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Beladona
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Mensagem Enviada: Qui Jan 24, 2019 22:03     Assunto : Monarquias Estrangeiras Responder com Citação
 
Num sistema de monarquia rotativa constitucional uma real Guerra dos Tronos na Malásia...Uma Coroa para nove Sultões...


Uma coroa para nove sultões. A verdadeira Guerra dos Tronos é na Malásia

24 DE JANEIRO DE 2019

Foto: Bernama
Margarida Serra

Dezoito dias depois de o monarca Muhammad V ter abdicado do trono, uma conferência de governadores, em Kuala Lumpur, vai eleger o novo rei. É a primeira vez que isto acontece nos 60 anos de independência do país.


Várias justificações foram avançadas pela imprensa, mas oficialmente não se conhecem as razões para a decisão. Há quem fale de problemas de saúde, já que o rei esteve de baixa desde Novembro, só regressando ao exercício de funções no primeiro dia de Janeiro. Outros avançam a noticia do casamento secreto de Muhammad V com uma russa de 25 anos, antiga Miss Moscovo. O palácio real recusa-se, no entanto, a fazer qualquer comentário.

Muhammad V foi o mais jovem monarca a assumir funções desde a independência do país. Educado em Inglaterra, sucedeu ao pai como Sultão de Kelantan, quando este sofreu um AVC. O agora ex-monarca gosta de desportos radicais como corridas de resistência e provas de todo o terreno. É conhecido pela cordialidade e também pelo sentido de humor.

Pouco depois de ter abdicado, um politico malaio elogiou-o pelo papel que teve na consolidação da democracia e por ter garantido uma transição pacifica e ordeira quando o partido que governava o país há 30 anos perdeu as eleições.

A Malásia tem um sistema de monarquia constitucional em que o Rei é eleito (neste momento no mundo há apenas mais um caso: o Camboja onde o rei é escolhido entre vários candidatos de sangue real). Os sultões que governam, por linha hereditária, nove Estados são escolhidos para serem o rei dos reis (Agong) pelo período de 5 anos. Os outros quatro Estados estão a cargo de dirigentes que integram a conferência de governadores, mas não podem eleger ou ser eleitos.

A lei estabelece uma rotatividade fixa entre os nove sultões. Desde 1957, a ordem seguida determinou que se começasse primeiro pelo Estado de Negeri, seguido por Selangor, Perlis, Terengganu, Kedah, Kelantan, Pahang, Johor e Perak. A lógica seria a do tempo em funções, mas o sultão Ibrahim de Johor recusou a eleição por causa da idade: tinha 84 anos. Seguia-se Abu Bakar de Pahang, mas a conferência não aceitou elegê-lo. O primeiro rei da Malásia moderna foi então Abdul Rahman, de Negeri, que era sultão desde 1933.

Se a ordem for respeitada, depois de Muhammad V, de Kelantan, será a vez do Estado de Pahang. A Constituição prevê, no entanto, que um Estado seja transferido para o fim da lista quando um novo sultão assume funções. Foi o que aconteceu em Pahang, já que o sultão Abdullah foi proclamado apenas no dia 15 deste mês. A decisão final fica ao critério da conferência de governadores.

Neste momento, o cargo está a ser ocupado pelo vice-rei Nazrin Shah, de Perak (também ele eleito), terceiro na linha de sucessão. Depois da eleição, o novo monarca entra em funções no dia 31 de Janeiro.

As funções do rei são maioritariamente cerimoniais, já que o Parlamento e o primeiro-ministro têm o monopólio do poder legislativo. As competências da monarquia foram reduzidas durante a década de 1990 através de alterações constitucionais. O Agong deixou de poder vetar legislação e a imunidade legal foi reduzida a casos muito específicos. Atualmente, o rei é visto, principalmente como o garante do Islão numa Malásia de maioria muçulmana.


 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Sáb Jan 26, 2019 22:45     Assunto : Responder com Citação
 
Rainha de Inglaterra apela aos políticos para encontrarem "um consenso" sobre o Brexit

SIC Noticias
25.01.2019


A Rainha Isabel II fez hoje uma declaração pedindo aos britânicos que encontrem "um consenso", numa intervenção vista como uma referência ao debate no Parlamento sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit).

"Na nossa procura por novas respostas nos tempos modernos, eu prefiro os resultados comprovados, gosto de falar com respeito e respeitar os diferentes pontos de vista para se encontrar um consenso e sem nunca esquecer de dar algum espaço", indicou a rainha.

"Para mim, essas perspectivas são intemporais e eu recomendo-as a todos", acrescentou a Rainha Isabel II, dirigindo-se aos membros da Women's Institute (Instituto da Mulher).

As declarações da Rainha Isabel II foram interpretadas no Reino Unido como uma referência às fortes tensões que estão a marcar o debate sobre o Brexit, previsto, se não houver adiamentos para 29 de Março.

"Mesmo que as diferenças mais profundas nos separem, tratar os outros com respeito, como um ser humano, é sempre um bom primeiro passo", frisou em Dezembro.

Em 15 de Janeiro, o parlamento britânico rejeitou o acordo de saída do Reino Unido da União Europeia negociado pelo Governo de Theresa May com Bruxelas, por 432 votos contra e apenas 202 a favor. Na próxima terça-feira está marcado novo debate e votação.

A pouco mais de dois meses da data prevista para a saída britânica da UE, os deputados da Câmara dos Comuns rejeitaram de forma maciça o acordo de saída, apesar do último apelo feito pela Primeira-Ministra, imediatamente antes da votação, contra "a incerteza" que a rejeição do texto provocaria.

Lusa


 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Qua Fev 06, 2019 16:02     Assunto : Responder com Citação
 
A Rainha Mathilde dos Belgas visita Moçambique com o foco na inclusão e fim da violência

in https://news.un.org/pt/story/2019/02/1658361


4 Fevereiro 2019


A rainha Mathilde da Bélgica iniciou esta segunda-feira 4 de Fevereiro de 2019, uma visita de quatro dias a Moçambique na qualidade de defensora e promotora dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODSs.


 
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