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sequeira
Monárquico


Mensagens: 252
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Enviada: Qua Fev 25, 2009 22:03 Assunto :
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Caro Izno
A entrevista ao Sr. Pedro Folque teve (pelo menos uma parte) a honra de ser apresentada no Forum Genea, com alguns comentários, sobre os quais não me vou pronunciar, até porque o seu autor os apresentou de forma coerente com o que tem sido o seu pensamento e até, como já o expressei aqui noutra mensagem, com alguma dose de razão em relação às posições que foram as de elementos dessa casa no passado.
Entende o Sr. Folque que não deve ficar prisioneiro dessas posições e que a sua família (ou ele próprio, não percebi bem), apenas solicitaram a "acreditação" - não sei se é assim que se diz - dos seus títulos ao então Conselho de Nobreza porque era a única entidade existente.
Como é evidente, estando o país a viver num regime republicano, nada os obrigava a isso e até serviria para marcar a tal posição contra o ramo miguelista.
Ora o meu confrade JTMB (também estou inscrito nesse forum) gosta de se meter comigo, atribuindo-me uma importância que eu não tenho, e dando honras de citação à resposta qie dei ao IzNo, onde referi o que referi.
Enfim, como me tinha comprometido a não entrar em mais polémicas políticas nesse forum de genealogia, não vou responder.
A propósito (ou talvez não, ou talvez sim) soube hoje uma notícia duplamente aterrorizadora para as posições defendidas por alguns monárquicos Portugueses.
Na Suécia, além de vigorar o princípio da igualdade de género na ordenação dos herdeiros do trono, uma vez que a Princesa Vitória é a herdeira, apesar de ter um irmão varão, ainda apareceu agora a futura Rainha a anunciar o seu casamento morganático com um plebeu.
Lá se vai a teoria da "mulher segue a posição do marido", tão cara a alguns. Pode ter sido assim mas agora já não é.
Como é evidente, numa futura Constituição Monárquica Portuguesa, serão estes os princípios a seguir e não os que já têm mais de 100 anos.
Abraços
sequeira
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sequeira
Monárquico


Mensagens: 252
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Enviada: Qua Fev 25, 2009 22:54 Assunto :
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Caro Pedro Reis
Concordo absolutamente consigo. É (deve ser) muito mais importante o que nos une do que o que nos separa.
Penso, aliás, que nenhuma destas pessoas com que agora alguns de nós se entretêm, terá alguma vez a honra de colocar na cabeça a coroa de Nª Srª da Conceição. O tempo corre veloz e ditará a sua lei.
Infelizmente o chamado frentismo que, pelas normas da luta política clássica, deve nortear qualquer oposição de regime e que você chamou - e bem - "cartilha transversal" ao pensamento monárquico Português é muito mais difícil, uma vez que esbarra em "famílias", não apenas de índole política ou ideológica, mas "reais", no duplo sentido do termo.
Em todo o caso é indubitavelmente nessa cartilha que estou apostado.
Cumprimentos
sequeira
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iznoguud
Regente


Mensagens: 2771
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Enviada: Qui Fev 26, 2009 00:38 Assunto :
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| sequeira escreveu: |
Caro Izno
A entrevista ao Sr. Pedro Folque teve (pelo menos uma parte) a honra de ser apresentada no Forum Genea, com alguns comentários, sobre os quais não me vou pronunciar, até porque o seu autor os apresentou de forma coerente com o que tem sido o seu pensamento e até, como já o expressei aqui noutra mensagem, com alguma dose de razão em relação às posições que foram as de elementos dessa casa no passado.
Entende o Sr. Folque que não deve ficar prisioneiro dessas posições... |
Acho este ponto... interessante, uma vez que o mesmo levanta uma série de questões. E como parece que eu já fui considerado enquanto "vendido" uma mão cheia de vezes... mais acha, menos acha e vai dar tudo ao mesmo lado, mas da próxima por favor antes das acusações passem-me um cheque (de preferência chorudo) para que possam então fazer as ditas acusações com um mínimo de fundamento.
Mas aqui vai...
Quando um Título passa para a geração seguinte, o novo titular não tem de prestar um juramento de fidelidade/lealdade para com o Soberano de Portugal? Corrijam-me se estiver errado por favor.
No seguimento da anterior pergunta e assumindo que eu estou correcto... o que levaria a que se tivesse de novamente prestar um juramento de fidelidade/lealdade para com o Soberano de Portugal SE um seu antepassado já o tinha feito antes? Não será para reafirmar o laço de união entre quem ordena e quem é ordenado?
Eu creio que compreendo, apesar de ser Duartista, o que o Sr. Duque de Loulé afirmou. Os seus antecessores reviram-se, de alguma forma, nas figuras de D. Duarte Nuno e D. Duarte Pio. O presente Duque de Loulé acha que pode servir de alternativa a D. Duarte Pio, encontrando-se disponível para isso SE os Portugueses assim o desejarem.
Acredito que seja uma posição incómoda para muita gente, mas o presente Duque de Loulé não veio a público reclamar o Ducado de Bragança ou outros títulos associados presentemente à Casa de Bragança. Apenas se apresentou enquanto disponível perante os Portugueses caso estes o queiram... achei uma tomada de posição muito interessante. Uma vez que procura não alienar o Duque de Bragança ao mesmo tempo que apenas não lhe reconhece a Soberania de Portugal, uma vez que nem Portugal é uma Monarquia, nem as Cortes que têm o papel de designar quem é o Soberano se pronunciaram sobre tal.
| sequeira escreveu: |
Como é evidente, numa futura Constituição Monárquica Portuguesa, serão estes os princípios a seguir e não os que já têm mais de 100 anos... |
Amén a isso!
IzNoGuud
P.S. - Num acréscimo à posteriori, esqueci-me de dar um exemplo para a minha fundamentação inicial... dá-la-ei agora.
D. Henrique de Borgonha, Pai de D. Afonso Henriques o nosso primeiro Rei, recebeu o Condado Portucalense de D. Afonso VI de Leão e Castela, prestando por isso vassalagem directa a este Monarca.
Aquando da morte de D. Henrique, o seu filho opta por não seguir o exemplo do Sr. seu Pai, evitando prestar esta vassalagem ao então Monarca Afonso VII de Leão e Castela com os famosos episódios que todos conhecemos.
A minha questão é a seguinte. Portugal nasceu de uma quebra de palavra/honra ou D. Afonso Henriques ao evitar prestar tal juramento "libertou-se" do mesmo legitimamente? _________________
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