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Índice do Fórum : D. Duarte
O " rei" vai nu! Duarte Pio penhorado!
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Seg Ago 01, 2011 22:45     Assunto : Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
Saber esperar é uma grande virtude...


então eu já devo ser no mínimo Santo... mas como sou Ateu, tenho de me contentar com um qualquer equivalente Wink

Valdez escreveu:
...eu também espero há muito que me explique como é que o Sr. Miguel II, o Sr. Duarte Nuno e o Sr. Duarte Pio se tornaram " duques" de Bragança????


Ah não sabia?! Então permita-me que lhe explique Smile

1º Os Srs. em questão NÃO SÃO, ou alguma vez foram, Duques de Bragança. SÃO, isso sim, apenas Pretendentes ao Título de Duques de Bragança, sendo que SE quisermos ser mais específicos, D. Miguel (II) o era AINDA Portugal era uma Monarquia (desavenças familiares, políticas e que resultaram numa Guerra Civil), já os Srs. D. Duarte Nuno e depois D. Duarte Pio o foram sob a presente República, onde NÃO HÁ Títulos em vigor.

2º Como bem sabe, aquando do falecimento de um titular, o seu sucessor é desde logo encontrado ficando a "usufruir" do título enquanto o mesmo não for confirmado pelo Soberano da Nação à qual tal Título corresponde. Neste caso em particular, aquando do falecimento d'el Rei D. Manuel II, o qual apesar de não ter sido Duque de Bragança tinha na sua posse o título em questão (que estava "reservado" para um seu filho). O Ducado de Bragança foi, desde logo e como seria previsivel, passado para o Familiar reconhecido mais próximo ou seja o Sr. D. Duarte Nuno de Bragança, posteriormente para o Sr. D. Duarte Pio, o qual assume desta forma o título e o pleno usufruto do mesmo até à sua confirmação pelo "tal" Soberano de que falei anteriormente.

3º Interessa ressalvar que o Ducado de Bragança está, inerentemente, associado à Coroa Portuguesa logo que o próximo Soberano de Portugal será, então, o próximo Duque de Bragança.

4º Numa ressalva, assumindo que a Coroa recai noutra pessoa que não o Sr. D. Duarte Pio, este deixará de ser o Duque de Bragança excepto se o novo Soberano optar por separar o mesmo título da Coroa e o reconhecer na pessoa do Sr. D. Duarte Pio.

Valdez escreveu:
Shocked Shocked Shocked Shocked


16 17 15

Ficarei assim a aguardar as respostas que o Sr. Valdez nos deve e continuar a praticar a minha vertente de "Santo" ou de uma alternativa mais condigna com a minha condição religiosa.

IzNoGuud
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Luzíadus
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Local: Olhão - Reino do Algarve
Mensagem Enviada: Ter Ago 02, 2011 01:54     Assunto : Responder com Citação
 
iznoguud escreveu:
Luzíadus escreveu:
entao como ficou este assunto? como vi por ai tanto alarido...


Ficou como sempre tem ficado... à espera do Sr. Valdez.

O Movimento Monárquico vive muito à pala de acusações, mais ou menos fundadas e de parte a parte, mas no fundo prefere não fazer nada, também de parte a parte, para além de fazer promessas ocas de sentido ou significado ou até mesmo de "acções" as quais não se traduzem em qualquer resultado viável para Portugal.

Ainda estou à espera de N "provas" contra mim e esta Administração.
Ainda estou à espera das provas "inquestionáveis" da parte do nosso Valdez.
Ainda estou à espera das respostas às acusações feitas pela Real Associação de Aveiro à pessoa do Sr. D. Duarte Pio e da própria Causa Real.
Ainda estou à espera de um monte de coisas que, de parte a parte, apenas servem para demonstrar que NINGUÉM está interessado na restauração de uma Monarquia em Portugal.

IzNoGuud


Ja me cansei disso, envolvi me em espacos monarquicos no intuito de se ter feito alguma coisa na altura certa a unica coisa que se fez e que assisti foi o que voce referiu, fartei me de tanto ping pong e menos xadrez, no entanto como cidadao portugues "emigrante" deixei de reconhecer qualquer simbolo republicano como identificacao do meu pais e da minha nacionalidade ca fora.
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Valdez
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Mensagem Enviada: Ter Ago 02, 2011 07:15     Assunto : re Responder com Citação
 
Caro Iz

Muito bem, muito bem!

E agora explique lá a sua contradição, por um lado diz :

Citação:
1º Os Srs. em questão NÃO SÃO, ou alguma vez foram, Duques de Bragança. SÃO, isso sim, apenas Pretendentes ao Título de Duques de Bragança, sendo que SE quisermos ser mais específicos


Por outro diz:



Citação:
O Ducado de Bragança foi, desde logo e como seria previsivel, passado para o Familiar reconhecido mais próximo ou seja o Sr. D. Duarte Nuno de Bragança, posteriormente para o Sr. D. Duarte Pio, o qual assume desta forma o título e o pleno usufruto do mesmo até à sua confirmação pelo "tal" Soberano de que falei anteriormente.




Como é que uma pessoa que é pretendente ao titulo usa legitimamente algo que ainda não lhe foi atribuido?

Vamos fazer de conta que o Sr. Duarte Pio é pretendente à junta de Freguesia de Coina, pode ele andar a fazer-se passar por presidente da junta de freguesia de Coina antes de ser eleito para o cargo?

Explique lá como é que eles seriam hipotéticamente legitimos duques que Bragança quando sobre eles pendia uma lei que os impedia de todo e qualquer acesso ao estado de nobreza, à cidadania e até a pisarem solo português!?

Explique, como é que após a morte de D. Manuel II, ou seja em 1932 no jantar dos bebados de Santarem, os miguelistas aclamam como legitimo a unica pessoa cuja lei lhe retirava precisamente toda e qualquer legitimidade!?

Diz o Iz, esta é demais...he..he..he:

Citação:
sendo que SE quisermos ser mais específicos, D. Miguel (II) o era


Então explique lá como é que este Miguel II era duque de Bragança, estando banido e proscrito e sendo D. Manuel II bem vivinho e segundo as suas próprias palavras:

Citação:
Rei D. Manuel II, o qual apesar de não ter sido Duque de Bragança tinha na sua posse o título em questão (que estava "reservado" para um seu filho).


Explique ainda como é que o Sr. Duarte Nuno era familiar mais próximo, sendo que há face da lei uma vez que era primo em 7ºgrau já nem parente era de D. Manuel II, onde ficam os 36 primos e seis tias que estavam na frente deles?

Onde fica D. Augusta Vitória que era prima em 3º grau de D. Manuel II descendente de D. Maria II e portuguesa?

Onde ficam os irmãos mais velhos do Sr. Duarte Nuno ( como sabe este era o 7º filho e de um segundo casamento) ? Onde ficam os filhos desses irmãos mais velhos?

E por agora chega que já lhe espetei muitas espinhas na garganta.

He..he..he!
Mr. Green Mr. Green Mr. Green
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Ter Ago 02, 2011 13:02     Assunto : Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
...E agora explique lá a sua contradição, por um lado diz :

Citação:
1º Os Srs. em questão NÃO SÃO, ou alguma vez foram, Duques de Bragança. SÃO, isso sim, apenas Pretendentes ao Título de Duques de Bragança, sendo que SE quisermos ser mais específicos


Por outro diz:

Citação:
O Ducado de Bragança foi, desde logo e como seria previsivel, passado para o Familiar reconhecido mais próximo ou seja o Sr. D. Duarte Nuno de Bragança, posteriormente para o Sr. D. Duarte Pio, o qual assume desta forma o título e o pleno usufruto do mesmo até à sua confirmação pelo "tal" Soberano de que falei anteriormente.


Meu caro Valdez, começo a colocar uns sérios pontos de interrogação nas suas capacidades de interpretação.

Onde é que está a pseudo contradição de que fala?!

1º O Título de Duque de Bragança passa para o familiar, reconhecido e português, mais chegado. Logo, após a morte d'el Rei D. Manuel II passa para o Sr. D. Duarte Nuno.

2º Este pode, perfeitamente, assumir e usufruir de tudo aquilo a que o mesmo implica, tal como acontece com TODOS os demais títulos Nobres Portugueses, ficando somente estes em "stand by" ou seja meramente enquanto Pretendentes à espera de uma confirmação a qual apenas pode ser dada pelo Soberano da Nação à qual os títulos pertencem.

3º Assim, PODERAM os Srs. D. Duarte Nuno e hoje D. Duarte Pio serem Duques de Bragança, ainda que APENAS enquanto pretendentes a este título uma vez que a República NÃO PERMITE títulos Nobiliárquicos.

Valdez escreveu:
Como é que uma pessoa que é pretendente ao titulo usa legitimamente algo que ainda não lhe foi atribuido?


Simples, porque estamos a falar de um Título e não de outra coisa qualquer.

O 1º Ministro indigitado TAMBÉM já é tratado como 1º Ministro só que ainda não tomou posse... aqui É, no fundo, a mesma coisa MAS como não há nenhum Duque de Bragança em vigor, não se vai andar a apelidar quem quer que seja de "O Duque de Bragança no dia em que Portugal for uma Monarquia"... seria absurdo.

Valdez escreveu:
Vamos fazer de conta que o Sr. Duarte Pio é pretendente à junta de Freguesia de Coina, pode ele andar a fazer-se passar por presidente da junta de freguesia de Coina antes de ser eleito para o cargo?


Uma coisa é ser-se CANDIDATO à Presidência de uma Junta e outra é ser-se o Presidente INDIGITADO Wink

Valdez escreveu:
Explique lá como é que eles seriam hipotéticamente legitimos duques que Bragança quando sobre eles pendia uma lei que os impedia de todo e qualquer acesso ao estado de nobreza, à cidadania e até a pisarem solo português!?


LOL Meu caro Valdez, o meu caro faz de TUDO para tentar provar que alhos com bugalhos dão umas charradas valentes, mas isso não funciona dessa maneira (ou o BE seria o maior promotor da Agricultura ao contrário do PCP lol) Wink

1º Um título APENAS pode ser confirmado ou não por um Rei. Pese o que pesar legalmente sobre o Herdeiro do mesmo título.

Pergunto-lhe se HÁ algum Rei de Portugal neste momento que possa confirmar ou não tal título?

2º É, ou não, Portugal um Estado de Direito? Eu creio que é, tal como a maioria dos Portugueses, e dessa maneira a Lei do Banimento por mais que estivesse estado em vigor sob a República FOI revogada implicitamente ém 1950, devolvendo assim todos os direitos que tinham sido retirados ao Sr. D. Miguel e seus descendentes.

3º Ainda que, por algum motivo, a Lei do Banimento tenha de ser implicitamente revogada sob a Monarquia. Não são poucos os Constitucionalistas que indicam que esta JÁ TERIA sido revogada ainda sob a Monarquia.

E isto tudo já lhe foi quer explicado como demonstrado mais do que uma vez.

Valdez escreveu:
Explique, como é que após a morte de D. Manuel II, ou seja em 1932 no jantar dos bebados de Santarem, os miguelistas aclamam como legitimo a unica pessoa cuja lei lhe retirava precisamente toda e qualquer legitimidade!?


E o que é que isso tem a ver, ou não, para o caso? Por mim que façam uma fogueira e dançem à volta dela que para mim é-me igual.

Também gostava de saber como é que o meu caro aceita, mediante a legislação que rege a sucessão ao trono de portugal, quer uma sucessão numa, pseudo, filha bastarda e pior ainda numa transmissão de direitos dinásticos em quem:

a) Não é familiar.
b) Não é Português.
c) É "adoptado" à pressão (e para todos os efeitos à posteriori) enquanto forma de "justificar" esta "transmissão".

Valdez escreveu:
Diz o Iz, esta é demais...he..he..he:

Citação:
sendo que SE quisermos ser mais específicos, D. Miguel (II) o era


Então explique lá como é que este Miguel II era duque de Bragança, estando banido e proscrito e sendo D. Manuel II bem vivinho e segundo as suas próprias palavras:

Citação:
Rei D. Manuel II, o qual apesar de não ter sido Duque de Bragança tinha na sua posse o título em questão (que estava "reservado" para um seu filho).


Já expliquei. Não leu porque não quis.

Valdez escreveu:
Explique ainda como é que o Sr. Duarte Nuno era familiar mais próximo, sendo que há face da lei uma vez que era primo em 7ºgrau já nem parente era de D. Manuel II, onde ficam os 36 primos e seis tias que estavam na frente deles?


Mas o meu caro vai buscar cada argumento...

Estamos a falar do TRONO de Portugal e não de uma qualquer partilha de uma herança meu caro Valdez! Pelo mesmo princípio então a própria Coroa teria revertido para o Estado, ainda que neste caso Republicano, e ponto final no assunto JAMAIS voltaríamos a ter Reis em Portugal.

Por isso deixe-se de tretas. QUANTOS Braganças PORTUGUESES é que ainda existiam à altura?

Os Braganças Brasileiros... viam-se e vêm-se como Brasileiros.

Valdez escreveu:
Onde fica D. Augusta Vitória que era prima em 3º grau de D. Manuel II descendente de D. Maria II e portuguesa?


D. Augusta Vitória de Hohenzollern-Sigmaringen ERA, para além de estrangeira (Portuguesa por casamento), simplesmente Rainha consorte (um Principe consorte APENAS assumia o título de Rei, ainda que consorte, APÓS a Rainha ter dado à Luz... não aconteceria o mesmo ao contrário?). LOGO não podia passar a sucessão para os sobrinhos, alemães, desta.

Valdez escreveu:
Onde ficam os irmãos mais velhos do Sr. Duarte Nuno ( como sabe este era o 7º filho e de um segundo casamento) ? Onde ficam os filhos desses irmãos mais velhos?


Os Braganças descendentes dos irmãos mais velhos de D. Duarte Nuno abdicaram dos seus Direitos Dinásticos em prol deste.

Valdez escreveu:
E por agora chega que já lhe espetei muitas espinhas na garganta.


SEMPRE que faz perguntas, que na sua opinião serão "farpas" do pior que há. Recebe RESPOSTAS directas, práticas e por norma simples de entender. Posso basear-me em opiniões de outros assim como nas minhas próprias opiniões baseadas nas minhas pesquisas mas NUNCA, pelo entendimento que eu faço das Leis que regem a Sucessão ao Trono de Portugal, VIOLEI o sentido destas. O mesmo eu não consigo afirmar das opiniões do meu caro, as quais misturam alhos com bugalhos, usa uma mesma interpretação de duas maneiras diferentes consoante se está a tratar de A ou B e volta e meia viola as Leis que regem a Sucessão em Portugal.

Por isso... ainda estou à espera de respostas CURTAS, DIRECTAS e em especial CLARAS para a maioria das perguntas que lhe têm sido feitas, por mim entre outros.

Sou virtuoso, por tanto esperar, já sei Wink

Valdez escreveu:
He..he..he!
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IzNoGuud
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Valdez
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Mensagem Enviada: Ter Ago 02, 2011 14:03     Assunto : re Responder com Citação
 
Pois é..he..he..he!

Mas o facto é que em 1932 Duarte Nuno e Duarte Pio estavam banidos e sem direito a uso de qualquer titulo e nem sequer eram portugueses. Se a lei do banimento revogou a parte respeitante à possibilidade de entrada deles em Portugal, nunca poderia revogar a a parte de cassação dos titulos que os proibe do uso de tais titulos.

Relativamente ao grau de parentesco eles já não são familiares à face da lei de D. Manuel II eram primos em 7º grau e na data dos acontecimentos em que eles eram proscritos/ estrangeiros, tinham 36 primos e seis tias na frente deles igualmente estrangeiros a maioria descendentes de D. Maria II, ao contrário deles, isto sem falar em D. Maria Pia.

Essa sua da indigitação é de morte, porque contradiz a pratica desses senhores, que não só se auto proclamaram duques de Bragança como foram mais longe e se auto proclamaram reis de Portugal, ainda hoje é frenquente vermos pela net aqueles doidos mais assanhados a darem vivas ao D. Duarte III he..he..he....há muitos napoleões nos manicómios!

Essa sua da revogação da lei do banimento então é o máximo da falta de vergonha na cara, não só porque contradiz as próprias palavras do Sr. Duarte Pio no Livro " Um homem de causas, causas de rei" onde ele diz que a familia não pode entrar em Portugal até 1950 sob pena de morte e que só entrariam em 53 já com certezas que não eram escaldados bem como porque a lei da proscrição começa logo a dizer que é mantida a lei do banimento.

Relativamente à sua questão a respeito do D. Rosário ela é bem simples de responder trata-se da transmisão do titulo e não do trono. D. Maria Pia como filha reconhecida de D. Carlos I e como chefe da dinastia confirmada pela sentença da Sacra Rota e por esse motivo legitima duquesa de Bragança, transmitiu esse e outros titulos que legitimamente lhe pertenciam a SAR. D. Rosário por cooptação que é um mecanismo raro mas possivél em direito nobiliarquico. Repito estamos a falar do titulo de duque de Bragança.

Relativamente a violações, não há pior que a sua teimosia em apostar no Sr. Duarte Pio cujas leis da sucessão diziam claramente que o ex. Infante D. Miguel e toda a sua descendencia são perpetuamente, isto é para todo o sempre excluidos da sucessão do trono....a não ser que você saiba algum segredo familiar que eu desconheço e o Sr. Miguel II, o Sr. Duarte Nuno ou o Sr. Duarte Pio não sejam descendentes do ex. Infante, porque caso contrário até o Zé padeiro al da esquina pode ser pretendente menos os descendentes de D. Miguel prepetuamente excluidos....!!!!!!!!!!!!!!!!
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Ter Ago 02, 2011 16:01     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
Pois é..he..he..he!

Mas o facto é que em 1932 Duarte Nuno e Duarte Pio estavam banidos e sem direito a uso de qualquer titulo e nem sequer eram portugueses. Se a lei do banimento revogou a parte respeitante à possibilidade de entrada deles em Portugal, nunca poderia revogar a a parte de cassação dos titulos que os proibe do uso de tais titulos.


Já vi que o meu caro Valdez já começa a mudar a sua forma de fazer acusações que não consegue sustentar.

Ainda bem, pois assim permite que se possa então discutir ou até debater consoante a situação.

Quanto a ESTA afirmação a mesma está, uma vez mais, incorrecta. Pois quando uma Lei é REVOGADA, a mesma é revogada na ÍNTEGRA. Logo a "perda" do direito a poder usufruir de títulos TAMBÉM é revogada. Agora tal questão torna-se inconsequente uma vez que estávamos (e estamos) em República e sob esta NÃO se podem usar Títulos (tenhamos mais ou menos direito aos mesmos).

Valdez escreveu:
Relativamente ao grau de parentesco eles já não são familiares à face da lei de D. Manuel II eram primos em 7º grau e na data dos acontecimentos em que eles eram proscritos/ estrangeiros, tinham 36 primos e seis tias na frente deles igualmente estrangeiros a maioria descendentes de D. Maria II, ao contrário deles, isto sem falar em D. Maria Pia.


E ALGUMA VEZ me viu a indicar que não haveriam familiares mais "próximos"?!

Não viu! O que viu foi eu a indicar que o Sr. D. Duarte Nuno SERIA o familiar PORTUGUÊS mais próximo, o que É totalmente diferente daquilo que está a procurar indicar Wink

Em antecipação à próxima pergunta que o meu caro vai-me, com toda a certeza fazer, e que consiste em algo assim "...ah mas coiso e tal, a cidadania Portuguesa do mesmo era falsa ou baseada em falsidades..." a resposta a esta é SIMPLES.

1º Cabe às ENTIDADES COMPETENTES averiguar tal situação. Neste caso ao Estado Português (da mesma forma como, aparentemente, aconteceu com a Sra. que o meu caro defende quando esta se lembrou de ir reclamar a pseudo herança).

2º Em caso de falsificação, comprovada, continuará às ENTIDADES COMPETENTES de agir conforme acharem melhor.

3º Com a revogação implícita da Lei do Banimento, foram devolvidas quer as Cidadanias Portuguesas como o PLENO usufruto destas, uma vez que já acontecia um usufruto "parcial" (na minha opinião pessoal) e tal devolução passaria a constar desde o nascimento dos envolvidos, ou seja, que os Srs. D. Duarte Nuno e D. Duarte Pio NUNCA poderão ser considerados estrangeiros sob as presentes Leis.

Valdez escreveu:
Essa sua da indigitação é de morte, porque contradiz a pratica desses senhores, que não só se auto proclamaram duques de Bragança como foram mais longe e se auto proclamaram reis de Portugal, ainda hoje é frenquente vermos pela net aqueles doidos mais assanhados a darem vivas ao D. Duarte III...


Meu caro, não me doa a mim a minha barriga por aquilo que os demais fazem ou deixam de fazer Wink

Aquando da morte d'el Rei D. Manuel II o Sr. D. Duarte Nuno ERA o Familiar mais próximo PORTUGUÊS, considerado ou de facto, ao contrário dos demais que se consideravam ESTRANGEIROS. Logo caberia a este o título em questão, por isso, os mesmos NÃO se autoproclamaram NADA e quanto a haverem Portugueses que acham que os mesmos foram ou são Reis de Portugal... isso será uma opção pessoal dos mesmos, da mesma forma como o meu caro acha que o Sr. Rosário Poidimani será Duque de Bragança ou incluso Rei de Portugal por mais incrível que tal possa até ser.

[quote="Valdez"] he..he..he....há muitos napoleões nos manicómios!

De facto há sim Senhor...

Valdez escreveu:
Essa sua da revogação da lei do banimento então é o máximo da falta de vergonha na cara, não só porque contradiz as próprias palavras do Sr. Duarte Pio no Livro " Um homem de causas, causas de rei" onde ele diz que a familia não pode entrar em Portugal até 1950 sob pena de morte e que só entrariam em 53 já com certezas que não eram escaldados bem como porque a lei da proscrição começa logo a dizer que é mantida a lei do banimento.


Contradigo-me ONDE meu caro Valdez?! Eu DISSE que a Lei do Banimento foi REVOGADA! NUNCA disse que o foi em 1932, pois esta foi revogada em 1950.

De 1932 a 1950, na minha opinião, tivemos os Monárquicos a apoiar um Pretendente o qual estaria impedido de se poder apresentar perante as Cortes no caso de a Monarquia ser restaurada. Isto até 1950 quando a tal Lei FOI revogada de facto Wink

Valdez escreveu:
Relativamente à sua questão a respeito do D. Rosário ela é bem simples de responder trata-se da transmisão do titulo e não do trono.


IMPOSSÍVEL Wink Mas pode-me sempre indicar QUAIS são as LEIS PORTUGUESAS que precavêm tal situação.

Valdez escreveu:
D. Maria Pia como filha reconhecida de D. Carlos I...


FALTA provar tal, ou seja e para todos os efeitos, a Sra. em questão NÃO É NADA a el Rei D. Carlos até prova em contrário.

Valdez escreveu:
...e como chefe da dinastia confirmada pela sentença da Sacra Rota e por esse motivo legitima duquesa de Bragança...


"Tribunal" esse que NÃO confirmou NADA do que o meu caro acabou de indicar. Logo que TUDO aquilo que acabou de dizer vale ZERO Wink

Valdez escreveu:
...transmitiu esse e outros titulos que legitimamente lhe pertenciam a SAR. D. Rosário por cooptação que é um mecanismo raro mas possivél em direito nobiliarquico.


Uma vez mais lhe indico que tal é IMPOSSÍVEL, mas ficarei à espera da tal Lei Portuguesa que possibilite tal situação Wink

Valdez escreveu:
Repito estamos a falar do titulo de duque de Bragança.


Seja o título de Duque de Bragança ou de Barão de Faro. É IMPOSSIVEL de acontecer como o meu caro acabou de indicar.

Valdez escreveu:
Relativamente a violações, não há pior que a sua teimosia em apostar no Sr. Duarte Pio cujas leis da sucessão diziam claramente que o ex. Infante D. Miguel e toda a sua descendencia são perpetuamente, isto é para todo o sempre excluidos da sucessão do trono....a não ser que você saiba algum segredo familiar que eu desconheço e o Sr. Miguel II, o Sr. Duarte Nuno ou o Sr. Duarte Pio não sejam descendentes do ex. Infante, porque caso contrário até o Zé padeiro al da esquina pode ser pretendente menos os descendentes de D. Miguel prepetuamente excluidos....!!!!!!!!!!!!!!!!


Deixando as CALÚNIAS que o meu caro faz de lado, eu APENAS me rejo pelas Leis que regem a sucessão ao Trono de Portugal Smile

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Valdez
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Mensagem Enviada: Ter Ago 02, 2011 21:48     Assunto : re Responder com Citação
 
Caro Iz

Pegando nas suas ultimas palavras respeitantes às leis da sucessão é claro como a água que nas mesmas constava que o ex infante D. Miguel e toda a sua descendencia estão perpetuamente excluidos e isso inclui obviamente o Sr. Duarte Pio. A república nunca poderia alterar isto porque não cabe à república decidir sobre questões dinásticas. A monarquia expurgou esta gente!

Veja lá se o Sr. Duarte Pio se apresenta como pretendente da linha miguelista...claro que não...claro que não lhe convém.

Relativamente a D. Maria ela é filha de D. Carlos com todos os efeitos juridicos/ facto! Tal foi confirmado pelo tribunal da Rota Roma que tem poderes nas monarquias catolicas como a nossa para o fazer, como soberana em exilio aplicam-se as leis do direito consuetudinário internacional que lhe permitem manter certos poderes decisórios que lhe permitiram na salvaguarda da dinastia e respectiva tradição histórica e ela escolheu D. Rosário e muito bem porque ele lhe garantiu continuar a sua luta como efectivamente aconteceu.

Mas é assim como você nega aquilo que é juridicamente válido dentro da UE isto é que D. Maria Pia é filha de D. Carlos I confirmado pelo tribunal da Rota Roma e por sentença em tribunal Italiano, como nega estes factos, estamos sempre a malhar em ferro frio.
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qua Ago 03, 2011 08:37     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
...A república nunca poderia alterar isto porque não cabe à república decidir sobre questões dinásticas...


E a República legislou sobre a forma como se processa a Sucessão ao Trono de Portugal?

É a pergunta que deixo, pois tanto quanto tenha notado... esta APENAS devolveu direitos que teriam sido retirados numa primeira instância e ISSO não corresponde a uma legislação sobre como se processa uma Sucessão.

Valdez escreveu:
Relativamente a D. Maria ela é filha de D. Carlos com todos os efeitos juridicos/ facto! Tal foi confirmado pelo tribunal da Rota Roma que tem poderes nas monarquias catolicas como a nossa para o fazer, como soberana em exilio aplicam-se as leis do direito consuetudinário internacional que lhe permitem manter certos poderes decisórios que lhe permitiram na salvaguarda da dinastia e respectiva tradição histórica e ela escolheu D. Rosário e muito bem porque ele lhe garantiu continuar a sua luta como efectivamente aconteceu.


Meu caro, a ÚNICA razão pela qual a sub secção do Sr. Rosário Poidimani ainda existe, prende-se à simples razão de que aqui NINGUÉM se pode substituir às Cortes e são estes, em última análise, que terão de decidir quanto ao assunto em questão.

Mas mais lhe digo, a título pessoal e uma vez mais.

Nem um qualquer "tribunal" estrangeiro, pois o Vaticano para mim não deixa de ser um País estrangeiro, pode legislar sobre o que quer que seja de Portugal.

Nem há provas que atestem à filiação em questão.

Nem a Sra. se dispôs a fazer PROVA de tal filiação quando procurou recuperar a herança do pseudo Pai (para umas coisas já nos podemos "submeter" à República meu caro Valdez, que pena que não possa ser assim para outras tão mais interessantes).

Valdez escreveu:
Mas é assim como você nega aquilo que é juridicamente válido dentro da UE...


uah uah uah uah Juridicamente válido?!?!?!?! Meu caro, as Leis da SUCESSÃO são as ÚNICAS que poderão ser invocadas ATÉ ao momento em que haja uma restauração da Monarquia e ENTÃO se proceda a uma muito necessária ACTUALIZAÇÃO das mesmas à actualidade.

Juridicamente válido... 0006

IzNoGuud
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Valdez
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Mensagem Enviada: Qua Ago 03, 2011 09:42     Assunto : re Responder com Citação
 
Caro Iz

Exactamente a republica não mexeu nem podia mexer nas leis de sucessão, logo como estas excluiam perpetuamente o ex. infante D. Miguel e toda a descendencia o Sr. Duarte Pio e filharada não tem quaisquer direitos.

Relativamente a D. Maria Pia, o tribunal nunca disse que ela não era filha de D. Carlos, mas que o processo de registo tardio não seria o mais correcto e por isso recomendou outra via para obtenção desse registo, via essa que SAR. D. Maria Pia considerou ofensiva uma vez que ela já tinha o nome de seu pai SM D. Carlos I, na sua qualidade confirmada pela Rota de soberana ela entendeu e juridicamente muito bem, não se sujeitar a uma discussão desse assunto num tribunal da republica portuguesa que resulta de um golpe de estado contra o trono e nunca se legitimou por via de referendo. Isto tem haver com a questão do principio de soberania que é algo complexo, mas que pode consultar na net.

O Sr. Duarte Pio é que não pesca nada destas coisas de soberania e até jurou fidelidade à republica no juramento de bandeira, para o caso dele não importa porque é um falso duque, mas se fosse verdadeiro a coisa era grave!
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qui Ago 04, 2011 11:40     Assunto : Re: re Responder com Citação
 
Valdez escreveu:
...Exactamente a republica não mexeu nem podia mexer nas leis de sucessão, logo como estas excluiam perpetuamente o ex. infante D. Miguel e toda a descendencia o Sr. Duarte Pio e filharada não tem quaisquer direitos.


Há aqui alguma coisa que me escapa...

A República NÃO PODE e NÃO MEXEU nas Leis que regem a Sucessão... até aqui estamos TODOS de acordo.

Agora ONDE é que estas indicam que o Infante D. Miguel e a sua descendência foram excluídos perpétuamente?!

A ÚNICA referência que existe a isso é a da Lei do Banimento onde TODOS os DIREITOS, onde se inclui como é óbvio a possibilidade de estar na Linha de Sucessão, e TÍTULOS.

Lei essa que foi REVOGADA pela República, a mesma APENAS estava a DEVOLVER DIREITOS e a capacidade de poder reclamar TÍTULOS uma vez que estes últimos já tinham sido proibidos de serem usados por OUTRA Lei.

Por isso... ONDE é que os mesmo estão, nas Leis da Sucessão, excluídos do que quer que seja?!

Valdez escreveu:
Relativamente a D. Maria Pia, o tribunal nunca disse que ela não era filha de D. Carlos, mas que o processo de registo tardio não seria o mais correcto e por isso recomendou outra via para obtenção desse registo...


Meu caro Valdez... SE o registo era tardio e NÃO podia ser tomado em conta, porque SE pudesse então seria porque seria válido. Foi porque haviam DÚVIDAS quanto à veracidade do mesmo e foi pedida uma REAVALIAÇÃO, ou seja, que para o Governo (Republicano) uma vez que passou a haver FUNDOS em cima da mesa... este já quis dar uma vista de olhos mais APROFUNDADA à questão Wink

Valdez escreveu:
...via essa que SAR. D. Maria Pia considerou ofensiva uma vez que ela já tinha o nome de seu pai SM D. Carlos I, na sua qualidade confirmada pela Rota de soberana ela entendeu e juridicamente muito bem, não se sujeitar a uma discussão desse assunto num tribunal da republica portuguesa que resulta de um golpe de estado contra o trono e nunca se legitimou por via de referendo.


1º O que a Sra. não quis terá sido que olhassem com olhos de ver a TODA a documentação usada para que lhe tivesse sido atribuído um B.I. com essa paternidade numa primeira instância... é SUBSTANCIALMENTE diferente lol.

2º O Tribunal da Rota Romana tem TANTA jurisdição sobre uma decisão dessa natureza quanto um Tribunal de S. Marino, ou seja NENHUMA. Para além de que o Tribunal em questão APENAS indicou que os Srs. D. Duarte Nuno e D. Duarte Pio não podiam fazer tal pedido por não serem família directa (em primeiro grau) do falecido. Algo do género do "...registo tardio..." de que a sua Sra. padeceu em Portugal.

3º Eu GOSTO particularmente da forma como para pedir a herança já não é "GOLPE DE ESTADO" contra o Trono, mas para PROVAR a sua PATERNIDADE já o é... MUITO INTERESSANTE não acha?

Valdez escreveu:
Isto tem haver com a questão do principio de soberania que é algo complexo, mas que pode consultar na net.


Sim, o princípio da Soberania de quem:

a) Não está oficialmente reconhecido como filho de Rei no País do citado Rei.

b) MESMO que o estivesse, por ser BASTARDO, jamais poderia SUCEDER nesse mesmo Trono mediante as Leis da Sucessão.

c) Não corresponde a uma violação do tal princípio SUBMETER-SE a um Tribunal da República Portuguesa para ir reclamar uma Herança MAS já corresponde a uma violação do mesmo princípio o SUBMETER-SE ao mesmo Tribunal da República Portuguesa para se DEMONSTRAR a Paternidade em questão (o que CORRIGIRIA o ponto a) ).

Sim! Eu GOSTO destes princípios de soberania... já agora os mesmos "princípios de soberania" já existem à quanto tempo, foram criados a pensar em QUEM de concreto e foram APLICADOS quantas vezes e onde é que estão os documentos a atestar tais situações? É que com esses documentos, eu creio que TODO e QUALQUER Português poderá ir perguntar a QUALQUER Casa Real SE é, de facto, assim como está patente naquilo que o meu caro indica.

Valdez escreveu:
O Sr. Duarte Pio é que não pesca nada destas coisas de soberania e até jurou fidelidade à republica no juramento de bandeira, para o caso dele não importa porque é um falso duque, mas se fosse verdadeiro a coisa era grave!


O Sr. Valdez JUROU fidelidade à República ou a Portugal?!

É que agora fiquei na dúvida SE durante a Guerra do Ultramar se jurava fidelidade à República, a Portugal ou ao Presidente do Gabinete... pode ser que me consiga esclarecer e já agora... presentemente jura-se fidelidade ao Presidente da República?! Quer dizer que eu, se calhar, tenho "violado" a minha palavra de honra para com o Sr. em causa?!?!?! Fiquei por demais confundido Sr. Valdez Wink

IzNoGuud
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