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Data: Qua Dez 11, 2019 19:59
Índice do Fórum : Rosário Poidimani
Ricardo Araujo Pereira e o PPM
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Ter Jan 26, 2010 14:00     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Luzíadus escreveu:
sim percebo e sei disso, só que então porque é que o Presidente do PPM anda na comunicação social a demonstrar que é contra D.Duarte? ou seja, sendo o presidente de um partido monarquico é a cara do partido, é como se a Manuela Ferreira Leite fosse contra Cavaco Silva.... acho que fiz uma boa comparação... Rolling Eyes "espero que perceba o que tou a dizer" Rolling Eyes


Discordo totalmente daquilo que o meu caro está a dizer.

Dou-lhe outro exemplo...

Eu SOU Duartista, logo pela sua maneira de ver, o www.monarquicos.com seria FORÇOSAMENTE de índole Duartista, visto que o seu Administrador (esquecendo por momentos que somos 2) igualmente o era!

Não posso concordar com o meu caro.

Uma coisa é a afirmação política, ideológica, etc. de um espaço. O qual pode ser ou tentar ser o mais abrangente o possível por forma a que não coloque em cheque as posições pessoais de cada um, como acontece com o PPM mas onde, por exemplo já NÃO acontece com o PS, o qual indica EXPECIFICAMENTE que é um Partido de índole republicana (e o que isso faz, então, dos monárquicos filiados neste Partido? na minha opinião, aqui SIM à ponta por onde se pegar!)

E outra coisa são as opiniões pessoais a cada um, o que é TOTALMENTE diferente.

Luzíadus escreveu:
a opção do presidente não é a mesma de todo o partido, mas que influencia lá isso influencia.


Isso será a sua opinião, basta ir perguntar a outros membros do PPM quanto à capacidade de "influência"/"pressão" que estes sentem relativamente a esta questão por parte do Sr. Nuno da Câmara Pereira.

IzNoGuud
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iznoguud
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Mensagens: 2768

Mensagem Enviada: Ter Jan 26, 2010 14:03     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
...Corre aliás por aí que a desmobilização é enorme no campo duartista ao ponto de estar a afectar a vida familiar do Sr. e o rendimento escolar dos filhos. Tal é a deprê...


Sr. Valdez, tal como eu AVERTI o Sr. Ad V. quanto a NÃO se entrar por um determinado caminho, o qual NADA trás de concreto ou até benéfico para a discussão em causa.

O mesmo lhe peço a si. Deixe de recorrer a estes "subterfúgios" para dar "tacadas" nos seus opositores.

O meu caro está, NOVAMENTE, advertido e olhe que eu NÃO gosto de me repetir demasiadas vezes.

IzNoGuud
Administrador do espaço www.monarquicos.com
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Luzíadus
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Mensagem Enviada: Ter Jan 26, 2010 19:03     Assunto : Responder com Citação
 
ainda continuo á espera das propostas da pretensão Rosarina (? Neutral Rolling Eyes ) quanto ao que querem fazer em Portugal, quais as suas ideias? o que li no discurso é o que toda a gente já sabe.
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www.principadodafuzeta.com.pt
 
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Valdez
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Mensagem Enviada: Ter Jan 26, 2010 20:35     Assunto : re Responder com Citação
 
Caro Lusiadus

Não é só uma questão de saber, as nossas propostas centram-se na autonomia de Portugal no mais amplo leque de possibilidades, sendo prioritárias:

1º energias, para as quais a aliás SAR. D. Rosário colaborou até à data do ataque, nomeadamente financiando do seu bolso a investigação do hidrogénio www.hidrogenpower.com

2º recuperação e novas iniciativas no sector agricola

3º recuperação sector pescas

4º sector da saúde veja discurso de 1º Dez

5º educação onde defendemos um modelo semelhante às escolas Waldorf. http://www.anaba.com.br/ http://www.waldorf.com.br/

Se tratar bem desdes assuntos já deixará uma grande obra para o futuro.
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http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/
 
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Luzíadus
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Local: Olhão - Reino do Algarve
Mensagem Enviada: Qua Jan 27, 2010 01:06     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
Caro Lusiadus

Não é só uma questão de saber, as nossas propostas centram-se na autonomia de Portugal no mais amplo leque de possibilidades, sendo prioritárias:

1º energias, para as quais a aliás SAR. D. Rosário colaborou até à data do ataque, nomeadamente financiando do seu bolso a investigação do hidrogénio www.hidrogenpower.com

2º recuperação e novas iniciativas no sector agricola

3º recuperação sector pescas

4º sector da saúde veja discurso de 1º Dez

5º educação onde defendemos um modelo semelhante às escolas Waldorf. http://www.anaba.com.br/ http://www.waldorf.com.br/

Se tratar bem desdes assuntos já deixará uma grande obra para o futuro.


mas como chefe de estado que poder terá para que isso se concretize?? isto é quem governa não é o Rei.
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Valdez
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Mensagem Enviada: Qua Jan 27, 2010 09:00     Assunto : re Responder com Citação
 
Caro Luziadus

Tudo depende, agora um rei condiciona sempre a situação politica.

Se o rei for a um centro de investigação onde estejam a desenvolver determinada tecnologia, em visita e manisfestar a sua satisfação porque o projecto por exemplo do hidrógenio vai poupar x% em combustivel e ainda eliminar a poluição, quero ver o primeiro ministro que se atrave a não apoiar um projecto desses, a lógica é esta!
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Paulino B. Fernandes
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Local: Lisboa
Mensagem Enviada: Ter Fev 09, 2010 16:18     Assunto : Re: Ricardo Araujo Pereira e o PPM Responder com Citação
 
Caros
Afastado por razões profissionais, mas seguidor, deixo-Vos aqui a resposta do Amigo Jorge Corte Real Andrade, publicada num dos meus jornais.
Com consideração,
Paulino Fernandes

Eng. Jorge Corte Real a propósito da coluna "boca do inferno" de Ricardo Araújo Pereira
Caro Ricardo Araújo Pereira: Começo por esclarecer que sou um assinante já antigo da revista semanal “VISÃO” e um leitor devotado da sua bem-humorada e habitualmente subtil, oportuna e certeira coluna “Boca do Inferno”, deixando-o assim plenamente tranquilo quanto à benignidade das minhas intenções…a - Desejo apenas assinalar a primeira vez que noto algumas imprecisões num artigo seu, as quais com muito gosto me apresso a apontar, no intuito de colaborar na sua revisão. Refiro-me ao publicado na pág. 106 daquela revista de 14 de Janeiro de 2010, com o título “O Partido Impopular Monárquico”, que, sob o ponto de vista cronológico, se calendariza na época das comemorações do centenário do implante, em Portugal, do regime republicano e, sob o ponto de vista legal, comenta a pretensão de alguns meios políticos solicitarem a tardia legalização democrática desse regime por meio de um referendo.b – Com efeito, como ao longo destes cem anos nunca foi sujeito à opinião explícita do povo português sobre a sua razão de estar, tem sido vulnerável a que o considerem clandestino. Na verdade, até a génese desse implante contraria completamente o seu próprio nome, que em latim é “Republica”, o qual, traduzido em português semi-erudito dá “Coisa Popular” e em bom português vernáculo, é “Coisa do Povo”. Apesar dessa tal “Coisa” etimologicamente “pertencer ao Povo”, a sua entrada em cena em 05 de Outubro de 1910 não foi, na verdade, obra deste - nem por métodos pacíficos de consulta (eleição, referendo ou sondagem) nem por processos violentos de coacção (levantamento armado de massas) – ou seja, o dito “Povo” não meteu para aí nem prego nem estopa, como o Povo costuma dizer.…
Na realidade, a aparição desse regime no palco político português foi imaginada e orquestrada em segredo, por um lado, em casernas de grupos militares descontentes e, por outro, à mesa de cafés, restaurantes e clubes literários, etc., por uma “elite” burguesa, estrangeiradamente tida por bem pensante, internacionalisticamente nada revoltada, apesar de se apregoar antimonárquica, contra a humilhante perda do nosso território de Olivença, ocupada descaradamente pela monarquia espanhola, nem contra as suicidárias teses iberistas da perda da independência de todo o território de Portugal por meio da anexação à dita monarquia (adoptando até a bandeira verde e encarnada, que era o símbolo visual desse iberismo…), mas curiosamente, nacionalisticamente muitíssimo revoltada contra a possibilidade da “perda” dum território africano situado entre Angola e Moçambique mas que ainda não nos pertencia…(Ver nota).c – Dada a incapacidade destes mentores em passarem das ideias à luta política legal ou a dar o corpo ao manifesto, impondo a tiro o novo regime, tiveram que recorrer a uma organização especialista nesses actos, de origem italiana e cujo nome, “Carbonaria”, que traduzido em bom português é “Carvoeira”, mostra bem a sua vocação combustível e poluente…De qualquer forma, este acto de força, teve tão pouca força e tão precária organização, que um dos seus dirigentes – o Almirante Cândido dos Reis, ao saber da deserção da escassa tropa aderente, suicidou-se.Se não fossem os “secretas” profissionais da “Carbonaria”, o implante da tal “Coisa do Povo” teria revertido para o anedotário do Ricardo Araújo Pereira…------------------------------------------ -------------------------------------------------- ----NOTA - Tem imensa piada relembrar que cidadãos do mesmo patriótico e republicaníssimo grupo viraram a casaca em 1974 / 75, regressando ao seu internacionalismo e promovendo, quer nos areópagos políticos, quer nas frentes de batalha, o abandono a todo o custo daqueles nossos territórios de além-mar, cedendo a pressões anti-colonialistas de países que, cínica e descaradamente, continuaram e continuam a ostentar as suas colónias… Quanto à ocupação de Olivença, os ditos republicanos, continuaram de cócoras, caladinhos que nem ratos, perante os monárquicos espanhóis …
Aliás, o democrático e educativo exercício de tiro já tinha sido ensaiado dois anos antes, na tentativa falhada de assassínio do ditador João Franco, o qual, segundo dizem, foi como prémio de consolação, transferido para o abate da Família Real, mesmo assim reduzido à morte de El-Rei D. Carlos I e de seu filho primogénito, Príncipe D. Luís Filipe.Apesar desses fiascos de pontaria e de organização, essa “acção republicana e democrática” continuou cada vez mais desajeitada, falhando dois anos depois em Paris, o assassinato do filho mais novo, D. Manuel II, que entretanto assumira as funções de novo Chefe de Estado. Mostrando louvável vontade de aprender, os bandos especialistas continuaram a treinar-se com mais ou menos assiduidade, entretendo-se a disparar em várias direcções, às vezes com êxito (veja-se o caso positivo de acertarem em Sidónio Pais…).Pode-se dizer, em conclusão, que tal “desafinação” só teve semelhança com a desorganização, alheamento e vergonhosa inépcia das forças monárquicas…Segundo diz o “Povo”, estiveram muito bem uns para os outros… d - Quantos anos de república afinal se comemoram? - Se considerarmos como verdadeira república a sua forma mais democrática, contaremos apenas 36 anos, desde o 25 de Abril de 1974 até hoje. - Se considerarmos também a “bagunça” da chamada 1ª república, vigente desde 1910 até 1926, teremos 36 + 16 = 52 anos de vida. – Se quisermos orgulhosamente contar 100 anos, teremos que abranger o período ditatorial-pidesco salazarista… Conviria que as autoridades responsáveis pelas festas comemorativas, explicassem bem qual é a dimensão do evento que nos convidam a festejar…Abrangerá o Carnaval?...
e – Comenta o Ricardo Araújo Pereira os fracos resultados eleitorais obtidos ultimamente pelo P.P.M., o que, a seu ver, não justificaria a designação de “Partido Popular” nem a pretensão de conseguir a realização de um referendo para legalizar o regime republicano. Devo-lhe lembrar dois factos que talvez sejam úteis para esclarecer a situação: - Não confundir o número de militantes do P.P.M. com o número total de monárquicos em Portugal. Infelizmente, a maioria esmagadora dos simpatizantes da monarquia, não pertence, nem de longe, às fileiras do Partido, por razões diversas que não cabe aqui comentar. - Mesmo que não sobrevivesse nenhum adepto da monarquia em Portugal, isso não isentaria o regime republicano da responsabilidade de estar ilegalmente implantado. Os parâmetros de tal legalização, para transformação num “estado de direito”, não são apenas demográficos, mas sim, jurídicos! f – Quanto à forma do Povo dar a sua opinião ou intervir fisicamente na escolha do regime que o representa, há pelo menos duas modalidades à escolha:


- Ou juntarem-se todos os elementos do Povo (camponeses, homens-bons, barões, monges de ordens militares, etc.) e atacarem, de armas na mão, para atingirem determinado objectivo, mesmo sem líder definido – caso de 1143. - Fazerem o mesmo, mas escolhendo previamente o seu líder – caso de 1385. g – Quanto à diferença entre os dois tipos de chefia do estado: - Um Presidente da República para ser eleito declara, durante a campanha eleitoral, aos cidadãos e às forças políticas do seu País, qual a sua tendência ideológica. Após ser eleito, não representa toda a população, pois houve cidadãos que não o escolheram, mas apenas, os Partidos que o apoiaram e o grupo de cidadãos que nele votaram.Quanto à sua preparação para o cargo, não existe, que eu saiba nenhum curso especial para esse fim. Pode possuir desde o 9º ano até ao Doutoramento… - Um Rei não deve representar quaisquer Partidos ou grupos ideológicos, mas sim, toda uma população, convindo portanto, que pertença a uma das famílias mais antigas do seu Povo.A sua preparação para o cargo deve ser levada a cabo desde criança, pelos melhores mestres nacionais e estrangeiros, de forma a adquirir uma visão global de todo o mundo da sua época e a visão pormenorizada, das tradições, dos costumes e valores do Povo a que pertence, do território onde habita e dos recursos naturais que nele existem e do património histórico cultural que o caracteriza. h – Também não se deixe iludir com a falácia de que todos os monárquicos não dão prioridade às medidas políticas rigorosas para sair da sua crise, mas sim à subida de determinado pretendente ao Trono.Aposto consigo, dobrado contra singelo, em que, na mente da maioria dos monárquicos predominam, as preocupações sobre o ressurgimento económico e social do País! Para ver quem ganha a aposta, façamos um referendo… i – Quanto ao infeliz comentário sobre o falecimento do Professor Sousa Franco, a inabilidade e o mau gosto são “democráticos”, pois atingem toda a gente, seja qual for a sua idade, sexo, região, família, profissão, religião ou ideologia, podendo-se dizer que a asneira, se fosse música, formaria uma orquestra monumental… j – Quanto aos politiqueiros e às democracias, cabe-nos perguntar:“Que raio de ideais democráticos adornam os republicanos portugueses que permitem, sem corarem, que figure na sua tão democrática Constituição uma imposição brutalmente discriminatória, que impõe inexoravelmente ao Povo o regime republicano, para todo o sempre (ver Art.º 288, alínea b) ”?Não será mais inteligente e democrático (e até mais correcto em língua portuguesa) substituir a frase “forma republicana de governo” pela estoutra mais correcta em todos os sentidos, “forma democrática de regime”? k - Quanto à popularidade, dada a génese do P.P.M., produto duma convergência de movimentos monárquicos de linhas políticas diversas, apenas unidos pela sua atitude anti-salazarista, foi um partido popularíssimo, enquanto nele dominou a linha da esquerda ecologista e municipalista, da qual foi pioneiro em Portugal, e da qual restam muito poucos elementos que teimam em manter viva essa sua ideologia. Mesmo assim, apesar de hoje serem dominantes outras “linhas”, não me parece que o P.P.M., se tenha tornado impopular. Quando muito perdeu importância. l – Finalmente tratemos de um assunto que não vem no seu artigo.Refiro-me às mudanças que os republicanos fizeram nos símbolos da Nação quando se apropriaram do poder.Foram eles:






- Efígie: Nada tenho a opor ao busto, excepto, é claro, ao barrete frígio. Fartos de barretes estamos nós. - Hino: É lindíssimo, está sempre actualizado, é patriótico e, portanto, é de adoptar inalterado. - Bandeira: Na altura apresentaram-se e discutiram-se várias soluções para a bandeira nacional. Infelizmente a falta de brio imperou, escolhendo o modelo do iberismo. Todavia a mais representativa e equilibrada no concernente à tradição e composição cromática é sem dúvida a solução da bandeira azul e branca, ornada com o escudo republicano e esfera armilar. Chegados aqui, espero que tenha tido a pachorra de ler estes despretensiosos comentários. Deste leitor, com as cordiais saudações ecologistas, municipalistas e monárquicas,Lisboa, 5 de Fevereiro de 2010José Jorge Moniz Côrte-Real da Assunção Andrade
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Saúdo todos os Monárquicos independentemente das suas posições relativamente aos problemas da Causa.
 
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