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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 11:06     Assunto : Entrevista a Sua Excia. D. Pedro Folque de Mendoça, Duque de Loulé Responder com Citação
 
O monarquicos.com tem a honra de vir apresentar a entrevista feita a Sua Excia. D. Pedro Folque de Mendoça, Duque de Loulé.

Esperando que a mesma ajude a elucidar as dúvidas existentes relativamente ao Sr. D. Pedro Folque, podendo a mesma entrevista ser vista no seguinte endereço:

http://www.monarquicos.com/?artigo=219


IzNoGuud
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sequeira
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 14:02     Assunto : Responder com Citação
 
Caro Paulo

Parabens pelas perguntas. 0clap 0clap 0clap

Quanto às respostas: Bem delineadas, definidoras de um corredor de fundo que apresenta as suas razões com serenidade e coerência. Há que contar com este candidato...

Sem tomar partido, confesso-me um admirador da história pessoal da sua antepassada D. Ana de Jesus Maria.

sequeira
 
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sequeira
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 22:03     Assunto : Responder com Citação
 
Caro Izno

A entrevista ao Sr. Pedro Folque teve (pelo menos uma parte) a honra de ser apresentada no Forum Genea, com alguns comentários, sobre os quais não me vou pronunciar, até porque o seu autor os apresentou de forma coerente com o que tem sido o seu pensamento e até, como já o expressei aqui noutra mensagem, com alguma dose de razão em relação às posições que foram as de elementos dessa casa no passado.

Entende o Sr. Folque que não deve ficar prisioneiro dessas posições e que a sua família (ou ele próprio, não percebi bem), apenas solicitaram a "acreditação" - não sei se é assim que se diz - dos seus títulos ao então Conselho de Nobreza porque era a única entidade existente.

Como é evidente, estando o país a viver num regime republicano, nada os obrigava a isso e até serviria para marcar a tal posição contra o ramo miguelista.



Ora o meu confrade JTMB (também estou inscrito nesse forum) gosta de se meter comigo, atribuindo-me uma importância que eu não tenho, e dando honras de citação à resposta qie dei ao IzNo, onde referi o que referi.

Enfim, como me tinha comprometido a não entrar em mais polémicas políticas nesse forum de genealogia, não vou responder.

A propósito (ou talvez não, ou talvez sim) soube hoje uma notícia duplamente aterrorizadora para as posições defendidas por alguns monárquicos Portugueses.

Na Suécia, além de vigorar o princípio da igualdade de género na ordenação dos herdeiros do trono, uma vez que a Princesa Vitória é a herdeira, apesar de ter um irmão varão, ainda apareceu agora a futura Rainha a anunciar o seu casamento morganático com um plebeu.

Lá se vai a teoria da "mulher segue a posição do marido", tão cara a alguns. Pode ter sido assim mas agora já não é.

Como é evidente, numa futura Constituição Monárquica Portuguesa, serão estes os princípios a seguir e não os que já têm mais de 100 anos.

Abraços

sequeira
 
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sequeira
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 22:30     Assunto : Responder com Citação
 
Correcção

No forum Genea a entrevista ao Sr. Pedro Folque é apresentada na totalidade, através de um link para este forum e não apenas em parte, como erradamente referi.

As minhas desculpas

sequeira
 
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Pedro Reis
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 22:39     Assunto : Responder com Citação
 
Finalmente o Sr D. Pedro lá se dedicou a responder!

Folgo em saber e gostei do conteúdo.

Caro sequeira, não querendo incorrer numa sobrevalorização do que escreveu. Estamos portanto perante um domínio em que melhor se sabe o que não se quer, do que aquilo que efectiva e consensualmente pretendemos?

Já defendi algumas posições que por força da idade e da ponderação abandonei, mas não quero abandonar a ideia de, dentro da diferença, gerar a melhor forma de consenso sob os auspícios duma, digamos, cartilha, que seja transversal às particularidades da visão monárquica.

Peço-lhe opinião a este respeito.

Obrigado
 
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sequeira
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 22:54     Assunto : Responder com Citação
 
Caro Pedro Reis

Concordo absolutamente consigo. É (deve ser) muito mais importante o que nos une do que o que nos separa.

Penso, aliás, que nenhuma destas pessoas com que agora alguns de nós se entretêm, terá alguma vez a honra de colocar na cabeça a coroa de Nª Srª da Conceição. O tempo corre veloz e ditará a sua lei.

Infelizmente o chamado frentismo que, pelas normas da luta política clássica, deve nortear qualquer oposição de regime e que você chamou - e bem - "cartilha transversal" ao pensamento monárquico Português é muito mais difícil, uma vez que esbarra em "famílias", não apenas de índole política ou ideológica, mas "reais", no duplo sentido do termo.

Em todo o caso é indubitavelmente nessa cartilha que estou apostado.

Cumprimentos

sequeira
 
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Pedro Reis
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 23:01     Assunto : Responder com Citação
 
Teremos então que falar em breve! Wink
 
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sequeira
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Mensagem Enviada: Qua Fev 25, 2009 23:04     Assunto : Responder com Citação
 
Combinado
 
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qui Fev 26, 2009 00:19     Assunto : Responder com Citação
 
0clap 0clap 0clap 0clap

Aos meus dois caros,

Espero que juntos possamos fazer algo mais pela Monarquia em Portugal.


IzNoGuud
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iznoguud
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Mensagem Enviada: Qui Fev 26, 2009 00:38     Assunto : Responder com Citação
 
sequeira escreveu:
Caro Izno

A entrevista ao Sr. Pedro Folque teve (pelo menos uma parte) a honra de ser apresentada no Forum Genea, com alguns comentários, sobre os quais não me vou pronunciar, até porque o seu autor os apresentou de forma coerente com o que tem sido o seu pensamento e até, como já o expressei aqui noutra mensagem, com alguma dose de razão em relação às posições que foram as de elementos dessa casa no passado.

Entende o Sr. Folque que não deve ficar prisioneiro dessas posições...


Acho este ponto... interessante, uma vez que o mesmo levanta uma série de questões. E como parece que eu já fui considerado enquanto "vendido" uma mão cheia de vezes... mais acha, menos acha e vai dar tudo ao mesmo lado, mas da próxima por favor antes das acusações passem-me um cheque (de preferência chorudo) para que possam então fazer as ditas acusações com um mínimo de fundamento.

Mas aqui vai...

Quando um Título passa para a geração seguinte, o novo titular não tem de prestar um juramento de fidelidade/lealdade para com o Soberano de Portugal? Corrijam-me se estiver errado por favor.

No seguimento da anterior pergunta e assumindo que eu estou correcto... o que levaria a que se tivesse de novamente prestar um juramento de fidelidade/lealdade para com o Soberano de Portugal SE um seu antepassado já o tinha feito antes? Não será para reafirmar o laço de união entre quem ordena e quem é ordenado?

Eu creio que compreendo, apesar de ser Duartista, o que o Sr. Duque de Loulé afirmou. Os seus antecessores reviram-se, de alguma forma, nas figuras de D. Duarte Nuno e D. Duarte Pio. O presente Duque de Loulé acha que pode servir de alternativa a D. Duarte Pio, encontrando-se disponível para isso SE os Portugueses assim o desejarem.

Acredito que seja uma posição incómoda para muita gente, mas o presente Duque de Loulé não veio a público reclamar o Ducado de Bragança ou outros títulos associados presentemente à Casa de Bragança. Apenas se apresentou enquanto disponível perante os Portugueses caso estes o queiram... achei uma tomada de posição muito interessante. Uma vez que procura não alienar o Duque de Bragança ao mesmo tempo que apenas não lhe reconhece a Soberania de Portugal, uma vez que nem Portugal é uma Monarquia, nem as Cortes que têm o papel de designar quem é o Soberano se pronunciaram sobre tal.

sequeira escreveu:
Como é evidente, numa futura Constituição Monárquica Portuguesa, serão estes os princípios a seguir e não os que já têm mais de 100 anos...


Amén a isso!

IzNoGuud

P.S. - Num acréscimo à posteriori, esqueci-me de dar um exemplo para a minha fundamentação inicial... dá-la-ei agora.

D. Henrique de Borgonha, Pai de D. Afonso Henriques o nosso primeiro Rei, recebeu o Condado Portucalense de D. Afonso VI de Leão e Castela, prestando por isso vassalagem directa a este Monarca.

Aquando da morte de D. Henrique, o seu filho opta por não seguir o exemplo do Sr. seu Pai, evitando prestar esta vassalagem ao então Monarca Afonso VII de Leão e Castela com os famosos episódios que todos conhecemos.

A minha questão é a seguinte. Portugal nasceu de uma quebra de palavra/honra ou D. Afonso Henriques ao evitar prestar tal juramento "libertou-se" do mesmo legitimamente?
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