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Data: Sáb Nov 17, 2018 01:33
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Entrevista a Pedro Reis
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Mensagem Enviada: Qui Nov 15, 2007 15:57     Assunto : Responder com Citação
 
Caro Arnaldo...
Julgo que tocou num ponto de Real importância na sua 1ª intervenção, onde focou, a meu ver muito bem a preparação que se deve ter para uma entrevista sobre os temas a abordar, público alvo e principalmente a mensagem (e imagem) a passar.

nau escreveu:
Embora os temas que serviram de base ao discurso tenham sido propostos pelo entrevistador, o desenvolvimento dado, as palavras utilizadas, a construção das proposições, em suma, a atitude assumida demonstra uma preocupação, cuidada, em passar a mensagem


Esse é um facto que reparei com agrado nesta entrevista. Uma boa prática. Infelizmente não o tenho visto a ser praticado em quantidade e qualidade suficiente pelos demais intervenientes e responsáveis monárquicos.
Esta é uma apresentação clara, cuidada, consciente e preocupada de factos. O mesmo implica a quase ausência de opiniões quanto a este tópico:
http://monarquicos.com/forum/viewtopic.php?t=175

Quanto à sua 2ª intervenção:

nau escreveu:
A Família Real, como referência numa sociedade moderna, não tem sido um bom exemplo e, no caso particular do Reino Unido, os escândalos são uma constante, pelo menos no reinado de Isabel II, em que os herdeiros, particularmente os netos, se comportam como meninos ricos, com atitudes deploráveis.


Falasse sobre o caso Português e teríamos aqui muito 'pano para mangas'. A questão está em saber gerir e tirar proveitos (que existem) dos escândalos e das más referências (que infelizmente é regra).
Na nossa escala minimalista, veja-se o caso de D. Duarte quando apresentou queixa na polícia (com todo o direito lhe assiste) por haver barulho junto da sua casa de férias no Ferragudo... não sendo própriamente escandaloso, tirará no entanto mérito e algum proveito da exposição à qual se sujeitou.
Longe da vista, longe do coração.
Do mesmo modo, concordando ou não com certos pontos da entrevista do Pedro, tem ele todo o mérito em se expôr. A meu ver, de modo bem mais exemplar e responsável que aquilo a que temos vindo a ser habituados...
Ou seja, numa prespectiva de boas práticas políticas, ir ter com o povo e não esperar que o povo venha ter connosco. O Profeta fazia de modo diferente, mas isso já foi há tanto tempo...

nau escreveu:
Como Instituição unificadora, a Monarquia não tem sido muito diferente dos fastos republicanos e, os desaires (antigos ou recentes) verificados nos dois regimes, são o resultado de vicissitudes pontuais.


Nesse caso impera a defesa dos interesses ideológicos, combatendo aquilo que os detractores possam nos fazer de mal....pois são esses em grande parte os responsáveis.
Em comparação com a Monarquia, na República existe uma muito maior variedade ideológica e consequente maior probabilidade de existência de conflito... e tal como deveremos impedir o conflito ideológico monárquico e promover o cooperativismo, deveremos do mesmo modo, na medida do possível, promover a exposição do conflito no seio Republicano. Algo do género : Cooperativimo Monárquico Activista Reaccionário.

nau escreveu:
A função do Rei, nos nossos dias é, meramente, protocolar e a nomeação do governo é ... protocolar - apenas uma observação: quanto mais os governos correspondem a uma maioria multipartidária, por razões óbvias, mais democráticas são.


Essa maioria multipartidária seria efectiva se representativa dos próprios partidos e não dos interesses corporativos aos mesmos inerentes. Nos presentes moldes em que nos é servido esse multipartidarismo não o entendo como democrático.

nau escreveu:
De facto, a regionalização poderá aumentar o sentido de responsabilidade e imprimir maior eficiência na gestão das várias comunidades ou áreas nacionais pelo que me parece curial a sua defesa...


Ao invés de criar e gerar separação quando a máquina deveria ser unificada e funcionar oleada nos termos já existentes (completamente funcionais noutros lados) e sobre os quais a mesma se deveria regir. Julgo que se deveria colocar a questão da competência e responsabilização dos ocupantes dos cargos nacionais e regionais ao invés da regionalização, pois existem já competências a nível decisório e representativo que permitem muito mais do aquilo que é realmente feito.
Nesses termos, a questão da regionalização é pouco mais que uma desinformação pública sobre os reais problemas de fundo: A inoperância e o bloqueio político; e sobre os quais deveriam ser criados e activados os já existentes meios de responsabilização e punição a verificar ausência da mesma.
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Pedro Reis
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Mensagem Enviada: Qui Nov 15, 2007 22:24     Assunto : Responder com Citação
 
Têm sido bastante pedagógicas estas críticas do Arnaldo e espero que as próximas sejam elaboradas em breve. Wink
 
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nau
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Mensagem Enviada: Sáb Nov 17, 2007 12:44     Assunto : Entrevista Pedro Reis IV Responder com Citação
 
Re: Entrevista Pedro Reis

IV – Qual o peso das tradições?

1. Há tradições boas e outras mero passadismo. “Se não se valorizar o que é português (...) [haverá] o distanciamento das estruturas representativas e o exôdo para o estrangeiro”.
2. Defende os princípios de “máxima liberdade e máxima responsabilidade” num Estado forte e medianamente interventivo; sugere a implementação (divulgação concertada) de valores cívicos, até como matéria de ensino escolar.
3. Como vê os monárquicos? “divididos entre fundamentalistas e cortesãos”.
4. Como dar mais visibilidade aos monárquicos? maior exposição, menor carnet social e máxima acção nas ruas – mais evidência de trabalho árduo, “com gotas de suor” e tudo!
5. Contrapõe, aos apelos à unidade, o imperioso dever de agir com bom senso.
6. Verifica-se uma subtil mudança no discurso que se torna mais “classista”, direi mesmo paternalista, mas sem qualquer sentido pejorativo, evidente no amargo de boca pelo constante recurso a modelos e práticas importadas de outras culturas no seu subliminar apelo à valorização do que é português – “se não se valoriza o que é português ...”.
7. Do alvitre para uma “máxima responsabilidade” e uma pedagógica atitude cívica, passa a uma curta, mas mordaz, crítica às orientações (ou falta de orientação) que dividem os monárquicos etiquetando-os de “fundamentalistas e cortesãos”, sugerindo maior visibilidade nos princípios consensuais. E, por ser consensual, corro para a estação seguinte.

Cordiais saudações,

Arnaldo (Nau)
 
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nau
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Mensagem Enviada: Sáb Nov 17, 2007 17:43     Assunto : Entrevista Pedro Reis - V Responder com Citação
 
Entrevista Pedro Reis

V – Deve a sociedade fechar-se a novas culturas?

1. Como já expliquei algures, num outro apontamento, sou democrata e grande admirador da Democracia Ateniense, por isso não tenho pejo algum em utilizar a mão de obra escrava no seleccionar de temas, no facultar de cópias de textos que, nas minhas deslocações, vou anotando. A alforria poderá estar para breve, mas conto com os robots da última geração (diferentes dos que estão à cabeça dos diversos Ministérios do inefável camarada Sócrates, pois estes pecam por defeito de concepção) e com os novos robots, dizia, manterei a escrita actualizada.
2. Num momento de mental abstracção, como dizia Miss Prism na “Importância de Ser Ernesto”, no aeroporto ou a caminho de casa, perdi as fotocópias e os apontamentos que redigira acerca da entrevista de Pedro Reis e, como a hipótese mais forte será a do aeroporto, que fique aqui e agora bem claro: se, dentro em pouco tempo, a Monarquia for instaurada em qualquer país da América do Sul a responsabilidade é total e exclusiva de Pedro Reis.
3. “Deve a sociedade fechar-se a novas culturas?” A resposta foi não mas... desde que as tradições indígenas sejam respeitadas; isto é, toda a civilização se enriquece nos contactos com diferentes culturas, mas os que “entram” deverão acomodar-se aos hábitos e costumes locais. Um conceito um tanto ou quanto diferente daquele que os europeus levaram para África onde, aí, as maiorias deveriam subordinar-se ao modelo civilacional da minoria, por esta ser considerada mais avançada como padrão de estar na vida.
4. Entenda-se as reservas como o receio do entrevistado pela ocorrência de conflitos de religiões porquanto, até recentemente, apenas se tinha verificado a emergência de algumas seitas cristãs, em que as dissensões se verificavam apenas em pormenor de obediência hierárquica, de calendário e pouco mais.
5. A assimilação de novos padrões, embora pouco representativos da real maioria procedente, impuzeram, através dos meios audio-visuais, um linguajar abrasileirado, cheio de odores tropicais e ecos africanistas, recentemente atenuados pela produção de séries televisivas portuguesas com que se pretende inculcar, especialmente na juventude, formas de vida descabeladas, por suposição modernas.
6. “Não, mas...” em curtas frases o entrevistado avança para um campo muito sensível e de transcendental importância para a cultura portuguesa. Fomos afrancesados a partir de meados do século XIX (mórmente nas ideias políticas); colonizados pela língua inglesa (por via das doses industriais de produções cinematográficas norte-americanas); finalmente somos confrontados com exPressões de falantes também portugueses, mas cuja grandeza numérica nos avassala.
7. Desde que não sejam “contra os nossos princípios civilacionais” sublinha Pedro Reis; como católico assumido que é, o seu universalismo não poderá ser contestado, mas por princípios e méritos civilacionais, subliminarmente Pedro Reis está a apontar para o “V Império” que se potencia na “nova” língua portuguesa?

Cordiais saudações,

Arnaldo (Nau)
 
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nau
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Mensagem Enviada: Ter Nov 20, 2007 21:16     Assunto : Entrevista Pedro Reis Responder com Citação
 
Re.: Entrevista Pedro Reis


VI – Como deve ser encarada a evolução dos valores sociais?

1. A pergunta em si não era fácil. Cheirava a rasteira. Seria o desenvolvimento dos valores sociais? o que não faz sentido; ou quais os valores sociais que ganharam mais relevo na sociedade moderna? na óptica da evolução; ou o que são para si “valores sociais”? Parece ter sido esta a ponta por onde o entrevistado pegou salientando: Família, Justiça, Honestidad, Liberdade e Trabalho, assumindo evolução como sinónimo de degradação, atitude, manifestamente, conservadpra.
2. O importante no campo social são os princípios cristãos, embora defenda o “laicismo teísta do Estado”, argumentando que a existência de teístas e não teístas (ateus) na sociedade obriga a que o Estado seja imparcial, isto é, neutro. Porém, para si, o laicismo significa ateísmo e não secularismo, pelo que se o Estado é laicista (por suposição ateu) deverá ser igualmente teísta.
3. Segundo parece, o entrevistado nesta parte do seu discurso apresenta-se mais contestatário, presumindo que a “dessacralização” da sociedade é um ataque à Igreja, que não a aparente insuficiência desta para responder aos apetites imediatos e orgíacos da vida moderna.
4. A sua urbanidade (por oposição à intoleância dos sem-Deus ou sectarismo religioso) leva-o a admitir a hipótese da existência de representantes de outros religiões monoteístas na “Camara Alta”, pois a participação destas nas decisões da vida política da sociedade seria imprescíndível.
5. Os “valores” preconizados por Pedro Reis são consensuais, embora a ordem seja discutível, dado que a Família é o núcleo da sociedade; a Liberdade a razão da existência dela (por ser um sentimento sublime) e o Trabalho a base da sua subsistência. Tanto a Honestidade como a Justiça, são qualidades substantivas, conformes à virtude, embora esta última compreenda em si princípios de equidade, direito, poder, etc..
6. A instituição laica define-se por não ser eclesiástica, nem religiosa, logo secular, isto é, não estar relacionada com assuntos espirituais ou religiosos. Assim o Estado laico não poderá ser, simultaneamente ateu e teísta. De facto, leigo é aquele que não tem ordens sacras, embora possa ter uma grande religiosidade; porém, o conceito de laicismo está, definitivamente, compreendido no âmbito da secularização, isto é, sem caracter religioso.
7. Pedro Reis é pundonoroso na defesa dos seus princípios e sustenta um Estado mais abragente, não tão restritivo. Cabe àqueles que têm Fé divulgá-la, aliciando mentes e corações, nunca impondo a aliança dos contrários – o Estado laico é o Estado neutro. E com este me fico até à questão seguinte.

Cordiais saudações,

Arnaldo (Nau)
 
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nau
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Mensagem Enviada: Sex Nov 23, 2007 15:40     Assunto : Entrevista Pedro Reis -VII Responder com Citação
 
Re: Entrevista Pedro Reis


VII – Qual a sua visão de Portugal?

1. O robustecimento da Democracia e “responsabilização da classe política” deverão ser os objectivos principais dado que “a vida em sociedade é uma negociação constante”.
2. A necessidade de mudança é salientada, embora se entenda mais por mudança de atitude do que de instrumentos. Como é óbvio, a conquista do campeonato de futebol pelo Benfica é meramente um desejo distante, apenas com muita fé realizável.
3. Considera errada as políticas sociais das duas últimas décadas, nos apoios às pessoas idosas, à saúde, à educação, etc., embora reconhecendo que estas necessitam de bens materiais – “receitas extraordinárias” – para a sua implementação, pelo que a esperança reside nas “prospecções de petróleo” em curso.
4. “A responsabilização da classe política” a que o entrevistado se refere, aponta para a eleição de Deputados uninominais, já anteriormente preconizada, a que se deve acrescentar – e não só – uma maior consciência das obrigações e direitos (igualmente já sugerida) pois esta consciência está muito arredada da comunidade portuguesa.
5. Um importante argumento avançado é o que “a vida em sociedade é uma negociação constante”, que revela a sua tendência para o diálogo e justifica a apologia que se fez no início para o posicionamento de uma candidatura à eleição Parlamentar..
6. Embore almeje uma mudança de atitude, o certo é que continua na defesa do Estado Providência em vigor para o qual, sem dúvida, são necessárias “receitas [mais do] extraordinárias” pois a tendência é de rotura. “As prospecções petrolíferas” são o alimento da fé providencial.
7. Com grande intuição política, o entrevistado evita comprometer-se com esquemas para a solução dos problemas do momento, embora revele preocupações sociais; e matutando nestas, começo a preparar o apontamento seguinte.

Arnaldo (Nau)
 
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nau
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Mensagem Enviada: Sex Nov 23, 2007 20:25     Assunto : Entrevista Pedro Reis - VII~XI Responder com Citação
 
Re: Entrevista Pedro Reis

VIII ~XI – Portugal e os outros.


1. “Àfrica Minha” porque a Europa é uma seca; ou o regresso d’”A Brasileira de Prazins” – tudo é possível.
2. O cepticismo quanto à União de Estados é latente, até para marcar uma maior independência, política e militar, em relação às pressões hegemónicas norte-americanas.
3. Às hipóteses: Estado Federal, Estado Confederado ou nenhum (Iberismo?), o pendor vai para a confederação.
4. ... e agradece a entrevista, quando somos nós, os espectadores, que ficamos gratos por ela nos ter dado azo a uma introspecção sempre adiada.
5. Bom é verificarmos que há mais coisas que nos aproximam do que as que nos afastam. A doutrina é conservadora porque estamos à beira de uma revisão de conceitos:
- O Parlamento não é apenas a assembleia onde se fala (parler) mas a Casa da Democracia;
- O Executivo é o parceiro do Poder Autárquico e co-responsáveis perante o Parlamento;
- O Poder Judicial é um poder corporativo, à semelhança da Ordem dos Médicos, da Ordem dos Engenheiros, da Ordem dos Economistas, etc.; não precisa de qualquer câmara pois ao Parlamento se dirige na qualidade de técnico qualificado que a nação moderna não pode dispensar e nunca hostilizar;
- O Rei é um dos símbolos do Povo – a família nuclear – onde o homem, a mulher e o futuro estão representados.
6. O Povo é o conjunto de seres humanos que vivem em sociedade, formando um agregado cultural de raízes comuns, mas opções díspares; por isso as facções são naturais, quer a Instituição seja Monárquica ou seja Republicana.
7. No discurso gostaríamos ter ouvido:
- O afastamento das teses republicanas que preconizam o voto como panaceia universal, esquecendo que este é apenas o instrumento no Acto Democráico – eleição Parlamentar – sendo todos os outros actos meramente consensuais;
- A denúncia de que o Rei não é uma figura democrática, por não ser sufragado, esquecendo que este é o símbolo da Instituição Monárquica; os símbolos são aceites por consenso;
- A veemente recusa em aceitar a eleição do Presidente da República por esta figura ser um ultrage à soberania do Parlamento e uma ofensa às outras facções que nele não votaram e de que este se arroga ser o representante;
- A proclamação, urbi et orbe, de que o Fundamento da Instituição Monárquica é a Democracia e o Monarca é o símbolo da Instituição;
- Que toda a maioria absoluta é tendencional e absolutamente pouco democrática;
- Que a maioria verificada no Parlamento será tanto mais democrática quanto mais consensos possibilitar;
- Que a Monarquia Social, da Liberdade, da Equidade e da Solidariedade, é possível através de maior civismo e sólidas bases associativas.

Pedro Reis, mais uma vez, muito obrigado.

Arnaldo (Nau)
 
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Pedro Reis
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Local: Santa Cruz
Mensagem Enviada: Sáb Nov 24, 2007 21:27     Assunto : Responder com Citação
 
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Neste ponto tenho, mesmo, de agradecer e muito ao Arnaldo pela análise e pela crítica. Aprendi aqui bastante, sobre mim próprio!

Vou refazer a leitura, de início a fim e irei aprofundar alguns temas, levantados pelo Arnaldo.

Um Abraço e Obrigado, mais uma vez.
 
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Beladona
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Mensagem Enviada: Seg Nov 26, 2007 19:21     Assunto : Responder com Citação
 
Caros amigos

Gostei da cuidada entrevista que o caro Pedro Reis teve a gentileza de nos dar. Na qual, e na minha muito modesta opinião, constato que a par de uma apresentação exterior agradável e simpática (por isso em parte, é claro, a beleza da doce Beatriz), a qual não sendo imprescindível favorece sempre qualquer pessoa, especialmente em qualquer tipo de contacto directo, social ou político. Na continuação da entrevista, e independentemente das opiniões políticas dadas pelo entrevistado, e completa e magistralmente dissecadas pelo caro Arnaldo (Nau), com as quais, na sua quase totalidade concordo, nota-se uma grande força mental, inteligência, frontalidade, valores tradicionais, o que é bom e mau, consoante as circunstâncias e época em que são vivenciadas, preocupação pelo social e mais desfavorecidos, e, coisa rara, tem a humildade de aceitar, ouvir, e respeitar.o contraditório de terceiros. O que me faz supor na leitura desta entrevista, e para terminar, uma já grande experiência em determinadas situações nada fáceis da vida, e que esta, já lhe ensinou também, que nada lhe cairá do céu de mão beijada. Além disso, diria, ou ousaria mesmo afirmar, que a função política lhe assentaria que nem uma luva.

Quanto à minuciosa e completíssima análise feita pelo caro Arnaldo (Nau), bem, estamos a falar de um mestre nas artes da vida, habituado ao contacto, convívio e confronto com a diversidade humana, e tendo a maturidade, agudeza mental e de espírito para num mero relance, mesmo sem ser directo ou pessoal, de "ver" ou "fazer a leitura" do caro e interessante entrevistado.

É uma honra conviver neste fórum com estas duas individualidades, e "ouvir" os seus comentários. Cada uma no seu género, mas que são de uma enorme grandeza, isto sem desprimor para com os restantes participantes que muito prezo.

Tenho aprendido muito com os dois, nas suas diversas vertentes e opções.

O meu grande muito obrigada aos dois, pelo que nos ofereceram, foi uma honra para mim.

Beladona
 
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nau
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Mensagem Enviada: Qua Nov 28, 2007 04:58     Assunto : Entrevsta Pedro Reis - XII Responder com Citação
 
Re.: Entrevista Pedro Reis



Caríssima Beladona,

Muito obrigado pelas suas amáveis palavras, fruto da sua gentil natureza, possíveis num dos seus mais afáveis dias, embora justíssimas para o entrevistado, do qual revela aquilo que já me tinha apercebido por experiência própria – nenhum ser humano atinge o seu máximo equilíbrio intelectual e emocional sem ter a seu lado alguém de igual ou superior craveira.

Beija as suas mãos,

Arnaldo (Nau)
 
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