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Miguel M. Costa
Monárquico


Mensagens: 186
Local: Wieliczka
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Enviada: Seg Mar 10, 2008 11:14 Assunto :
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| Citação: |
Neste Programa
República ou Monarquia?
Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, enfrenta António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.
Ética republicana ou ideais monárquicos?
O que divide hoje os dois regimes?
As experiências europeias…
Fundamentos e valores políticos…
Paulo Teixeira Pinto, António Reis, Medeiros Ferreira, António Costa Pinto, Adelino Maltez, Rui Tavares, Mendo Castro Henriques, Gonçalo Ribeiro Telles e ainda um conjunto alargado de outras personalidades monárquicas e republicanas.
“Rei ou Presidente?” |
in: RTP
Começa com "República ou Monarquia?" e termina com "Rei ou Presidente?" ... segundo as palavras de determinada pessoa, uma nada tem a ver com a outra que nem vale a pena discutir.
| Citação: |
Ética republicana ou ideais monárquicos? |
Ética quê? Quanto aos ideais, parece-me que nos estão a querer 'empacotar' no comunismo ou algo do género, por muito bom que seja... não convém associações ao que o for. Se o termo fosse aplicado no singular, talvez não o entendesse desssa forma. Meras questões gramaticais.
| Citação: |
Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, enfrenta António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano. |
Ou seja, nesta simples frase equipara-se a Causa Real ao GOL.
Assim compreendo perfeitamente o que disse o Pedro...
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Miguel M. Costa
Monárquico


Mensagens: 186
Local: Wieliczka
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Enviada: Seg Mar 10, 2008 15:13 Assunto :
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| José Adelino Maltez escreveu: |
PS: Logo, recebi convite para ir aos "prós e contras". Vou para a plateia, sentar-me do lado dos republicanos, para dizer que continuo monárquico, azul e branco, mas que só posso instaurar o reino, com rei eleito, como era típico das nossas leis fundamentais, se antes restaurarmos a república, dado que aquilo que temos, é o poder à solta, sem autoridade, a que damos o nome de estadão, ou de estado a que chegámos, tudo em minúsculas... |
in: Sobre o tempo que passa
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Miguel M. Costa
Monárquico


Mensagens: 186
Local: Wieliczka
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Enviada: Seg Mar 10, 2008 15:31 Assunto :
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Sobre Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real que - segundo a RTP - hoje "enfrenta António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.", posso adiantar (para que os tele-espectadores fiquem um pouco mais a par da sua actual actividade) , a seguinte notícia do DN em 7 de Janeiro do corrente ano:
| DN escreveu: |
Ex-número um do BCP no Eurogroup, no Grupo Lena e Abreu Advogados
Paulo Teixeira Pinto já "refez" a sua vida, após a demissão da presidência do BCP. Além da colaboração com o grupo Champalimaud no Brasil, que iniciou depois de ter abandonado o Banco Comercial Português, o antigo homem forte do entretanto desmoronado BCP, vai começar a trabalhar com a Eurogroup, empresa internacional de consultoria de estratégia e organização de empresas.
Paulo Teixeira Pinto inicia agora novas tarefas, depois de ter estado, nos últimos três meses, a reflectir sobre o seu futuro profissional, com uma certeza arrumada na sua cabeça - não iria ocupar cargos em instituições financeiras, para não entrar em concorrência com o seu antigo banco.
Em Dezembro, foram aceites os convites. O ex-número um do BCP vai também integrar o Conselho Geral do Grupo Lena, que tem interesses na área da construção de infra-estruturas, biotecnologia, energia e ambiente, representações automóveis, entre outros.
O Grupo Lena já está internacionalizado, tendo negócios na Argélia, Marrocos, Bulgária, Roménia, Rússia, Brasil.
Paulo Teixeira Pinto também vai assumir neste início de 2008 o cargo de consultor de um grande escritório de advogados - Abreu Advogados. Será consultor para a área de estratégia e organização.
Parte da sua nova vida vai passar também pela universidade. Ligado tanto à Universidade Católica como à Universidade de Lisboa (a "Clássica"), Paulo Teixeira Pinto irá dar uma cadeira de Estratégia Empresarial numa pós-graduação da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais.
O antigo presidente do BCP faz parte do Conselho de Orientação Estratégia desta Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica e da Assembleia Estatutária e do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa.
Vai escrever poesia, pintar e não conta voltar à política. Paulo Teixeira Pinto, recorde-se, tornou-se conhecido como porta-voz do último governo dirigido por Cavaco Silva, onde desempenhou funções na Presidência de Conselho de Ministros, primeiro subsecretário de Estado (1991/92) e depois secretário de Estado, até ao fim do Governo Cavaco. Era independente. Depois de o PSD ter perdido as eleições em Outubro de 1995, para o PS de António Guterres, inscreveu-se no PSD.
Chegou a apresentar uma moção a um congresso do PSD defendendo uma estratégia autónoma para o partido. Monárquico, apoiou sempre Cavaco Silva, com quem comunga algumas causas: empenhou-se activamente pelo "não" no referendo contra a regionalização. Outras causas não comungará com Cavaco Silva: Paulo Teixeira Pinto é membro fundador da SOMA - Associação Anti-Proibicionista - que defende a despenalização das drogas.  |
in: Diário de Notícias
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Miguel M. Costa
Monárquico


Mensagens: 186
Local: Wieliczka
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Enviada: Ter Mar 11, 2008 11:48 Assunto :
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Acabei agora de ver o debate...
Para além do que o nosso amigo JTMB disse, algumas coisas prenderam-me maior atenção.
Paulo Teixeira Pinto é sem dúvida uma das melhores "contratações" dos últimos anos para a causa. Espero sinceramente que "assine" por muitos anos. A sua mera presença incute por si só uma imagem de renovação/inovação sobre a causa real em si e ao movimento monarquico por inerência. Completamente dentro das minhas expectativas pessoais - superando inclusive no ponto referente à apresentação, correcção e no políticamente correcto. Fica, de uma das suas últimas intervenções a afirmação de que "D. Duarte não é pretendente a nada, como é erróneamente apresentado por vezes. - É meramente descendente dos Reis de Portugal". Lúcido e revelante de uma verdadeira correcção de diálogo e de uma nova postura muitíssimo mais políticamente correcta e sobretudo abrangente.
O sr. Arqº Ribeiro Telles é uma presença necessária, pois as suas intervenções mormente apelativas aos valores da sociedade realmente sentidos pelo povo tocam realmente as pessoas e instigam de certa maneira o sentimento patriótico popular, relacionando o mesmo com a monarquia. Deveriam existir mais como ele. Não muitos, mas mais.
José Adelino Maltez, que na minha prespectiva era o que mais prometia ao nível de apresentação de propostas concretas e correctas, teve a meu ver a intervenção mais lúcida e produtiva de todos. Do alto da sua imensa sabedoria, conseguiu ser inteligível para a maior parte dos espectadores. Revelador de grande experiência oratória e vasto conhecimento sobre a matéria em discussão. Conseguiu o que outros catedráticos apenas tentaram. Gostei particularmente do pormenor de ser "legendado" pela produção primeiramente como "republicano" e depois como "monarquico" ... Apresentou, de todas, a alternativa mais concreta, credível e actualmente mais aceitável e realizável.
De reter do Sr. Republicano da gravata rosa e verde apenas a sua última intervenção onde disse, relativamente a Paulo Teixeira Pinto, algo do género : "Estamos aqui para comemorar a sua eleição como Presidente da Causa Real". Muito pouco para 2 ou 3 horas de programa, e revelador de falta de argumentação credível e de correcção política, bem como de um desconforto incapacitador da defesa dos seus ideais.
O Sr. presidente do GOL apresentou tão fraca argumentação, recorrendo inclusive à pérola desgastada de associar a "autoria" da Democracia à República... o povinho já não vai nisso, nem mesmo o resto dos intervenientes republicanos na sua maioria o defendem, nem que seja por meras questões de carácter, correcção, sensatez e sinceridade.
O resto ficou-se pelo políticamente correcto : pareceu-me - a espaços - que havia sido acordado préviamente um pacto de não-agressão entre as partes, viram-se avulsamente demonstrações públicas de afecto, carinho e de amor sobejamente desnecessários e irrelevantes para a discussão, e também a notória falta de elementos dissecadores do estado da monarquia actual (julgo que dentro do âmbito do tal acordo que referi)... mas até concordo nesse ponto, pois não era isso que estava concretamente em discussão.
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