos com posições dignas de credibilidade ou viabilidade, o que poderá haver serão grupos sem legitimidade alguma e portanto sem bases para existirem, desde que não sejam afectas à pretensão do Sr. D. Duarte Pio". [/[/i]i]
Cordialmente,
PF
_________________
Saúdo todos os Monárquicos independentemente das suas posições relativamente aos problemas da Causa.
 
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iznoguud
Regente
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Mensagem Enviada: Ter Dez 22, 2009 15:36     Assunto : Responder com Citação
 
José Andrade escreveu:
...A questão da conciliação das facções monárquicas é uma autêntica falácia.
Existem algumas questões, para as quais tenho grande dificuldade de entendimento.
Esta das facções monárquicas é uma delas.
De que facções estão a falar?


A questão das "facções", muito faladas no monarquicos.com por exemplo, procuram englobar, tanto quanto creio, todas aquelas visões quer políticas, ideológicas e até sucessórias concorde-se ou não com a existência destas.

Ao nível ideológico e até político, situação na qual a questão Sucessória NÃO deveria entrar na equação, deveria haver uma séria capacidade de que TODOS os monárquicos pudessem encontrar pontos os quais pudessem ser trabalhados ou defendidos em conjunto. Dando assim a mostrar aos Portugueses aquilo que TODOS poderíamos fazer em prol destes.

Já a questão da Sucessão, concorde-se ou não com esta, é uma questão de âmbito mais pessoal. Sendo que no fundo a mesma se traduz em 2 "facções", aquela que considera que ANTES de se pronunciar alguém enquanto Sucessor d'el Rei D. Manuel II, terão de ser convocadas as Cortes e aquela "facção" que considera que se pode desde já pronunciar alguém enquanto Sucessor d'el Rei D. Manuel II (neste caso a escolha recai exclusivamente na pessoa do Sr. D. Duarte Pio).

José Andrade escreveu:
Do PPM? Isso é um partido político e não uma facção. Deixem-no estar sossegado na luta política partidária, muito contente com a sua “enorme” expressão eleitoral. Os portugueses já lhe responderam repetidamente. Os monarquicos são livres de escolherem os seus partidos ou de votar nos diversos partidos e ponto final.


O PPM é um Partido Político de índole Monárquica, o qual aposta numa vertente que, creio, deveria ser aproveitada pelos Monárquicos enquanto não é implementada uma Monarquia.

Igualmente creio que o PPM tem, de facto, seguido uma política errada e que não é consistente com aquela com a qual os Monárquicos se identificam.

Por isso, creio, que seria interessante uma nova aposta no PPM, mas SOB uma diferente liderança e com objectivos credíveis e com os quais os Portugueses se possam identificar.

José Andrade escreveu:
Duma recente e ténue pretensão do Duque de Loulé? Não conheço nenhum argumento válido justificativo da legitimidade da sua pretensão. Acho muito estranho que só agora apareça, empurrado para uma aventura sem qualquer consistência, muito menos com qualquer receptividade.


O facto de estarmos em vacatura permite, na minha opinião, que a qualquer momento surja quem questione alguma Pretensão ou até quem considere por A+B que a sua posição é melhor ou sei lá o quê.

Cabe, SEMPRE, às Cortes ou seu equivalente (da forma que for mais correcta) uma análise de TODAS estas situações e que se tome uma qualquer resolução a qual, então, permita CLARIFICAR de uma vez por todas a questão da Sucessão.

Assim, é-me completamente indiferente se a Casa de Loulé somente avançou agora ou à 100 Anos ou se os motivos invocados pelos mesmos são mais ou menos "ténues".

NÃO me cabe a mim decidir quer quanto à Pretensão e sim às Cortes ou seu equivalente.

Basta-nos assim esperar por estas.

José Andrade escreveu:
Com um senhor Italiano? Que comprou uns pretensos direitos. Bom, esta é a mais ridícula de todas as pretensas facções. Não queremos aprender a falar italiano, não queremos pura e simplesmente conhecer esse senhor estrangeiro. Não se representa mais do que a si próprio. Portugal não esteve, nem nunca estará no mercado. Pura e simplesmente é uma fantasia italiana bacoca, que nem merece a nossa atenção.


Apesar de até concordar com o meu caro, não deixo de lhe repetir precisamente tim-tim por tim-tim a minha resposta quanto à Casa de Loulé.

Cortes, sempre as Cortes...

José Andrade escreveu:
Aparece então um senhor Paulo Especial, que cria um Blog e levanta uma tese.


Um espaço ou site... não um blog, apenas a título informativo Smile

José Andrade escreveu:
Ora eu não tenho dúvidas, que uma aparente polémica e a sua alimentação, pode levar algumas pessoas a visitar e até a frequentar o Blog, mencionado.
Não sei se é este facto que pesa decididamente, na manutenção de uma polémica destituída de qualquer sentido.


Primeiro eu gostava de saber como é que isto...

IzNoGuud escreveu:
“Reconheço os direitos legítimos de D. Duarte Pio de Bragança, reconheço-o como Duque de Bragança, reconheço que a maioria o apoia como Herdeiro Presumptivo do Rei D. Manuel II, mas para que tudo isso fique claro e haja a conciliação de todas as facções monárquicas, será indispensável que as Cortes procedam a uma escolha definitiva e inequívoca.”


Pode ter ALGUMA relação com aquilo que o Sr. José Andrade acabou de afirmar?

Segundo, posso-lhe afiançar de que o que nos move não é "Publicidade" ou "Golpes Publicitários/Teatrais" ao contrário do que possa pensar ou presumir, mas sim uma vontade de servir a Portugal e aos Portugueses demonstrando a estes aquilo que são a hipotética implementação dos valores e liberdades daquilo que seria uma Monarquia.

Tal implementação implica, como deveria ser óbvio, deveres e igualmente obrigações. Os quais, sejam estes do nosso agrado ou não, obrigam a que os mesmos sejam cumpridos enquanto prova de que sob uma Monarquia não se "saltariam" passos ou até que não haveriam... "favorecimentos". Afinal de contas, TODOS nós (monárquicos) desejamos que a Monarquia não seja igual à presente República.

José Andrade escreveu:
Primeiro, já o afirmamos consideramos que não há facções monárquicas e que tudo não passa de invenções que têm como base ansiedades de protagonismo, sem qualquer expressão de adesões.


A resposta a esta opinião já foi dada por mim no início do presente post.

José Andrade escreveu:
Nesta perspectiva é absolutamente desnecessária a manutenção de qualquer polémica, pois pura e simplesmente é uma invenção.


SE, aquilo que o meu caro defende fosse verdade... então o Sr. teria plena razão. Mas como há quem pense que assim não é o caso, então resta-nos insistir quer na defesa do debate, quer na análise do mesmo.

José Andrade escreveu:
Segundo, é inequívoca e indiscutível a legitimidade de D, Duarte de Bragança, como Chefe da Casa Real Portuguesa.


Tal situação torna-se irrelevante sem que aconteça um definitivo pronunciar quanto à mesma por parte de quem de direito, neste caso das Cortes ou de um seu equivalente.

Logo, a aparente indiscutibilidade da legitimidade do Sr. D. Duarte Pio enquanto Chefe da Casa Real Portuguesa permanecerá em aberto, permitindo assim que a mesma seja questionada. Uma vez que AINDA nos encontramos em vacatura, logo abertos a que outras opções entretanto surjam e devam ser tomadas em consideração.

Mas, como já tenho dito, esta questão seria de fácil resolução bastando haver interesse em tal. O que NÃO acontece presentemente.

José Andrade escreveu:
Como também é indiscutível esse reconhecimento por parte da esmagadora maioria dos portugueses, monárquicos, republicanos, ou população em geral.


Tal, como é óbvio, tem o seu peso. Mas NÃO serve enquanto justificativo para dar maior "razão" a uma qualquer opção.

A Lei é e deve ser IMPARCIAL para com todos e não deve estar NUNCA sujeita a pressões externas, nem que estas sejam resultantes da maioria de um Povo.

Senão qualquer dia arriscarmo-nos-iamos a termos tribunais populares arbitrários, onde se praticasse a Lei pelas próprias mãos!

José Andrade escreveu:
Terceiro, a tese é absolutamente intencional como perspectiva de tentativa de paralisação da acção monárquica.


LOL Smile o meu caro parte de pressupostos e acusa, neste caso a mim, de ter uma intenção. Qual será a mesma? a de "paralisar" a acção monárquica?! Smile De que me valeria "isso", a mim que sou:

a) Monárquico.
b) Defendo uma Monarquia para Portugal enquanto aquele Regime que melhor serviria Portugal e os Portugueses.

José Andrade escreveu:
Quando ela exige a convocação prévia das Cortes…que Cortes?
É evidente, que o que se pretende, é evitar a capacidade de D. Duarte exercer a sua função histórica de mobilização da afectividade da população portuguesa e de O limitar no seu discurso político.


Errado. Aquilo que se procura fazer com a convocação prévia de Cortes é a de:

a) Se levantar a questão da Monarquia de uma forma que a mesma se torne quase que de ordem diária pelos Media.

b) A mesma procure familiarizar os Portugueses com a questão da Monarquia e daquilo que são e deverão ser as obrigações de um Rei.

c) Demonstrar a incapacidade do presente Regime Republicano em defender os interesses Nacionais, salvaguardando a questão da Sucessão Monárquica para a eventual possibilidade de os Portugueses alguma vez optarem por uma mudança de Regime.

Entre outras opções.

No entanto, não será a advocação da necessidade de Cortes enquanto necessidade para a conclusão da questão da Sucessão, que alguma vez irá colocar em causa quer o discurso político ou o nível de afectividade dos Portugueses por alguém.

Isso que acabou de afirmar é uma falácia na qual procura implicar, quanto muito, que quaisquer erros de carácter político que possam ser atribuídos a alguém ou até de uma qualquer perda de popularidade devam ser atribuídos aqueles que defendem uma clarificação de uma questão PARALELA, a qual NADA tem a ver com aquilo que acabou de afirmar.

Cada um É e deve ser RESPONSÁVEL por aquilo que faz ou afirma.

Nem o Sr. D. Duarte Pio, nem eu ou o Sr. Andrade podemos escapar a esta situação.

Logo não aceito a sua "visão" quanto a este ponto.

José Andrade escreveu:
A tese é assim apenas e somente, uma falácia, que pretende apenas o bloqueio da acção monárquica, dos apoiantes de D, Duarte de Bragança.
Qualquer alimentação de polémicas à sua volta, terá apenas o efeito de a promover.


Smile decida-se meu caro... SE a promove... então deveria ser BOM.

Já disse que NÃO à qualquer intenção de procurar "bloquear" a Pretensão do Sr. D. Duarte Pio.

Não se esqueça de que eu próprio me revejo na mesma.

Quanto muito esta é que se bloqueia a si mesma, quando elementos da mesma efectuam manifestações públicas as quais vão contra TUDO aquilo que é ou deveriam de ser os Valores e Liberdades defendidos por uma Monarquia Moderna.

José Andrade escreveu:
A conclusão final só pode ser uma…não há facções monárquicas, não há qualquer polémica, pois não há sequer argumentos sustentáveis que justifiquem a contra argumentação…nem há nenhuma adesão, que justifique qualquer alarme.


Essa será a SUA opinião. Como é óbvio, há quem discorde desta por N razões as quais são há muito conhecidas.

IzNoGuud
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Paulino B. Fernandes
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Mensagem Enviada: Ter Dez 22, 2009 15:54     Assunto : Responder com Citação
 
Caro IzNo
O Senhor José Andrade nada consegue ver ou ouvir.
Paralisou no tempo.
Nunca fez nada pela Monarquia, nunca deu a cara nos locais onde é duro ser Monárquico.
Nunca fez qualquer campanha, vive numa ilusão errada, sem sentido.
Confunde "blogs" com sites de combate.
Louvo a Sua persistência, do IzNo está bom de ver, quando dcefendendo o que defende, mantém abertura para que todos os Monárquicos se possam pronunciar.
Se a linha do Senhor Andrade triunfar numa hipotética Monarquia, sei o que me espera, mas não temo.
Lamento no entanto.
Fogem de hipotéticas Cortes legitimadoras como o Diabo da crúz. Porque será?
Falta de confiança? Seguramente sim e com razão...

Em qualquer circunstância, um Bom Natal para todos.
PF
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Saúdo todos os Monárquicos independentemente das suas posições relativamente aos problemas da Causa.
 
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longair
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Local: Odivelas/VFX
Mensagem Enviada: Qua Dez 23, 2009 02:38     Assunto : Responder com Citação
 
Ora a isto:


José Andrade escreveu:
A conclusão final só pode ser uma…não há facções monárquicas, não há qualquer polémica, pois não há sequer argumentos sustentáveis que justifiquem a contra argumentação…nem há nenhuma adesão, que justifique qualquer alarme.



Eu respondo, isto:

Diz o roto ao nu porque não te vestes também tu, pois existe uma "facção" que justifica toda essa conclusão, a do sr D. Duarte Mr. Green
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