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Beladona
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Local: Algarve
Mensagem Enviada: Qua Out 24, 2018 21:25     Assunto : Dia do Ex√©rcito Portugu√™s Responder com Citação
 
Hoje comemora-se o Dia do Exército Português...


O Dia do Exército Português celebra-se nesta data pois é neste dia que que se comemora a tomada de Lisboa, no ano de 1147, pelas tropas de D. Afonso Henriques, o Patrono do Exército Português.


.......Espírito de equipa, união e patriotismo são alguns valores que se tentam recuperar e incentivar neste dia......


Um resumo do historial do Exército Português:


O Exército Português é o ramo terrestre das Forças Armadas Portuguesas, encarregado em conjunto com os outros ramos da defesa militar da Nação.


História:

A Hist√≥ria do Ex√©rcito Portugu√™s est√° directamente ligada √† Hist√≥ria de Portugal, desde a sua primeira hora. As for√ßas terrestres estiveram presentes na luta dos portugueses pela sua independ√™ncia contra leoneses e mu√ßulmanos no s√©culo XII, contra os invasores castelhanos no s√©culo XIV, contra os ocupantes espanh√≥is no s√©culo XVII e contra os invasores franceses no s√©culo XIX. Participaram ainda nas campanhas portuguesas no ultramar e exterior, desde o s√©culo XV, na √Āfrica, √Āsia, Am√©rica, Oce√Ęnia e Europa. No s√©culo XX destaca-se a participa√ß√£o do Ex√©rcito Portugu√™s na Primeira Guerra Mundial, em Fran√ßa e √Āfrica e a Guerra do Ultramar de 1961 a 1975 em Angola, √ćndia, Mo√ßambique, Guin√© e Timor. No s√©culo XXI √© de destacar a interven√ß√£o do Ex√©rcito Portugu√™s nas diversas miss√Ķes de apoio √† paz em que Portugal tem participado (B√≥snia, Timor-Leste, Kosovo, Maced√≥nia, Afeganist√£o, L√≠bano, etc.) .

Século XVIII:

Durante o século XVIII houve uma grande reorganização e uma grande reestruturação das forças armadas, devido sobretudo à vinda de generais e chefes militares estrangeiros, da qual se destacou o Conde Lippe.

Organização:
O Ex√©rcito Portugu√™s encontra-se em fase de profunda reorganiza√ß√£o definida pela nova Lei Org√Ęnica do Ex√©rcito Portugu√™s (Decreto-Lei n¬ļ61/2006 de 21 de Mar√ßo), que substituiu a lei hom√≥loga de 1993.

O objectivo principal da nova org√Ęnica seria o de fazer passar o Ex√©rcito Portugu√™s de uma organiza√ß√£o territorial baseada no servi√ßo militar obrigat√≥rio para uma organiza√ß√£o operacional baseada em militares profissionais. Na sequ√™ncia dessa inten√ß√£o foram imediatamente extintas as regi√Ķes militares do Norte, Sul e Lisboa (Governo Militar de Lisboa). As outras altera√ß√Ķes ir√£o ser realizadas progressivamente at√© que o Ex√©rcito passe completamente da estrutura definida pela Lei Org√Ęnica de 1993 para a definida pela Lei Org√Ęnica actual.

Na pr√°tica o Ex√©rcito continuar√° a basear-se numa organiza√ß√£o territorial "disfar√ßada" j√° que s√£o mantidas as unidades territoriais (mas agora chamadas unidades de estrutura base) e as Grandes Unidades assumem as fun√ß√Ķes semelhantes √†s dos comandos territoriais e de natureza territorial extintos. Com a nova organiza√ß√£o a operacionalidade do Ex√©rcito at√© poder√° vir a ser diminu√≠da. Um exemplo disto √© a transforma√ß√£o da actual Brigada Aerotransportada Independente, que era uma grande unidade operacional integrando armas combinadas, apoio de combate e apoio de servi√ßos, na nova Brigada de Reac√ß√£o R√°pida que passar√° a ser uma esp√©cie de agrupamento administrativo de tropas especiais (paraquedistas, comandos e opera√ß√Ķes especiais) sem capacidade de agir de forma integrada.

Algumas das altera√ß√Ķes mais significativas na nova estrutura do Ex√©rcito ser√£o:

Alteração da estrutura do comando superior do Exército.

Fim teórico da organização territorial do Exército e organização das suas forças na forma de Força Operacional Permanente do Exército.

Extin√ß√£o dos comandos territoriais e de natureza territorial. Deste modo, al√©m das regi√Ķes militares ser√° extinto o Comando de Tropas Aerotransportadas e o Campo Militar de Santa Margarida deixar√° de ser comando territorial. As Zonas Militares dos A√ßores e da Madeira mant√©m-se, mas deixar√£o de ser consideradas comando territorial.

As unidades territoriais passarão a ser consideradas unidades da Estrutura Base do Exército, ficando na sua maioria dependentes das grandes unidades.

As grandes unidades terão a sua organização e denominação alterada. Desse modo a Brigada Mecanizada Independente passará a Brigada Mecanizada, a Brigada Ligeira de Intervenção passará a Brigada de Intervenção e a Brigada Aerotransportada Independente passará a Brigada de Reacção Rápida.

Estrutura de Comando do Exército:

O Exército Português, comandado pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, tem uma estrutura de comando superior constituída por:

Comando do Exército, incluindo:

Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME)
Gabinete do CEME
Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército (VCEME)
Conselho Superior do Exército
Conselho Superior de Disciplina do Exército
Junta Médica de Revisão do Exército
Inspecção-Geral do Exército
Estado-Maior do Exército

√ďrg√£os Centrais de Administra√ß√£o e Direc√ß√£o:

Comando da Instru√ß√£o e Doutrina (com a sede em √Čvora)
Comando da Logística (com a sede em Lisboa),
Comando do Pessoal (com a sede em fase de transferência de Lisboa para o Porto)
Comando das Forças Terrestres (CFT) (com a sede em fase de transferência de Oeiras para a Amadora (Lisboa))
Estabelecimentos de Ensino Superior
Academia Militar
Escola Superior Politécnica do Exército
Força Operacional Permanente do Exército

Do Comando das Forças Terrestres (CFT) depende a Força Operacional Permanente do Exército constituída pelas seguintes grandes unidades operacionais e pelas Forças de Apoio Geral:

Brigada Mecanizada (BrigMec), com sede no Campo Militar de Santa Margarida
Brigada de Reacção Rápida (BrigRR), com sede no Polígono Militar de Tancos
Brigada de Intervenção (BrigInt), com sede em Coimbra
Zona Militar dos Açores, com sede em Ponta Delgada
Zona Militar da Madeira, com sede no Funchal
Forças de Apoio Geral

Obs.: Apesar de dependerem administrativamente do Comando Operacional do Exército, as Zonas Militares dependem operacionalmente dos Comandos Operacionais (conjuntos) dos Açores e da Madeira.


Organização:

O Ex√©rcito Portugu√™s encontra-se em fase de profunda reorganiza√ß√£o definida pela nova Lei Org√Ęnica do Ex√©rcito Portugu√™s (Decreto-Lei n¬ļ61/2006 de 21 de Mar√ßo), que substituiu a lei hom√≥loga de 1993.

O objectivo principal da nova org√Ęnica seria o de fazer passar o Ex√©rcito Portugu√™s de uma organiza√ß√£o territorial baseada no servi√ßo militar obrigat√≥rio para uma organiza√ß√£o operacional baseada em militares profissionais. Na sequ√™ncia dessa inten√ß√£o foram imediatamente extintas as regi√Ķes militares do Norte, Sul e Lisboa (Governo Militar de Lisboa). As outras altera√ß√Ķes ir√£o ser realizadas progressivamente at√© que o Ex√©rcito passe completamente da estrutura definida pela Lei Org√Ęnica de 1993 para a definida pela Lei Org√Ęnica actual.

Na pr√°tica o Ex√©rcito continuar√° a basear-se numa organiza√ß√£o territorial "disfar√ßada" j√° que s√£o mantidas as unidades territoriais (mas agora chamadas unidades de estrutura base) e as Grandes Unidades assumem as fun√ß√Ķes semelhantes √†s dos comandos territoriais e de natureza territorial extintos. Com a nova organiza√ß√£o a operacionalidade do Ex√©rcito at√© poder√° vir a ser diminu√≠da. Um exemplo disto √© a transforma√ß√£o da actual Brigada Aerotransportada Independente, que era uma grande unidade operacional integrando armas combinadas, apoio de combate e apoio de servi√ßos, na nova Brigada de Reac√ß√£o R√°pida que passar√° a ser uma esp√©cie de agrupamento administrativo de tropas especiais (paraquedistas, comandos e opera√ß√Ķes especiais) sem capacidade de agir de forma integrada.

Algumas das altera√ß√Ķes mais significativas na nova estrutura do Ex√©rcito ser√£o:

Alteração da estrutura do comando superior do Exército.

Fim teórico da organização territorial do Exército e organização das suas forças na forma de Força Operacional Permanente do Exército.

Extin√ß√£o dos comandos territoriais e de natureza territorial. Deste modo, al√©m das regi√Ķes militares ser√° extinto o Comando de Tropas Aerotransportadas e o Campo Militar de Santa Margarida deixar√° de ser comando territorial. As Zonas Militares dos A√ßores e da Madeira mant√©m-se, mas deixar√£o de ser consideradas comando territorial.

As unidades territoriais passarão a ser consideradas unidades da Estrutura Base do Exército, ficando na sua maioria dependentes das grandes unidades.

As grandes unidades terão a sua organização e denominação alterada. Desse modo a Brigada Mecanizada Independente passará a Brigada Mecanizada, a Brigada Ligeira de Intervenção passará a Brigada de Intervenção e a Brigada Aerotransportada Independente passará a Brigada de Reacção Rápida.

Estrutura de Comando do Exército:

O Exército Português, comandado pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, tem uma estrutura de comando superior constituída por:

Comando do Exército, incluindo:

Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME)
Gabinete do CEME
Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército (VCEME)
Conselho Superior do Exército
Conselho Superior de Disciplina do Exército
Junta Médica de Revisão do Exército
Inspecção-Geral do Exército
Estado-Maior do Exército

√ďrg√£os Centrais de Administra√ß√£o e Direc√ß√£o:

Comando da Instru√ß√£o e Doutrina (com a sede em √Čvora)
Comando da Logística (com a sede em Lisboa),
Comando do Pessoal (com a sede em fase de transferência de Lisboa para o Porto)
Comando das Forças Terrestres (CFT) (com a sede em fase de transferência de Oeiras para a Amadora (Lisboa))
Estabelecimentos de Ensino Superior
Academia Militar
Escola Superior Politécnica do Exército
Força Operacional Permanente do Exército


Do Comando das Forças Terrestres (CFT) depende a Força Operacional Permanente do Exército constituída pelas seguintes grandes unidades operacionais e pelas Forças de Apoio Geral:

Brigada Mecanizada (BrigMec), com sede no Campo Militar de Santa Margarida
Brigada de Reacção Rápida (BrigRR), com sede no Polígono Militar de Tancos
Brigada de Intervenção (BrigInt), com sede em Coimbra
Zona Militar dos Açores, com sede em Ponta Delgada
Zona Militar da Madeira, com sede no Funchal
Forças de Apoio Geral

Obs.: Apesar de dependerem administrativamente do Comando Operacional do Exército, as Zonas Militares dependem operacionalmente dos Comandos Operacionais (conjuntos) dos Açores e da Madeira.

Estrutura Base do Exército:

Dependentes dos v√°rios comandos e grandes unidades, o Ex√©rcito Portugu√™s engloba diversas unidades da Estrutura Base do Ex√©rcito, anteriormente denominadas unidades territoriais. As unidades da Estrutura Base do Ex√©rcito s√£o bases e centros de instru√ß√£o, destinados a organizar, treinar e manter as unidades operacionais componentes das grandes unidades, zonas militares e for√ßas de apoio geral. Por raz√Ķes hist√≥ricas, a maioria das unidades da Estrutura Base do Ex√©rcito est√° associada a uma Arma ou Servi√ßo e possui a designa√ß√£o de regimento. Por depend√™ncias as unidades da EBE s√£o:


Organização da Força Operacional Permanente do Exército Português:

Na dependência do Comando da Logística:

Regimento de Manutenção, no Entroncamento
Centro Militar de Electrónica, em Paço de Arcos
Regimento de Transportes, em Lisboa
Na dependência do Comando de Instrução e Doutrina:
Escola de Sargentos do Exército, nas Caldas da Rainha
Escola Pr√°tica de Infantaria, em Mafra
Escola Pr√°tica de Cavalaria, em Abrantes
Escola Pr√°tica de Artilharia, em Vendas Novas
Escola Prática de Engenharia, no Polígono Militar de Tancos
Escola Pr√°tica de Transmiss√Ķes, no Porto
Escola Prática dos Serviços, na Póvoa de Varzim
Regimento de Artilharia N¬ļ 5, na Serra do Pilar (Vila Nova de Gaia)
Regimento de Cavalaria N¬ļ 3, em Estremoz

Obs.: Pela nova organiza√ß√£o do Ex√©rcito a maioria das fun√ß√Ķes das antigas Escolas Pr√°ticas dos Servi√ßos de Transportes e Material, foram integradas na Escola Pr√°tica de Administra√ß√£o Militar, que passou a chamar-se Escola Pr√°tica dos Servi√ßos. O Regimento de Artilharia N¬ļ 5 , apesar da denomina√ß√£o, √© um centro de instru√ß√£o geral para militares de todas as armas e servi√ßos.

Na dependência directa do Comando Operacional:

Regimento de Transmiss√Ķes, em Lisboa
Centro de Informa√ß√Ķes e Seguran√ßa Militar, em fase de transfer√™ncia da Trafaria para Lisboa
Regimento de Infantaria N¬ļ 1, em Tavira

Na dependência da Zona Militar dos Açores:

Regimento de Guarni√ß√£o N¬ļ 1, em Angra do Hero√≠smo
Regimento de Guarni√ß√£o N¬ļ 2, em Ponta Delgada

Na dependência da Zona Militar da Madeira:

Regimento de Guarni√ß√£o N¬ļ 3, no Funchal

Na dependência da Brigada Mecanizada:

(pela nova org√Ęnica, n√£o disp√Ķe de Unidades da Estrutura Base)

Na dependência da Brigada de Intervenção:

Regimento de Infantaria N¬ļ 13, em Vila Real
Regimento de Infantaria N¬ļ 14, em Viseu
Regimento de Infantaria N¬ļ 19, em Chaves
Regimento de Artilharia N¬ļ 4, em Leiria
Regimento de Artilharia Antia√©rea N¬ļ 1 em Queluz
Regimento de Cavalaria N¬ļ 6, em Braga
Regimento de Engenharia N¬ļ 3, em Espinho

Na dependência da Brigada de Reacção Rápida:

Escola de Tropas Paraquedistas, no Polígono Militar de Tancos
Centro de Tropas Comandos na Serra da Carregueira (Queluz)
Centro de Tropas de Opera√ß√Ķes Especiais, em Lamego
Regimento de Infantaria N¬ļ 3, em Beja
Regimento de Infantaria N¬ļ 10, em Aveiro
Regimento de Infantaria N¬ļ 15, em Tomar
Unidade de Aviação Ligeira do Exército, no Polígono Militar de Tancos


Na dependência das Forças de Apoio Geral:

Regimento de Lanceiros N¬ļ 2, a ser transferido da Ajuda (Lisboa) para a Amadora
Regimento de Engenharia N¬ļ 1, na Pontinha (Lisboa)

Pela nova org√Ęnica do Ex√©rcito, foram ou ser√£o extintas as seguintes unidades:

Regimento de Cavalaria N¬ļ 4, em Santa Margarida, actual Quartel da Cavalaria
Regimento de Infantaria N¬ļ 2, em Abrantes, actual Regimento de Apoio Militar de Emerg√™ncia
Regimento de Infantaria N¬ļ 8, em Elvas, actual Museu Militar de Elvas
Batalh√£o do Servi√ßo de Sa√ļde, em Coimbra
Batalhão de Adidos, em Sacavém
Escola Prática do Serviço de Material (transformado em Regimento de Manutenção)
Escola Prática do Serviço de Transportes

Quadros de pessoal e áreas funcionais do Exército:

O quadro de pessoal do Ex√©rcito Portugu√™s subdivide-se em diversos quadros especiais denominados "corpo de oficiais generais", "armas" e "servi√ßos". Cada quadro especial corresponde a uma √°rea funcional militar, sendo que as combatentes s√£o designadas genericamente "armas" e as essencialmente log√≠sticas s√£o designadas genericamente "servi√ßos". O corpo de oficiais generais inclui todos os oficiais generais do Ex√©rcito, os quais podem ter origem tanto nas armas como nos servi√ßos, sendo que apenas os originados das armas podem ascender ao postos superiores ao de major-general. Os quadros t√©cnicos agrupam os oficiais t√©cnicos de algumas armas e servi√ßos, com origem sobretudo na categoria de sargentos. Os quadros de bandas e fanfarras incluem os militares ligados √† m√ļsica. Existem diversos quadros especiais em extin√ß√£o progressiva, por cancelamento de novas admiss√Ķes.




Armas:

Infantaria (Inf)
Artilharia (Art)
Cavalaria (Cav)
Engenharia (Eng)
Transmiss√Ķes (Tm)

Serviços:

Medicina (Med)
Medicina Dent√°ria (Dent)
Farm√°cia (Farm)
Medicina Veterin√°ria (Vet)
Diagnóstico e Terapêutica (DT)
Administração Militar (AdMil)
Material (Mat)
Juristas (Jur)
Servi√ßo do Reconhecimento das Transmiss√Ķes (SRT)
Superior de Apoio (SAp)
Pessoal e Secretariado (PesSec)
Transportes (Trans)

Quadros Técnicos de Oficiais:

T√©cnicos de Explora√ß√£o de Transmiss√Ķes (TExpTm)
T√©cnicos de Manuten√ß√£o de Transmiss√Ķes (TManTm)
Técnicos de Manutenção de Material (TManMat)
Técnicos de Pessoal e Secretariado (TPesSecr)
Técnicos de Transportes (TTrans)
Técnicos de Enfermagem, Diagnóstico e Terapêutica (TEDT)
Quadros de Fandas e Fanfarras:
Chefes de banda de m√ļsica (CBMUS)
M√ļsicos (MUS)
Corneteiros e Clarins (Corn/Clar)
Quadros em extinção progressiva:
Arma de Paraquedistas (Paraq)
Serviço Geral do Exército (SGE)
Serviço Postal Militar (SPM)
Serviço Geral Paraquedista (SGPQ)
Quadro Técnico de Secretariado (QTS)
Quadro de Enfermeiros Paraquedistas (QEPQ)
Quadro Especial de Oficiais (QEO)
Quadro de Amanuensense (Aman)
Quadro de Amanuenses Paraquedistas
Quadro Permanente de Praças do Exército (QPPE)


 
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antoniomsousa
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Mensagem Enviada: Sex Out 26, 2018 09:56     Assunto : Responder com Citação
 
O ex√©rcito atualmente esta de rastos. Com os sucessivos cortes no or√ßamento, est√£o com falta de condi√ß√Ķes e material se hoje houvesse uma guerra, n√£o estariamos preparados e seriamos logo dominados..
 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Sex Out 26, 2018 10:20     Assunto : Responder com Citação
 
O exército está de rastos não só por isso, há mais de quarenta anos que de ano para ano tem vindo a decair o seu prestígio... Sad
 
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antoniomsousa
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Mensagem Enviada: Seg Out 29, 2018 10:54     Assunto : Responder com Citação
 
Já no pré 25 de abril tínhamos material obsuleto.. Agora pelos vistos não precisamos de exército..
 
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