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iznoguud
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Mensagens: 2768

Mensagem Enviada: Seg Jun 22, 2009 10:53     Assunto : Responder com Citação
 
Paulino B. Fernandes escreveu:
Caro IzNo,

As visões são várias, as interpretações também, mas algumas estão fundamentadas, são conhecidas e já se tornaram indiscutíveis.


Concordo em absoluto, apesar de discordar da forma como se procura dar a entender coisas que ainda não aconteceram. Pelo menos tanto quanto seja do meu conhecimento.

Há situação que são fundamentadas e as mais variadas interpretações destas. No entanto ainda não vi nada de indiscutível relativamente a esta posição, antes digo que de forma crescente têm surgido mais dúvidas relativamente à mesma.

Paulino B. Fernandes escreveu:
Apenas para não alimentar confusões em torno da senhora D. Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gotha e
Bragança ao insistir em chamar-lhe “Sra. Hilda Toledano”. O Paulo sabe que já foi aqui diversas vezes discutido e devidamente fundamentado
que “Hilda de Toledano” se tratou apenas de um pseudónimo literário e
jornalístico utilizado pela Infanta «encoberta» de Portugal (e tal aconteceu
apenas durante um período da sua vida, tendo depois a senhora retomado o uso
do seu nome civil).


Meu caro, seja aquilo que for ou aquilo que lhe chame. Eu, a título pessoal, não reconheço à Sra. em causa o nome de família que esta afirmou ser detentora, por nunca ter sido confrontado com documentos os quais me provassem para além de qualquer margem para dúvidas tanto da veracidade do contido nestes como da sua autenticidade, nalguns casos e uma vez mais apenas falo a título pessoal.

Paulino B. Fernandes escreveu:
Que não agrade que o Rei D. Carlos tenha deixado uma descendente que
contestou e invalidou as pretensões do Ramo Miguelista (banido e
proscrito )até posso entender, mas alimentar uma confusão em torno do nome da senhora D. Maria Pia parece-me exagerado.


Como o meu caro bem sabe, é-me totalmente indiferente quantos descendentes que D. Carlos tenha deixado, visto serem conhecidos alguns e tal não os colocar acima da "carne seca".

Há regras que ditam a forma como a Sucessão do Trono de Portugal ocorre. Regras estas que importa cumprir antes de as mesmas poderem ser alteradas, caso nisso se veja interessa.

Posso dar o exemplo da vizinha Espanha, na qual ainda se irá processar, aparentemente, por uma última vez uma sucessão de Pai para Filho, apesar da existência de Filhas mais velhas, antes de uma muito falada alteração das Leis da Sucessão as quais permitam que aquele(a) que ascenda a Príncipe/Princesa Herdeiro(a) o faça por ordem de nascença e não pelo género do mesmo.

Relativamente às Leis do Banimento e da Proscrição, convém não esquecer que uma delas é República e que ambas já foram especificamente revogadas, logo e no caso de não acontecer entretanto uma qualquer revolução monárquica que derrube o presente Regime, a revogação destas Leis será aceite e aplicada pelo actual Sistema Político e Legal.

Quanto à opção de que a Lei do Banimento é uma Lei Monárquica e que esta apenas poderia ser revogada por um "Sistema" Monárquico.
Tal para além de ainda mais colocar em cheque qualquer hipótese que a Pretensão que o meu caro segue, por o mesmo "Sistema" Monárquico que baniu D. Miguel e sua descendência ter definido nas regras da Sucessão especificamente que "bastardos" não poderiam ascender ao Trono de Portugal.

Convém não esquecer que as Leis não são Monárquicas ou Republicanas e sim que apenas são Leis, quanto muito ligadas a Constituições (quando é o caso).

Importa somente reter é que o actual Sistema Político, de cariz Republicano, por ser Republicano não pode legislar (especificamente) relativamente a questões Monárquicas. O que não foi o caso da revogação da Lei do Banimento, na qual apenas se revogou a penalização imposta aos direitos civis de alguns cidadãos portugueses ou seus descendentes.

Paulino B. Fernandes escreveu:
Além da documentação existente, Mário Soares, Humberto Delgado,
Francisco de Sousa Tavares, Fernando Luso Soares, Jean Pailler, e
até mesmo o reputadíssimo historiador A.H. de Oliveira Marques e
os Tribunais portugueses, lhe reconheceram a validade do nome “Maria Pia” (o mesmo nome próprio que teve a Sua Avó paterna, D. Maria Pia de Sabóia).


Meu caro, sem querer por em causa toda as "sumidades" que o meu caro invocou para defender a sua posição. Apenas lhe posso dizer que os mesmos, tal como eu, são Seres Humanos e como tal passíveis de erro ou de ser enganados.

Sir Arthur Conan Doyle, personagem mais conhecida por ter dado vida ao Sr. Sherlock Holmes acreditava piamente na existência de fadas (logo que estas existiam) e no entanto ninguém coloca em causa a sanidade ou capacidade de julgamento do dito Sr.

Aqui alguém estará, o mais certo o possível, errado.
Os meus motivos e razões, até prova em contrário, mantém-se visto ainda estar à espera das repostas às perguntas as quais têm sido feitas nos diversos tópicos onde estas questões foram expostas (no presente inclusive).

IzNoGuud
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