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Bernardo Barros
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Mensagem Enviada: Qui Fev 25, 2010 23:44     Assunto : Responder com Citação
 
Pronto, Valdez, estamos conversados!!!
Não existe qualquer documento, autêntico ou autenticado, anterior a 1939 em que Maria Pia use os sobrenomes Saxe- Coburgo e Bragança.
Se aparecer algum mande mensagem pois tenho a maior das curiosidades em o ler.

Uma boa noite para si

Bernardo
 
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Valdez
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 00:04     Assunto : re Responder com Citação
 
Acho engraçada essa sua postura de querer ver a falha nos olhos dos outros, quando tem um barrote nos seus olhos, por exemplo o senhor Miguel Januário avô do Sr. Duarte Pio e o Sr. Duarte Nuno, nem sequer tinham apelido Bragança, aliás nem sei como é que o Sr. Duarte Pio o tem? Calculo que o Sr. Duarte Nuno depois do casamento com a d. Francisca tenha absorvido o apelido Bragança e dai o transmitiu ao Sr. Duarte Pio. e no entanto apesar destes senhores não terem sequer o apelido Bragança e isso documenta-se ninguém colocou nada em causa, a não ser nós está claro!
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 11:00     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Apesar de já terem passado alguns posts... creio que o nosso Valdez deve ser respondido, igualmente, por mim.

Valdez escreveu:
Caro Iz

Não percebe mesmo nada de nada!

O ultimo duque de Bragança no tempo da monarquia foi o principe herdeiro D. Luis Filipe embora D. Carlos também usasse o titulo ás vezes, sendo já rei.


Tem toda a razão meu caro, por lapso não contei com o Príncipe Real D. Luís Filipe.

No entanto tudo aquilo que afirmei, se mantém enquanto correcto (na minha opinião, e aparentemente não só, é claro).

Valdez escreveu:
Agora esse senhor Miguel Assis Januário Egidio ( nem sequer usava o nome Bragança) avô do senhor Duarte Pio tanto faz que se intitula-se duque de Bragança como Marquês da Lua ou de Marte porque simplesmente não era nada! Além de que pela aplicação da lei do banimento nem sequer tinha direito a titulo de nobreza.


Desculpe, mas o facto de em Portugal NÃO se reconhecer ao mesmo a sua reivindicação, não quer dizer que o mesmo ou até os seus seguidores não o fizessem. Afinal, não é o mesmo que se passa com a sua Dama?

Valdez escreveu:
E ele sabia-o bem, tão bem que no texto que mandou para a imprensa, o tal pacto de Dover pedia ao rei D. Manuel a restituição do estado de nobreza.


Lol, o meu caro por vezes dá-me a entender que não perde dois minutos a analisar as situações. Ora pense lá...

- D. Miguel (II) vê-se a si próprio enquanto o legítimo Rei de Portugal e Duque de Bragança, na continuação do Sr. seu Pai D. Miguel.

- Entretanto devido aos acontecimentos ocorridos em Portugal. Falo portanto do Regicídio e da Implantação da República, este procura a reaproximação entre os Ramos desavindos por forma a maximizar as condições para uma restauração Monárquica.

- Ora, e tal devia de ser óbvio, alguém teria de ceder na questão dos Títulos! Assim, D. Manuel (II) aceitaria "deixar de ser" (nunca o tendo sido na prática) Rei de Portugal e até Duque de Bragança, pedindo (entre outras coisas) a devolução do estado de nobreza.

Creio que tal, deveria de ser, lógico para todos!

Valdez escreveu:
Ora se ler no livro entrevista " Um homem de Causas, Causas de Rei " de Palmira Correia o Sr. Duarte Pio diz que herdou o titulo de seu pai, que por sua vez o teria herdado do avô Miguel Assis Januário Egidio.


E, por mais Liberal que eu seja, não deixa de ser verdade.

Afinal de contas, D. Duarte Pio herda o título de Duque de Bragança do Sr. seu Pai e este herda de D. Miguel (II), apesar de neste último ser apenas reivindicação e de na realidade o ter herdado após o falecimento d'el Rei D. Manuel II ao se ter extinguido o ramo familiar deste.

Valdez escreveu:
Daqui se conclui que o Sr. Duarte Nuno não herdou titulo nenhum de seu pai que não os tinha. Ao mesmo tempo o Sr. Duarte Nuno continuava sob a alçada da lei do banimento e assim continuou até 1950.


Daqui se conclui que o meu caro insiste em não querer parar para perder 2 minutos para pensar.

Ora veja, SIM de facto no meu entender D. Duarte Nuno estava de facto sob a alçada da Lei do Banimento até 1950 (o que não impedia os Monárquicos Portugueses de o desejarem enquanto Rei), no entanto deixa de estar limitado APÓS a revogação específica desta Lei (convém recordar que até à data, NINGUÉM tinha procurado finalizar a questão da Sucessão mediante a realização de Cortes, o que permitiu que este assunto se mantivesse em aberto).

Por isso, o Sr. D. Duarte Nuno de facto herdou os seus títulos (mais cedo ou mais tarde), apesar de a República não reconhecer o uso destes (tal como ainda acontece).

IzNoGuud
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 11:20     Assunto : Responder com Citação
 
E pegando agora na questão dos barrotes Laughing

De facto, o que interessa reter é a NÃO existência de documentos oficiais (conforme foram pedidos) que comprovem a existência da dita Sra..

Todo o resto é, meramente, uma tentativa do nosso caro Valdez em procurar desviar a conversa para outras temáticas.

Assim SE o meu caro quiser discutir o Sr. D. Miguel (II), peço-lhe que recorra a um tópico próprio na secção de História enquanto libertamos este para a apresentação dos eventuais documentos que venham a ser apresentados e que possam ser tomados em conta.

IzNoGuud
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Valdez
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 12:13     Assunto : re Responder com Citação
 
Caro Iz

Vocês são mesmo um espanto!

SAR. D. Maria Pia obviamente que existia desde o dia em que nasceu, obviamente que haverá registos registos anteriores em Cuba, em Espanha seguramente. Podem ter sido ou não destruidos lembre-se que passou uma guerra mundial, 1 civil e a revolução Cubana.

Eu pessoalmente nem sei como poderia buscar e aceder a esse tipo de documentos nem vejo o interesse que eles possam ter uma vez que SAR. D. Maria Pia fez prova de quem era teve testemunhos da mais alta importancia como o rei Alfonso XIII e muitos outros e ganhou na Rota Roma a questão da sucessão da Casa Dinástica.

Tudo o que tenho foi retirado do espólio que D. Maria deixou em Itália.

Também é natural que a filha possa ter elementos mais antigos, não faço ideia.

Mas por exemplo quando foi a descolonização muitos dos nossos compatriotas chegaram aqui com a roupinha no pelo sem documentos sequer e depois através de testemunhos as situações registrais foram reconstruidas. Além disso quer ela quer a filha e os netos usam legal e oficialmente os apelidos reais portugueses e a filiação comprovada e legal a D. Carlos I.

Se com as vossas insunuações pretendem provar alguma coisa, cabe-vos o onús da prova! Porque até ver, legal e oficialmente dentro da Comunidade Europeia SAR. D. Maria Pia e respectiva descendencia são a familia real Portuguesa, são os legitimos descendentes de D. Carlos I!

Em relação à sua resposta sobre aquilo que o Sr. Miguel Assis Januário Egidio se achava ser, é uma delicia e demonstra bem o vosso atrevimento.

O ex. infante D. Miguel assinou uma adenda à Convenção de Evora Monte que foi uma aceitação de derrota:

A Derrota http://www.realcasaportuguesa.org/txt_derrota.htm

Um dos princípios mais importantes do direito internacional para a perda de soberania é o princípio do DEBELLATIO ou da derrota.

Este princípio, tem 2 vertentes como já vimos no tópico Direito Nobiliárquico Internacional:

1) Subito la debellatio
A doutrina conceitua essa ocorrência como subito la debellatio, ou seja, a eliminação política e institucional do trono, com mudança para outro sistema de governo.

Há eclosões de crises políticas diante das quais o próprio monarca aceita voluntariamente (às vezes até deseja) essa ruptura institucional, concordando expressamente com a nova ordem de coisas. Nesses casos, e apenas nesses, ele perde os direitos dinásticos, conservando apenas as qualidades principescas herdadas e transmissíveis aos seus descendentes, desprovidas, porém, dos atributos da pretensão.

Essa “nova ordem”, não raras vezes, intenta debelar (derrotar) de vez o antigo regime, inviabilizando eventual reversão. Recorre, assim à eliminação física do monarca e seus descendentes, como nos casos vergonhosos em que ocorreram os assassinatos do Czar da Rússia e toda a sua família, e dos reis de França e seu príncipe herdeiro, que contava à época, apenas 9 anos de idade. São páginas lamentáveis da História, que não beneficiaram em nada aqueles povos, nem renderam lições políticas aproveitáveis para seu futuro.

Nesta situação Subito la debellatio a derrota é obtida pela morte do soberano e toda a sua descendência.

2) A segunda vertente é o debellatio ou derrota com a sua aceitação, neste caso o derrotado ao aceitar a derrota perde instantaneamente a soberania e por esse motivo passa a ser um cidadão comum.Ora esta aceitação da derrota pode ser explícita, isto é através de tratado ou convenção ou pela manifestação de apoio do monarca deposto, da nova ordem ou soberania.

Ora fácil é de depreender que segundo este principio o ex. Infante D. Miguel ao assinar a convenção de Évora Monte, ao aceitar a sua derrota dizendo “declaro que jamais directa ou indirectamente me misturarei em negócios políticos destes reinos ou de seus domínios” perde imediatamente a sua soberania, (soberania não legitima, obtida pela farsa da usurpação do trono) mas mesmo esta a perde.

Se duvidas houvesse o seu filho Miguel II ao servir o exercito Austríaco por se sujeitar a outra soberania e a outro soberano também aceita ainda que indirectamente a sua perda de soberania.

Mas este senhor Miguel II de Bragança fez mais, ordenou aos seus partidários que se unissem em torno de D. Manuel II e que o respeitassem como Rei. Mais uma vez desta forma reconhece a situação de derrotados de perda de direitos de soberania e inclusive perda de estado de nobreza, perda de nacionalidade etc.

Toda esta confusão gerada na linha miguelista se deve ao facto que na realidade o ex. infante D. Miguel era falso como as cobras, não tinha palavra, não cumpria o acordado e rubricado, enfim era um delinquente comum e incutiu na sua descendencia um conjunto de patranhas que foram passado de geração em geração, como se isto aqui fosse tudo nosso....e porque os descendentes foram reproduzindo as patranhas apoiados na ignorancia do povo e no facto de terem conseguido manter escorraçada a legitima herdeira D. Maria Pia, e usando de processos estalinistas de repetir as mentiras tantas vezes até que se tornem verdades, estão mesmo convencidos que as mentiras são verdades.

Mas as mentiras são sempre mentiras!


Aliás a prova que os pseudo direitos do Sr. Duarte Pio são uma grande treta é dada pela própria esposa do Sr. Numa entrevista:





Como é que se explica...não é?

Para quem acredita.....Pois há quem acredite em gambuzinos e outras tretas..não é!?


E em relação à educação especial do petiz era melhor cuidar mais da situação porque é voz corrente que as negas são algumas 5 e que o rapaz dá mais para a caça à raposa que para a lides estudantis.

Se pagarem bem posso pedir a um dos meus que lhe dê umas explicações de matemática, etc. sempre está em 3º a nivél nacional e hibero americano.
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 13:14     Assunto : Responder com Citação
 
O meu caro Valdez apenas foge às questões levantadas recorrendo ao seu já costumeiro recurso à maledicência e a desconversas.

Peço-lho, conforme já o fiz antes, para que não recorra a tais "tácticas".

IzNoGuud
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Valdez
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 13:44     Assunto : re Responder com Citação
 
Não fugi a nada, eu respondi se não entendeu a culpa não é minha:


Facto Juridico D. Maria Pia desde o nascimento à sua morte usou legalmente os apelidos reais portugueses e respectiva filiação como filha de D. Carlos I, a sua filha e netos a mesma coisa.

O documento mais antigo que tenho de momento é a carta de Alfonso XIII sabendo que para se fazer uma busca mais para detrás neste momento seria um esforço inglório porque teriamos de contactar e se calhar ir mesmo a Cuba e Espanha, facto desnecessário devido à situação juridico legal de D. Maria Pia e descendencia ser clara como cristal!

Encontrei mais uma coisa para se entreterem:






Não me venha com a história da maldicencia só por eu estar a demonstrar que os Srs. Miguel Januário, Duarte Nuno e Duarte Pio não eram nada!
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 15:15     Assunto : Responder com Citação
 
Mas meu caro Valdez, TUDO aquilo que o meu caro faz ou afirma NÃO tem por onde pegar!!!!

Arranja documentos de 1983 e por aí fora...

Os quais, pelas razões que já estão fartas de ser enumeradas NÃO VALEM NADA!

TUDO aquilo que nos arranjar à POSTERIORI da Guerra Civil Espanhola terá SEMPRE de ser DESCONSIDERADO uma vez que será mais que provável que se baseiem em documentação FALSA!

Por isso é que se INSISTE na apresentação de Documentação ANTERIOR a esta Guerra, a qual permita SUSTENTAR de uma maneira mais clara a posição da Sra. em questão.

O que teima em NÃO acontecer, donde apenas podemos concluir que ou NÃO existe ou toda a pretensa posição desta Sra. seja, de facto, falsa!

E mesmo que existisse, ISSO em nada validaria qualquer posição relativamente ao Sr. Rosário Poidimani, pois já estamos FARTOS de partir de pressupostos nos quais até aceitamos considerar que a Sra. em causa seja, de facto, filha d'el Rei D. Carlos e inclusive legitimada pelo mesmo.

Esta, mesmo nessa situação, continuaria a NÃO poder ser tida em conta na Linha de Sucessão e ainda menos poderia "passar" quaisquer Direitos Sucessórios de que auferisse em terceiros, por mais simpáticos ou ligados à mesma que os mesmos estivessem!

A posição do Sr. Rosário Poidimani e até da Sra. em questão é PERFEITAMENTE clara e TOTALMENTE inqualificável para o Cargo em Questão!

Se EU estivesse nas Cortes a deliberar esta questão. A pseudo-pretensão NUNCA poderia ser tomada em conta (logo aceite enquanto Pretensão) sem a apresentação de Documentação que pudesse dar o mínimo de hipóteses à aceitação da mesma!

Desculpe-me se aquilo que lhe digo, na realidade que passo a vida a dizer, não será aquilo que mais queira ouvir. Mas É o que penso, razão que até tem sido de uma forma crescente sustentada com a quantidade de "informação" com que o meu caro nos "bombardeia" na tentativa de nos convencer.

IzNoGuud
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Valdez
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 15:24     Assunto : re Responder com Citação
 
O que vale não são as suas opiniões. São os factos e os factos é que desde que nasceu até morrer usou legal e oficialmente os apelidos reais e a filiação real portuguesa.

Por muito que isto o irrite!


E também por muito que isso o irrite o Conselho de estado espanhol permite o uso do titulo de Infanta a D. Cristina e permitiu aos netos de D. Maria Pia o uso dos apelidos reais.
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Sex Fev 26, 2010 16:13     Assunto : Responder com Citação
 
Mas o que HÁ para me poder irritar meu caro Valdez?

Nada há de legal nesta questão, logo nada há que me possa ou não irritar, uma vez que para todos os efeitos. Em PORTUGAL a mesma não tem qualquer legitimidade, sendo que qualquer documento que possa ter, de facto, existido foi posteriormente corrigido. O que implica que este teria sido inicialmente baseado num qualquer documento ou fraudulento ou incapaz de ser aceite enquanto tal pelo Estado Português.

Irritado, parece-me estar o meu caro. Uma vez que apenas recorre a este termo quando lhe são exigidas provas que possam, de facto, sustentar a sua posição.

O que, até agora, nunca aconteceu.

IzNoGuud
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