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nau
Monárquico


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Enviada: Sáb Dez 29, 2007 19:43 Assunto : Entrevista Francisco Louçã
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Re.: Entrevista Francisco Louçã
1. Os três últimos apontamentos saciaram a curiosiade que tinha manifestado pela entrevista de Francisco Louçã. Abro aqui um parêntesis para lembrar que a palavra “curiosa” utilizada no meu anterior comentário tinha a acepção, comum na gíria portuguesa, de parteira não diplomada.
2. IzNoguud veio, célere, defender a sua dama (obviamente que me refiro à entrevista!) e confirmou aquilo que já suspeitara – a extensão do questionário procurava motivar respostas mais substanciais, mas o entrevistado, contrafeito, limitara-se à sua expressão mais simples, aplicadamente encerrando a porta.
3. Pedro Reis, com a sua franqueza habitual, desnudou a atitude preconceituosa do entrevistado (mormente preocupado em passar a imagem de homem de grande abertura de espírito) quase que o desculpando ao afirmar, em estilo de desabafo, ser o preconceito um sentimento comum dos mortais – não será Louçã um imortal da política portuguesa?
4. Miguel Berquó, com uma argumentação exemplar a que já nos habituara nas suas cuidadas intervenções, sublinha a atitude gratuita do entrevistador às práticas de antanho que, pela sua extemporaneidade, já timidamente e sem a propriedade do mestre, aflorara no meu anterior apontamento.
5. Como asserção do que foi dito pelos referidos intervenientes neste debate, passo a narrar o episódio em que, por força das circunstâncias, tomei parte, ocorrido durante uma acidental e apressada deslocação a Lisboa, aproveitada para visitar a sede do Bloco de Esquerda
6. Aqui há alguns anos, tomei conhecimento que um antigo colega meu (do qual perdera, acidentalmente, o contacto) colaborava, com alguma regularidade, nas actividades do Bloco de Esquerda e, numa das minhas passagens pela Capital, tentei (com sucesso) restabelecer os laços, inadvertidamente, rotos.
7. Enquanto a informação pretendida era apurada, procurei mostrar interesse pelo movimento em questão sugerindo que me fosse explicada a diferença entre este e o PS o que provocou uma onda de indignação por não me ter apercebido que, embora os princípios sejam os mesmos, o estilo é completamente diferente. Enfim, não é apenas preconceito, mas também estilo.
Arnaldo (Nau)
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