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iznoguud
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Mensagem Enviada: Sex Jun 17, 2011 14:32     Assunto : O ser-se Monárquico nos tempos que correm! Responder com Citação
 
O ser-se Monárquico nos tempos que correm tem assumido uma crescente dificuldade motivada em boa parte pelo confronto de mentalidades dos próprios monárquicos.
Assim se temos aqueles que defendem a intrassigência da expressão "Deus, Rei, Pátria", precisamente nesta ordem. No lado oposto encontramos aqueles monárquicos para os quais a Monarquia se tornou num Estado de Espírito, permitam-me que lhe chame assim, traduzível em acções quando se age em conformidade com os Valores, Liberdades a esta associados e isto sem esquecer todo o espectro que existe entre estas duas versões.
A aparente incompatibilidade entre algumas opções ou visões dos monárquicos basear-se-á, principalmente, à adesão verdadeiramente dogmática que uns fazem da sua visão/opção do que é ou deve ser uma Monarquia em contradição à visão/opção, mais, Liberal de outros na qual tudo é questionável com a excepção dos tais Valores e Liberdades que uma Monarquia moderna implica e por conseguinte dos Deveres e Obrigações resultantes destes.
Este confronto de visões/opções regra geral traduz uma própria divisão existente entre os monárquicos daquilo que deverá ser uma Monarquia restaurada em Portugal. Encontramos assim aqueles que defendem o regresso a uma Monarquia como a que existia a 4 de Outubro de 1910, chegando ao ponto mais extremo de encontrarmos aqueles que advogam um regresso à visão/opção de uma Monarquia Absolutista, sendo que para aqueles que defendem estas visões/opções toda e qualquer tentativa de abordagem política à questão Regimental é tida enquanto uma cedência à República e por conseguinte uma traição à Monarquia. Do outro lado encontramos que advogam que uma Monarquia, hoje, deverá ser o resultado daquilo que os Portugueses, de hoje, desejarem para a Sociedade na qual vivem e para o Regime que os representar, tornando-se assim virtualmente impossível uma mudança Regimental que não passe por um compromisso político com a República.

Paulo Especial
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sequeira
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Mensagem Enviada: Sex Jun 17, 2011 20:21     Assunto : Responder com Citação
 
Caro amigo

Sem estar a intervir (ainda) na sua questão apenas acho que, verdadeiramente, só uma ínfima percentagem de monárquicos quer voltar ao 4 de Outubro. Mesmo os que o afirmam, fazem-no porque estamos em república e é fácil afirmar isto e aquilo sem a correspondente responsabilidade prática, muitas vezes apenas para "agradar" a quem a "gente" sabe. É muito fácil "arrotar" postas de pescada tendo a convicção de que não teremos de passar por elas.

Apenas um exemplo: em 4 de Outubro mandava o casamento católico, para toda a vida, mesmo que as "facadas" se sucedessem (basta ver o número de bastardos); ora hoje, mesmo nos monárquicos mais tradicionais, os divórcios abundam, os segundos e terceiros casamentos são uma quase regra e não estou a ver que alguém queira chamar ilegítimos aos frutos dessas uniões.

O que é tem muita força. Necessariamente o ponto de partida, mesmo com algumas excepções, terá de ser baseado nos tempos actuais

Abraço

josé sequeira
 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Sex Jun 17, 2011 23:17     Assunto : Responder com Citação
 
Tomo a liberdade de transcrever para aqui com pequenas modificações para uma melhor compreensão mas não lhe modificando o conteúdo o que te respondi na tua página do FB a este mesmo texto:

Segundo o que subentendo do que é uma Monarquia e viver-se nos dias de hoje sob o seu regime no Ocidente, o ser-se monárquico nos dias de hoje em Portugal deveria de ser o que infelizmente na realidade não é, pois há um tipo de “partidarização” que grassa no seu seio em desprimor dos verdadeiros interesses monárquicos e da união que deveria de existir entre todos os monárquicos causando todo o tipo de marginalizações, divisionismos, perseguições, tentativas de silenciamento , isolamento e desprestígio da imagem e do pensamento de alguns monárquicos que se encontrem supostamente do “outro lado da barricada” ou na “oposição”. Por outras palavras, que não sejam apoiantes de uma pretensão e vassalos cegos às diversas realidades do que nos rodeia.

É neste tipo de politiquice de salão de inquisitória idade média que nascem e dá-se vida a uns pequenos “vermes” que tudo fazem para sobreviver lambuzando as botas dos seus “mestres e senhores” e perseguindo todos aqueles que lhes podem tirar o “tacho”…Não estou a ver a população portuguesa na sua maioria e generalidade agradar-se deste tipo de sociedade…

Para muitos destes monárquicos só existe um pretendente, direi mais, existe já um rei e por motivos que só os próprios poderão explicar mas que acho um pensamento limitador e desrespeitador da população na sua generalidade, um Rei é um Deus porque nunca falha e o que Dele emana é sagrado e Lei não havendo lugar para mais nenhuma pretensão nem opiniões divergentes.

Pessoalmente um Rei para o ser tem de passar por umas Cortes ou algo que se lhe assemelhe desde que legal e de ser aclamado. O nosso último Rei foi D. Manuel II e infelizmente não deixou descendência...

Que se conheçam e quer se goste ou não, existem até ver três pretendentes à coroa portuguesa.

Pessoalmente e sem desprimor para com ninguém, até ver volto a dizer, e a meu ver com as bases conhecidas que suponho dentro dos requisitos ou leis monárquicas portuguesas para tal, existem dois pretendentes à coroa portuguesa, tendo sido entregue a um destes dois pretendentes, o estatuto de representante da Família Real Portuguesa.

Desenganem-se os monárquicos que na sociedade em que presentemente vivemos, sejam aceitáveis pela população quaisquer formas de imposições, sejam elas de regime, de um Rei, de uma crença única ou seja lá mais o que lhes venha à ideia.

Portugal é um país extremamente rico na sua diversidade de culturas, crenças e onde depois do 25 de Abril de 1974 existem entre outras coisas a liberdade de opinião e de expressão.

Apelo a que haja união entre todos os monárquicos pois a Causa que nos une é a mesma e só unidos poderemos fazer a diferença em nosso benefício.

Apelo a que se vele principalmente pelos interesses da Monarquia aproveitando o momento que o país está a passar em nosso benefício não nos enleando em meras particularidades que terão o seu próprio escrutínio no momento certo.

Beladona
 
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Valdez
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Mensagem Enviada: Sáb Jun 18, 2011 07:49     Assunto : re Responder com Citação
 
Cara Beladona

Pela parte que nos toca desde que o Sr. Duarte Pio se retrate perante os portugueses e se assuma como pretendente ao trono em representação da linha miguelista, despido dos titulos que hora enverga falsa e usurpatoriamente, estamos de acordo com a sua ideia, até porque do ponto de vista pessoal tirando um pequeno equivoco que houve temos a maior consideração pelo duque de Loulé e era precisamente este espirito de colaboração e fazer algo pela causa que motivou os " famosos" encontros em Itália, infelizmente as coisas não correram na altura muito bem, mas quem sabe no futuro?

O Prof. Nuno Cardoso da Silva aqui há uns anos fez uma espécie de profecia onde vaticinava que o Sr. Duarte Pio se não se retira-se a bem acabaria por ser varrido da cena e é isso que está a acontecer, por pessoas que o conhecem bem, muito bem e que o ajudaram muito no passado, como é o caso do Eng. Nuno da Câmara que na altura do seu apogeu como cantor, nunca se negou a ir cantar de borla a espetaculos para angariar fundos para a causa, quando pouca ou nenhuma gente ouvia ou sequer dava importancia à figura de Duarte Pio.
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http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/
 
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Seg Jun 20, 2011 10:37     Assunto : Responder com Citação
 
sequeira escreveu:
Caro amigo

Sem estar a intervir (ainda) na sua questão apenas acho que, verdadeiramente, só uma ínfima percentagem de monárquicos quer voltar ao 4 de Outubro. Mesmo os que o afirmam, fazem-no porque estamos em república e é fácil afirmar isto e aquilo sem a correspondente responsabilidade prática, muitas vezes apenas para "agradar" a quem a "gente" sabe. É muito fácil "arrotar" postas de pescada tendo a convicção de que não teremos de passar por elas.

Apenas um exemplo: em 4 de Outubro mandava o casamento católico, para toda a vida, mesmo que as "facadas" se sucedessem (basta ver o número de bastardos); ora hoje, mesmo nos monárquicos mais tradicionais, os divórcios abundam, os segundos e terceiros casamentos são uma quase regra e não estou a ver que alguém queira chamar ilegítimos aos frutos dessas uniões.

O que é tem muita força. Necessariamente o ponto de partida, mesmo com algumas excepções, terá de ser baseado nos tempos actuais

Abraço

josé sequeira


Excelente forma de ver as coisas meu caro Sequeira 0006

Então quer dizer, na sua opinião, que estamos reduzidos aqueles que para agradar, mandam postas de pescada sem qualquer intuito em fazer algo de concreto e aqueles que dão a cara e procuram fazer algo de concreto.

E pela quantidade de pessoal que temos visto a fazer ou tentar fazer algo pela Causa... então, apesar de estarmos melhor do que quando eu comecei... ainda estamos a anos luz de atingir o nosso objectivo, uma vez que não há quem organize e estruture todo o Movimento Monárquico de forma coerente.

IzNoGuud
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Beladona
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Local: Algarve
Mensagem Enviada: Seg Jun 20, 2011 14:34     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
Cara Beladona

Pela parte que nos toca desde que o Sr. Duarte Pio se retrate perante os portugueses e se assuma como pretendente ao trono em representação da linha miguelista, despido dos titulos que hora enverga falsa e usurpatoriamente, estamos de acordo com a sua ideia, até porque do ponto de vista pessoal tirando um pequeno equivoco que houve temos a maior consideração pelo duque de Loulé e era precisamente este espirito de colaboração e fazer algo pela causa que motivou os " famosos" encontros em Itália, infelizmente as coisas não correram na altura muito bem, mas quem sabe no futuro?

O Prof. Nuno Cardoso da Silva aqui há uns anos fez uma espécie de profecia onde vaticinava que o Sr. Duarte Pio se não se retira-se a bem acabaria por ser varrido da cena e é isso que está a acontecer, por pessoas que o conhecem bem, muito bem e que o ajudaram muito no passado, como é o caso do Eng. Nuno da Câmara que na altura do seu apogeu como cantor, nunca se negou a ir cantar de borla a espetaculos para angariar fundos para a causa, quando pouca ou nenhuma gente ouvia ou sequer dava importancia à figura de Duarte Pio.


Caro Valdez deixou-me curiosa,

Supondo que o entendi correctamente, a pretensão do Sr. D. Duarte Pio teria de se retratar de supostas usurpações para ser considerado um pretendente.

A pretensão do Sr. Rosário Poidimani que suponho existir até agora, está ou poderá ser preterida em favor da pretensão do Sr. Duque de Loulé?

Nessa situação (do Sr. Duque de Loulé) e se me permite mais esta pergunta, em que posição ficaria o Sr. Rosário Poidimani ou qual o seu papel nessa situação tanto no presente como num suposto futuro em que a pretensão do Sr. Duque de Loulé prevalecesse?

Beladona
 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Seg Jun 20, 2011 15:15     Assunto : Responder com Citação
 
iznoguud escreveu:
sequeira escreveu:
Caro amigo

Sem estar a intervir (ainda) na sua questão apenas acho que, verdadeiramente, só uma ínfima percentagem de monárquicos quer voltar ao 4 de Outubro. Mesmo os que o afirmam, fazem-no porque estamos em república e é fácil afirmar isto e aquilo sem a correspondente responsabilidade prática, muitas vezes apenas para "agradar" a quem a "gente" sabe. É muito fácil "arrotar" postas de pescada tendo a convicção de que não teremos de passar por elas.

Apenas um exemplo: em 4 de Outubro mandava o casamento católico, para toda a vida, mesmo que as "facadas" se sucedessem (basta ver o número de bastardos); ora hoje, mesmo nos monárquicos mais tradicionais, os divórcios abundam, os segundos e terceiros casamentos são uma quase regra e não estou a ver que alguém queira chamar ilegítimos aos frutos dessas uniões.

O que é tem muita força. Necessariamente o ponto de partida, mesmo com algumas excepções, terá de ser baseado nos tempos actuais

Abraço

josé sequeira


Excelente forma de ver as coisas meu caro Sequeira 0006

Então quer dizer, na sua opinião, que estamos reduzidos aqueles que para agradar, mandam postas de pescada sem qualquer intuito em fazer algo de concreto e aqueles que dão a cara e procuram fazer algo de concreto.

E pela quantidade de pessoal que temos visto a fazer ou tentar fazer algo pela Causa... então, apesar de estarmos melhor do que quando eu comecei... ainda estamos a anos luz de atingir o nosso objectivo, uma vez que não há quem organize e estruture todo o Movimento Monárquico de forma coerente.

IzNoGuud


Caro Izz,

Suponho que o que o caro Sequeira focou é uma realidade entre alguns monárquicos que podem não ser muitos, mas devido às posições que ocupam numa parte do movimento monárquico são suficientes para confundirem e desmotivarem muito boa gente que poderia participar e interessar-se mais pela Causa, mas que com as demonstrações públicas das perseguições que se fazem a monárquicos e a que podem também estar sujeitos desistem pura e simplesmente não estando para ter aborrecimentos ou criar inimizades.

Embora concorde com o caro Sequeira eu além do exemplo dos casamentos religiosos de 4 de Outubro e os dias de hoje em que os tão tradicionais monárquicos embarcaram todos mais em se interessarem em serem felizes e mandarem às urtigas um já estafado e finado matrimónio, eu iria também para a abertura mental às realidades político-sociais de hoje em dia, onde tudo o que contrarie a visão do que foi estipulado por uma pretensão e/ou respectivos conselheiros impõem é considerado traição à Causa e à Pátria.

Tu és no FB um verdadeiro exemplo do que foco, por teres este espaço, por teres três salas abertas a três pretensões, por no teu espaço se aceitarem as diversas opiniões, etc., e não fazeres a vontade a esses senhores de votares o teu espaço única e exclusivamente a uma única pretensão. Como tal, és tratado das formas mais abjectas que se possam imaginar. Lool, em contrapartida és uma espinha de peixe espetada nas goelas desses senhores e até imagine-se na página da Causa Real e outras páginas e entidades monárquicas, ou melhor, de quem sabemos que por lá administra as mesmas.

Beladona
 
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Ter Jun 21, 2011 14:13     Assunto : Responder com Citação
 
Foram movidos os posts relativos à questão Dinástica para a Secção do Sr. Rosário Poidimani para o seguinte tópico o qual pode ser encontrado no link a seguir.

http://www.monarquicos.com/forum/viewtopic.php?t=1 825

Agradeço que se passe, de agora em diante, a tentar respeitar as temáticas dos tópicos em causa em especial quando se é alertado para tal pela Administração.

IzNoGuud
Administrador do espaço www.monarquicos.com
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Ter Jun 21, 2011 14:25     Assunto : Responder com Citação
 
Desculpa-me a demora Beladona... mas os teus textos têm assuntos interessantes para focar.

Tentarei, assim que puder, focar-me neles Wink

IzNoGuud
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qua Jun 22, 2011 12:51     Assunto : Responder com Citação
 
Esta é mais uma EXCELENTE questão da nossa cara Beladona Wink

Beladona escreveu:
...Suponho que o que o caro Sequeira focou é uma realidade entre alguns monárquicos que podem não ser muitos, mas devido às posições que ocupam numa parte do movimento monárquico são suficientes para confundirem e desmotivarem muito boa gente que poderia participar e interessar-se mais pela Causa, mas que com as demonstrações públicas das perseguições que se fazem a monárquicos e a que podem também estar sujeitos desistem pura e simplesmente não estando para ter aborrecimentos ou criar inimizades.

Embora concorde com o caro Sequeira eu além do exemplo dos casamentos religiosos de 4 de Outubro e os dias de hoje em que os tão tradicionais monárquicos embarcaram todos mais em se interessarem em serem felizes e mandarem às urtigas um já estafado e finado matrimónio, eu iria também para a abertura mental às realidades político-sociais de hoje em dia, onde tudo o que contrarie a visão do que foi estipulado por uma pretensão e/ou respectivos conselheiros impõem é considerado traição à Causa e à Pátria.

Tu és no FB um verdadeiro exemplo do que foco, por teres este espaço, por teres três salas abertas a três pretensões, por no teu espaço se aceitarem as diversas opiniões, etc., e não fazeres a vontade a esses senhores de votares o teu espaço única e exclusivamente a uma única pretensão. Como tal, és tratado das formas mais abjectas que se possam imaginar. Lool, em contrapartida és uma espinha de peixe espetada nas goelas desses senhores e até imagine-se na página da Causa Real e outras páginas e entidades monárquicas, ou melhor, de quem sabemos que por lá administra as mesmas...


Eu creio que o Post do nosso caro Sequeira e da minha caríssima Beladona apenas demonstram a verdadeira REVOLUÇÃO que grassa DENTRO do Movimento Monárquico Português!

Há uma verdadeira "luta" pela definição daquilo que é ou deve de ser uma Monarquia para o presente em Portugal.

Assim é normal, apesar dos abusos por parte de alguns, que existam atritos entre as diferentes formas de pensar, as quais variam do mais conservador ao mais liberal com tudo aquilo que existe pelo meio a nível de concessões de parte a parte Smile

Infelizmente alguns, por forma a SABOTAREM toda e qualquer iniciativa de progressão neste diálogo, seja por discordarem do sentido que o Movimento Monárquico está a tomar, seja por discordarem das opiniões de alguns dos participantes ou de uma forma mais absurda, por mesquinhez pessoal relativamente a pessoas em concreto. Tudo fazem e a tudo apelam para que não se credibilizem ou sejam aceites algumas das posições expostas! Chegando ao ponto de se CALUNIAR, MENTIR, INSULTAR, (tentar) CHANTAGEAR e por aí fora...

Eu creio que, comparativamente à alguns anos atrás, para além de nunca a República ter estado tão abalada, nunca o Movimento Monárquico esteve tão fervilhante e, muito sinceramente, tal não acontece fruto de qualquer iniciativa nascida nas organizações ditas oficiais e sim antes nos NOVOS, permitam-me o pleonasmo, Monárquicos que têm surgido e dado a cara em acções, debates ou simples questionar de situações antes tidas enquanto "verdades absolutas", para não dizer Dogmas no melhor sentido religioso.

IzNoGuud
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