Monarquicos.com Monarquicos.com Fórum Monarquicos.com Vídeos Monarquicos.com Adicionar aos Favoritos
Registar Registe-se neste Fórum (Gratuito)   Entrar Entrar no Fórum
Data: Ter Out 22, 2019 06:28
Índice do Fórum : Actualidade Monárquica
Monarquias Estrangeiras
Ir à página Anterior  1, 2

Luís MF
Novo Utilizador
Novo Utilizador


Offline
Mensagens: 1

Mensagem Enviada: Seg Jul 29, 2019 08:23     Assunto : Responder com Citação
 
Eu vi esse documentário e adorei.
 
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Utilizadores Enviar Mensagem Particular

Beladona
Regente
Regente


Offline
Mensagens: 2655
Local: Algarve
Mensagem Enviada: Dom Ago 04, 2019 22:12     Assunto : Responder com Citação
 
O rei da Tailândia realizou uma cerimónia estranha no domingo, onde nomeou um dos seus principais generais e namorada de longa data como sua amante oficial, um papel que não foi formalmente reconhecido desde 1921.

in Fox News

O rei Maha Vajiralongkorn, também conhecido como Rei Rama X, nomeou o Major-General Sineenat Wongvajirapakdi como a nova Real Nobre Consorte, o título oficial da concubina-chefe, informou a Royal Central.

Na cerimónia televisionada, que também aconteceu no 67º aniversário de Rama X, ele concedeu a Sineenat quatro medalhas, incluindo a mais ilustre Ordem de Chula Chom Klao, 1ª classe e a mais importante Ordem, a do Elefante Branco.

Suthida, que era ex-consorte e comissária de bordo da Thai Airways, casou-se com o rei numa cerimónia oficial no dia 1º de Maio, onde foi nomeada rainha oficial da Tailândia.

Rama X foi casado quatro vezes. Ele casou-se com a sua prima em primeiro grau Princesa Soamsawali Kitiyakara em 1977 e teve um filho. Mais tarde, eles se divorciaram, mas não antes de ter cinco filhos com Yuvadhida Polpraserth, que acabou se tornando a sua segunda esposa. Eles se casaram em 1994, mas se divorciaram dois anos depois. Em 2001 Rama X casou-se com a sua terceira esposa e tiveram um filho do seu casamento de 13 anos antes de se divorciar em 2014.

Segundo o Times esta é a primeira vez que um Rei tailandês tem abertamente mais de um cônjuge desde o fim da monarquia absolutista em 1932.

A última Real Nobre Consorte foi nomeado em 1921. Os últimos quatro Reis tailandeses eram todos monogâmicos, excepto o Rei Rama VIII que nunca se casou.

 
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Utilizadores Enviar Mensagem Particular Enviar E-mail

Beladona
Regente
Regente


Offline
Mensagens: 2655
Local: Algarve
Mensagem Enviada: Sáb Ago 10, 2019 09:25     Assunto : Responder com Citação
 
Uma postura muito interessante publicada há já algum tempo, mas continuando a ser um artigo/entrevista a Dom João Henrique de Orléans e Bragança muito actual e um exemplo para o nosso movimento monárquico...

“A família real não tem o direito de dizer quem será o rei”, diz Dom João de Orléans e Bragança, 63 anos, é o integrante mais famoso do ramo de Petrópolis


Por:Tiago Cordeiro, especial para a Gazeta do Povo [08/08/2017]


No ramo da família imperial de Petrópolis, muitos dos atuais descendentes não concordam com a renúncia de 1908. Afinal, não havia um trono para se abrir mão, nem a carta do príncipe foi protocolada e devidamente reconhecida por autoridades civis brasileiras. Dos homens deste ramo da família, caso a renúncia fosse desconsiderada, Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança teria herdado o trono e seria o rei até morrer, em 2007. Teria sido seguido por Pedro Carlos, mas ele se casou, duas vezes, com mulheres que não são da nobreza – o que reabriria a polêmica.

Mas o sucessor mais popular dessa parte da família é outro: o príncipe Dom João. Ele vive em Paraty, onde trabalha como fotógrafo e mantém uma imobiliária e a Pousada do Príncipe. Surfista, já pegou onda na Indonésia e mantém, desde a década de 1970, uma relação muito próxima com os índios Xingu. Todos os anos, oferece um almoço aos escritores presentes à Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip.

LEIA MAIS: O Brasil ainda tem uma família imperial. Mas, por quê?

Em entrevista à Gazeta do Povo, Dom João Henrique de Orléans e Bragança afirmou que a família real não tem o direito de indicar quem será o próximo rei. Ele também falou sobre as prioridades de um monarca, o combate à corrupção e a relação entre Estado e religião.

O que a família real tem a oferecer ao Brasil hoje?

As monarquias parlamentaristas constitucionais, como existem em boa parte da Europa, funcionam com a vantagem de fazer a separação de governo e estado. Acredito que o parlamentarismo funciona melhor com um rei de chefe de estado. As famílias reais são educadas desde cedo a servir ao país, a dedicar sua vida à nação, sem querer nada em troca. É uma postura de idealismo e de patriotismo.

Em caso de retorno da monarquia, quem deveria ser o rei do Brasil?

Em qualquer democracia a lei é feita através do parlamento. A família real não tem o direito de dizer quem será o rei. A família não tem esse poder nem esse direito de indicar. O rei seria escolhido pela população através de seus representantes legais no Congresso. Não existe obrigatoriedade de ser um Orleans e Bragança.

Existe mesmo uma rixa entre os grupos de Petrópolis e de Vassouras?

Hoje existe um contato, mas um problema que existe é que dois membros do ramo de Vassouras (Dom Luiz e Dom Bertrand) são ligados a uma instituição de direita. Eles estão fora de qualquer postura aceita para uma família real. Eu sou suprapartidário. Já me pediram para eu me candidatar para cargos, o governador (do Rio de Janeiro) Brizola me convidou para entrar para o governo, trinta anos atrás. Mas eu sempre digo: eu faço política, mas não posso entrar em política partidária. É a premissa básica das famílias reais. Nos eventos políticos e culturais que faço na minha casa, recebo de frei Betto a Fernando Henrique Cardoso.

SAIBA MAIS:  Leia a entrevista com Dom Bertrand, integrante do ramo de Vassouras da família imperial

Um rei faria voltar o Poder Moderador, que dava poderes aos imperadores?

Nos parlamentarismos republicanos, o presidente também exerce um poder moderador porque representam não o governo, mas a nação. Essa é a vantagem do parlamentarismo, que funciona infinitamente melhor do que nosso presidencialismo de coalisão, ou de cooptação. E na Inglaterra, na Espanha, na Bélgica, na Noruega, na Suécia, na Dinamarca, os representantes da instituição, ou seja, o rei e a rainha, não dizem o que eles querem. Isso é regido pela constituição. A lei que rege uma sociedade é a força maior. Os reis, os presidentes, os deputados, os senadores, todos os servidores públicos devem servir ao país por ideal.

Quais seriam suas prioridades como monarca?

Veja bem, o rei tem como prioridade apenas o equilíbrio das instituições e a função de reger o acordo entre partidos. O chefe da instituição não dita políticas, mas tenta conciliar interesses do país, para que não batam tanto de frente com interesses partidários. Nem um presidente, num sistema parlamentarista, tem prioridades pessoais. Quem manda é o parlamento.

Como o senhor combateria a corrupção?

Volto a dizer: a grande mudança não é a monarquia, é o parlamentarismo. Num regime parlamentarista, Michel Temer já teria caído, sem crise, e a notícia nem teria tanto destaque na capa dos jornais. Hoje falta justamente alguém que concilie a divisão, a intolerância que está acontecendo no país hoje.

Apoiaria projetos de união estável homoafetiva?

Sou totalmente a favor. Há anos mando meu apoio para grupos LGBT e peço que acabe a intolerância em relação a todas as minorias.

Defenderia o fortalecimento da igreja católica?

Isso não faz nenhum sentido. A ligação entre Estado e religião é medieval. Vou te contar uma passagem de dom Pedro II, que foi um dos maiores estadistas do Brasil. Ele foi visitar a rainha Vitória, numa viagem particular, paga do bolso dele. Ela perguntou onde ele tinha ido pela manhã: à sinagoga de Londres. E onde iria à tarde: à mesquita. Ele falou: “tenho a maior admiração por essas duas religiões, elas têm grandes valores morais e éticos”. Essa postura é a minha.

Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.


 
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Utilizadores Enviar Mensagem Particular Enviar E-mail

Beladona
Regente
Regente


Offline
Mensagens: 2655
Local: Algarve
Mensagem Enviada: Sáb Ago 10, 2019 09:35     Assunto : Responder com Citação
 
A não esquecer...

Apesar de na altura Espanha ainda ser uma república, não posso deixar de partilhar esta horrível memória de um tempo que espero não volte...Faz este mês de Agosto de 2019, no próximo dia 14, 83 anos da horrível matança ou massacre de Badajoz na Guerra Civil Espanhola...


(AGOSTO DE 1936) ‘A MATANÇA DE BADAJOZ’ FOI O MAIOR MASSACRE DA GUERRA CIVIL ESPANHOLA


No dia 14 de Agosto de 1936 e nas duas semanas seguintes foram mortas milhares de pessoas (segundo algumas estimativas cerca de 10 mil), a maioria fuziladas na antiga Praça de Touros.


O jornalista português Mário Neves, que chegou a Badajoz no dia 15 de Agosto, ainda pôde testemunhar todo o horror que se vivia na cidade extremenha e disso deu conta num artigo publicado no Diário de Lisboa de 16 de Agosto e depois num livro intitulado “A matança de Badajoz”.

Milhares de espanhóis perseguidos pelas tropas fascistas fugiram em direcção à fronteira portuguesa, sendo entregues de novo aos torcionários espanhóis e fuzilados. Foi um dos primeiros episódios da violência fascista em larga escala, menos de um mês depois do inicio da sublevação dos generais sediciosos, que iria marcar toda a guerra civil espanhola.


Escrevia Mário Neves no último artigo (censurado) enviado para o “Diário de Lisboa”:

“Badajoz, 17. – Vou partir. Quero deixar Badajoz, custe o que custar, o mais depressa possível e com a firme promessa à minha própria consciência de que não mais voltarei aqui. Por muitos anos que me conserve na vida jornalística, jamais se me deparará, por certo, acontecimento tão impressionante como este que me trouxe a terras abrasadoras de Espanha e me conseguiu desafinar por completo os nervos. Não se trata de uma piuguice ridícula, dum sentimentalismo excessivo. Basta ter uma mediana formação moral e estar sinceramente fora das paixões que se chocam para não poder presenciar a frio as cenas horríveis desta guerra civil tremenda que ameaça devorar a Espanha, destruindo para sempre o amor e semeando ódios bem fundos.

Antes de abandonar, porém, esta cidade, onde a paz não voltará com certeza a reinar tão cedo – digo paz e não sossego -, desejo abordar ainda um aspecto deste extraordinário assunto. Entrei aqui ontem, às 10 horas da manhã. Os cadáveres que vi não eram os mesmos que hoje encontro, em locais diversos. As autoridades são as primeiras a divulgar, para que se veja como é inflexível a sua justiça, que as execuções são em número muito elevado. Que fazem então dos corpos? Onde poderão enterra-los em tão curto prazo? Quem disporá de tempo para o fazer? Decerto que os serviços de comando deste exército que ocupa agora a cidade não deixou de pensar numa solução. Várias pessoas a quem me dirijo, para tentar satisfazer a minha curiosidade, parecem temer dar-me qualquer resposta.

O acaso, um mero acaso, põe-me em contacto com um sacerdote, que, ao saber-me português, me faz o melhor acolhimento e proporciona a solução para a minha incógnita: os mortos são tantos que não é possível dar-lhes sepultura imediata. Só a incineração em massa conseguirá evitar que os corpos, acumulados, se putrefaçam, com grande perigo para a saúde pública. E foi essa operação macabra que hoje começou a realizar-se às 6 horas da manhã no cemitério, provocando a grande fumaceira que, quando vinha do Caia, observei num ponto que me indicaram como sendo o cemitério.

Graças à companhia deste cura amável, junto do qual não mais encontrei dificuldades, posso ir até ao cemitério da cidade, que fica a cerca de dois quilómetros, próximo da estrada de Olivença. É um cemitério simples de província, com o clássico muro branco e um largo portão de ferro, em que a vigilância dos guardas é hoje bastante apertada. Mas nenhuma porta se fecha hoje, diante de nós, com este salvo-conduto humano, que providencialmente se nos deparou.

Há dez horas que a fogueira arde. Um cheiro horrível penetra-nos pelas narinas a tal ponto que quase nos revolve o estômago. Ouve-se de vez em quando uma espécie de crepitar sinistro da madeira. Nenhum artista, por mais genial que fosse, seria capaz de reproduzir em tela esta impressionante visão dantesca.

Ao fundo, num degrau cavado na terra, com o aproveitamento de uma diferença de nível, encontram-se, sobre traves de madeira transversais, semelhantes às que se usam nas linhas férreas, numa extensão talvez de quarenta metros, mais de 300 cadáveres, na sua maioria carbonizados. Alguns corpos, arrumados com precipitação, estão totalmente negros, mas outros há em que os braços ou as pernas, intactos, escaparam às labaredas provocadas pela gasolina.

O sacerdote que nos conduz compreende que o espectáculo nos incomoda e tenta explicar-nos:

– Mereciam isto. Além disso, é uma medida de higiene indispensável…

O fumo que se evola deste montão disforme já não é denso. Aqui e ali se ergue ainda uma colunazinha branca, que vai espalhando pelo céu, num ambiente louco de calor, um cheiro indescritível. Temos de sair. De um lado, 30 cadáveres de paisanos aguardam a sua vez, enquanto, em frente, 23 corpos de legionários, aqueles que tombaram sob o fogo intenso das metralhadoras, na brecha da Puerta de la Trinidad, estão também à espera de que chegue a hora do seu solene enterramento.

À porta do cemitério, um camião traz mais quatro corpos, que foram recolhidos algures e, conduzidos pelos guardas em carrinhos de mão, se vão juntar aos trinta que serão mais tarde incinerados. – Mário Neves.”

 
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Utilizadores Enviar Mensagem Particular Enviar E-mail

Beladona
Regente
Regente


Offline
Mensagens: 2655
Local: Algarve
Mensagem Enviada: Sáb Out 12, 2019 16:17     Assunto : Responder com Citação
 
O Dia Nacional de Espanha

in The Splendor of the Royals, José Luis Alvarez

Hoje dia 12 de Outubro, comemora-se o Dia Nacional de Espanha. A data comemora o aniversário da primeira chegada de Cristóvão Colombo às Américas, um dia também comemorado em outros países. Para esta comemoração, há um desfile liderado pelos militares (geralmente realizado em Madrid) e presidido pelo Rei (que é o chefe de estado, já que Espanha é politicamente organizada como uma monarquia constitucional) e pela Família Real (Rainha Letizia), Princesa Leonor das Astúrias e Sofia, Infanta de Espanha).

 
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Utilizadores Enviar Mensagem Particular Enviar E-mail

Beladona
Regente
Regente


Offline
Mensagens: 2655
Local: Algarve
Mensagem Enviada: Sex Out 18, 2019 20:33     Assunto : Responder com Citação
 
As primeiras imagens da visita de Kate e William ao Paquistão
13 anos depois, a família real britânica faz-se representar no país através dos duques de Cambridge. Em destaque, os looks coloridos e elegantes escolhidos por Kate Middleton.


in Observador

15 oct 2019, 11:07


Getty Images

Foi na noite de segunda-feira que os duques de Cambridge aterraram em Islamabad, para darem início a cinco dias de uma visita oficial de cinco dias no Paquistão, o resultado de uma das mais difíceis organizações no que a um périplo real diz respeito, revelara entretanto o palácio de Kensington, ciente dos desafios ao nível das medidas de segurança. Mas claro que as maiores dores de cabeça se afastam ligeiramente de cena quando uma parada de looks impõe devida a apreciação — e as já típicas evocações.


À chegada, a mulher de William deixou claro que as jornadas seguintes seriam marcadas por um compromisso entre os seus nomes de estimação e os talentos e preceitos locais. Optou por um shalwar kameez turquesa (o traje tradicional) com assinatura da designer fixada em Londres Catherine Kameez. A escolha da duquesa de imediato trouxe à memória um dos visuais eleitos há quase trinta anos pela princesa Diana, quando também ela visitou o Paquistão, em 1991 — a mesma princesa que seis anos depois, em 1997, poucos meses antes de morrer, regressaria ao país para visitar um hospital oncológico, em Lahore. A mais recente deslocação a este destino por parte de elementos do clã real britânico foi a do príncipe Carlos e de Camilla, que ali estiveram em 2006.


E como a diversidade de visuais é tão intensa como as agendas costumam ser, Kate Middleton voltou a destacar-se na sua elegância habitual, agora no encontro que o casal teve com o primeiro-ministro do país, Imran Khan, no centro da capital do país. Para esta ocasião, a duquesa preferiu um casaco em tom verde vibrante, de novo com design de Catherine Walker, uma cor que deverá repetir dada a sua presença na bandeira do país. Quanto às calças e ao lenço usado, Kate optou por criadores locais, Maheer Khan e Satrangi.


Para o primeiro compromisso oficial do par, que se tratou de uma visita a uma escola, a nota dominante foi o azul, que se revelou em mais um shalwar kameez, desta feita do designer local Maheer Khan.


 
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Utilizadores Enviar Mensagem Particular Enviar E-mail